COBERTURA ESPECIAL - Brasil - Argentina - Naval

29 de Outubro, 2018 - 11:50 ( Brasília )

Comitiva de especialistas da Argentina conhecem as atividades do Setor Nuclear da Marinha


No período de 24 a 28 de setembro, uma Comitiva de especialistas argentinos, acompanhada pelo Assessor-Chefe de Relações Institucionais e Comunicação Social da DGDNTM, Contra-Almirante (RM1) José Roberto Bueno Junior, teve a oportunidade de conhecer algumas atividades desenvolvidas pela Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), bem como de outras instituições ligadas ao Setor Nuclear Brasileiro.

A Comitiva argentina foi composta pelo Subsecretário de Energia Nuclear, Julián Galdano; pelo Diretor Nacional de Política Nuclear, Facundo Deluchi; Gerente Geral da Comissão Nacional de Energia Atômica da Argentina, Enrique Cinat; pelo Gerente de Projetos Nucleares da INVAP, Juan Pablo Ordoñez; pelo Gerente-Geral da Combustíveis Nucleares Argentinos (CONUAR), Pablo Schroeder; e pelo Presidente da Dioxitek, Alberto Guevara.

No dia 25 de setembro, a Comitiva visitou as instalações do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), organização militar executora do Programa Nuclear da Marinha do Brasil, cujo propósito é capacitar o País no domínio dos processos tecnológicos, industriais e operacionais de instalações nucleares aplicáveis à propulsão naval.

Na ocasião, também tiveram oportunidade de conhecer o Instituto de Pesquisas Nucleares (IPEN), localizado dentro do campus da Universidade de São Paulo (USP). Já no dia 26 de setembro, os especialistas argentinos conheceram as atividades desenvolvidas no Centro Industrial Nuclear de Aramar (CINA), em especial o Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE) e o projeto do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB).

Os dias 27 e 28 de setembro foram dedicados às visitas ao Complexo Naval de Itaguaí (CNI) e à Agência Naval de Segurança Nuclear e Qualidade (AgNSNQ).

A Comitiva de especialistas argentinos pode constatar a grandiosidade do PROSUB, que dotará a indústria brasileira de defesa com tecnologia de propulsão nuclear de ponta, como previsto na Estratégia Nacional de Defesa.

A concretização do Programa fortalece, ainda, setores da indústria nacional de importância estratégica para o desenvolvimento econômico do País, priorizando a aquisição de componentes fabricados no Brasil, sendo, portanto, um forte incentivo ao nosso parque industrial.


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