Ministério da Defesa participa da inauguração do Instituto de Pesquisas do Exército na Amazônia

(FYI) O Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa, participará da inauguração do Instituto de Pesquisas do Exército na Amazônia (IPEAM). A cerimônia será realizada às 11h (horário local), do dia 29 de junho, em Manaus (AM), e está prevista a presença do Ministro da Defesa, José Mucio Monteiro.

Em parceria com o Instituto Militar de Engenharia (IME), o Censipam cede espaço para o funcionamento do instituto de pesquisa. A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre as entidades para a promoção de pesquisas, capacitação de profissionais e a utilização de tecnologias avançadas.

O IPEAM atuará como uma unidade de pesquisa, desenvolvimento e inovação do Exército Brasileiro voltada aos desafios estratégicos da Amazônia, com foco inicial no programa de pós-graduação em engenharia de defesa do IME.

A cooperação prevê o compartilhamento de infraestrutura, dados e conhecimento técnico-científico para o desenvolvimento de projetos conjuntos nas áreas de sensoriamento remoto, modelagem ambiental, ciência de dados, engenharia e tecnologias de defesa.

A cooperação também contempla pesquisas voltadas ao monitoramento ambiental, territorial e de fronteiras, com destaque para temas como inteligência artificial, geointeligência e processamento de grandes volumes de dados.

As atividades incluirão cursos de mestrado, doutorado e estágio de pós-doutorado em áreas estratégicas como inteligência artificial, biotecnologias, transição energética, tecnologias quânticas e cibernética. Os cursos serão desenvolvidos por meio de processos híbridos de ensino e aprendizagem que integrarão academicamente Manaus e o IME, no Rio de Janeiro.

O Instituto também contará com o apoio de instituições da região, como a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o Instituto Federal do Amazonas (IFAM), em ações de pesquisa, formação e compartilhamento de infraestrutura.

Além das atividades de pós-graduação, que terão início em agosto deste ano, o Instituto apoiará ações de extensão e projetos de iniciação científica voltados a estudantes e professores da região, contribuindo para a geração de soluções tecnológicas aplicáveis à proteção e ao desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal.

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