(FYI) A Boeing foi selecionada pela United States Space Force (USSF) para desenvolver e produzir a próxima geração do Mobile User Objective System (MUOS), programa responsável por fornecer comunicações seguras em banda UHF para as forças armadas dos Estados Unidos em todo o mundo.
O contrato, avaliado em até US$ 2 bilhões, prevê o desenvolvimento da iniciativa Mobile User Objective System Service Life Extension (MUOS SLE), destinada a ampliar a capacidade e prolongar a vida operacional da atual constelação de satélites.
“O programa MUOS é um componente essencial da infraestrutura de comunicações militares dos Estados Unidos”, afirmou Michelle Parker, vice-presidente da Boeing Space Mission Systems. “Nossa equipe está preparada para entregar uma solução de baixa complexidade técnica e elevada confiabilidade, baseada em tecnologias comprovadas, garantindo comunicações resilientes para os combatentes durante as próximas décadas.”
O sistema MUOS fornece comunicações móveis seguras para usuários distribuídos globalmente, incluindo forças terrestres, aeronaves, navios e outras plataformas militares. A nova arquitetura proposta pela Boeing deverá ampliar significativamente a capacidade da rede, reduzir interferências e oferecer maior flexibilidade operacional para atender às demandas futuras da defesa norte-americana.
A solução será baseada na plataforma de satélites Boeing 702MP, tecnologia já consolidada pela empresa em missões espaciais comerciais e governamentais. Além disso, a Boeing aproveitará sua experiência adquirida no desenvolvimento dos payloads da atual constelação MUOS, reduzindo riscos técnicos e acelerando o cronograma de implementação.
Segundo a empresa, o programa permitirá à Space Force manter uma arquitetura de comunicações altamente resiliente, garantindo conectividade segura para operações militares em ambientes cada vez mais complexos e contestados.
O contrato representa mais um passo da Boeing na ampliação de sua participação em programas espaciais estratégicos dos Estados Unidos, reforçando seu papel como fornecedora de sistemas críticos para comunicações militares, segurança nacional e operações multidomínio.
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