COBERTURA ESPECIAL - Intel - Inteligência

20 de Abril, 2021 - 13:20 ( Brasília )

Exclusivo - Cyber - Brasília não é mais segura

Artigo de DefesaNet teve ampla repercussão na imprensa nacional. Logicamente não nos citam. Mas os leitores sabem qual a fonte original.

Nota DefesaNet

O artigo de DefesaNet teve ampla repercussão na imprensa, com citação em VEJA,  e propagada em cascata por muitos outros órgãos.

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O Editor


Redação DefesaNet


No momento que diplomatas russos acusados de espionagem são expulsos de seus postos na Alemanha, Polônia, Ucrânia e República Checa, fontes ligadas aos serviços de inteligência brasileiras alertam para uma possível operação de escuta e espionagem em Brasília.

Em recentes operações de órgãos de segurança brasileiros foram detectadas espalhadas na Capital Federal, nos últimos meses, pelo menos cinco malas de interceptação de telefones celulares. Além da escuta, esses equipamentos podem quebrar a criptografia de serviços de mensagem como WhatsApp e Telegram.

Esses sistemas somente utilizados por governos simulam ser estações rádio-base (ERB). São colocados em áreas de interesse da operação, podem ser guardados dentro de carros estacionados, taxis ou até serem transportados dentro de mochilas e bolsas para dentro de reuniões. Uma vez acionados eles podem clonar todos os telefones celulares dentro do seu alcance. O operador passa a acompanhar e controlar os telefones sem que a clonagem seja de conhecimento do alvo.

Os sistemas ilegais foram localizados próximos a Esplanada dos Ministérios e dos comandos das Forças Armadas e cobrem uma área que inclui os principais prédios governamentais, incluindo o Palácio do Planalto, STF, Itamaraty e o Congresso. Outros sistemas ilegais foram localizados em áreas de Brasilia que incluem instalações militares sensíveis.

Os alvos dessas malas de interceptação não foram identificados, mas podem ser altos integrantes do governo, políticos, empresários, jornalistas e autoridades militares. Como os sistemas detectados não são aqueles registrados na ANATEL para interceptação legal, fontes ouvidas por DefesaNet acreditam que sejam de governos estrangeiros.

A espionagem cibernética, que é um assunto de Segurança Nacional passou a ser de segurança corporativa e também pessoal. Apesar de ser ilícita, essa espionagem poderia gerar provas para inocentar ou acusar indivíduos e organizações e ser usada para diferentes formas de estelionato ou para kompromat.  Não há até o momento informações sobre os conteúdos extraídos dos telefones, mas considerando ser uma área estratégica de Brasilia, poderia provocar uma hecatombe na Capital Federal.


Nota DefesaNet

O que está em curso pode tornar os hackers de Araraquara (interceptaram o sistema Telegram de membros da Lava Jato e está sendo usada para alterar o rumo dos julgamentos no STF), um exercíco de aquecimento cibernético.

A crônica indefinição de responsabilidades estratégicas e a brutal defasagem tecnológica dos nossos sistema de Defesa Cibernética tornam a situação mais crítica. Históricamente sempre foram considerados quatro potências como operando em Brasília: EUA, França, China e Rússia. E alguns outros operadores mais limitados: Cuba.

Abertamente, em um período de 10 dias, potências estrangeiras movimentam-se em Brasilia na tentativa de constranger e criar embaraços ao Governo do Brasil. O caso mais famoso é o que ocorreu na segunda-feira (19ABR2021),  na solenidade da República Bolivariana da Venezuela (ver  BR-VE - Embaixada Bolivariana da Venezuela cria Incidente Diplomático em Brasilia)

Porém, alertamos aos leitores que omesmo não foi o mais importante, só o mais ostensivo.

O Editor


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