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DefesaNet - Brasil - Rússia - Michel Temer - Visita a Moscou é Estratégica para o Brasil e a América Latina

COBERTURA ESPECIAL - Brasil - Rússia - Geopolítica

16 de Junho, 2017 - 02:45 ( Brasília )

Michel Temer - Visita a Moscou é Estratégica para o Brasil e a América Latina

Desconsiderada e até ridicularizada por grande parte da imprensa, que conduz feroz Guerra Híbrida ao Governo do Michel Temer, a visita a Moscou poderá ter um profundo e amplo impacto estratégico na geopolítica regional.

 

Nelson Düring
Editor-chefe DefesaNet


Desconsiderada e até ridicularizada por grande parte da imprensa, que conduz feroz Guerra Híbrida ao Governo do Michel Temer, a visita a Moscou poderá  ter um profundo e amplo impacto estratégico na geopolítica regional.
 
O Presidente Michel Temer inicia no domingo, 18JUN2017, viagem à Rússia 20-21, e Noruega 22-23.
 
A viagem a Moscou teve a prioridade retomada no Palácio do Planalto após a desastrada Operação Carne Fraca e a debacle do complexo JBS. O governo tenta reconstituir o setor agropecuário brasileiro minimizando a sabotagem que o Grupo JBS está causando ao complexo da carne (bovino, suíno e aves), brasileiro.

Em Moscou, Michel Temer terá uma visita oficial ao presidente da Rússia, Vladmir Putin, onde tratarão de assuntos econômicos e comerciais. Segundo a Presidência, o encontro no Kremlin é fruto de um convite a Michel Temer feito em Dezembro de 2016.


Não há informação de possíveis acordos na área de defesa. A expectativa de que o Brasil adquirisse o Sistema de Defesa Antiaéreo Pantsir S1 desvaneceu-se com a reportagem, de DefesaNet, informando o fim do interesse do Brasil no Sistema, mas ao mesmo tempo o Brasil mostrou o interesse nos sistema de defesa Aérea S-300 ou talvez S-400, para proteção estratégica da área de Brasília DF (Ver a matéria Exclusivo – Brasil Cancela Pantsir S1 Mira o S-300 Link )
 
Dois fatos ocorreram que modificaram o relacionamento do Brasil com a Federação Russa. Embora Moscou tenha apoiado uma campanha de desgaste ao governo Michel Temer através de suas agências de Guerra Informacional, a RT (Russia Today) e sistema Sputnik conduzida até recentemente.
 
O primeiro foi fat foi na LAAD 2017, onde altos executivos do governo e empresas russas mostraram muita surpresa, e até constrangimento, por não estarem preparados ao dinamismo do evento, e o número de demandas, o que foi totalmente inesperado.


Seguiu-se também a visita do Ministro da Defesa Raul Jungmann a Moscou, 24-25ABR2017, para participar da VI Moscow Conference on International Security (MCIS).


Na oportunidade encontrou-se com o Ministro da Defesa da Rússia General Sergei Shoigu ( BR-RU - Ministros Jungmann e Shoigu reunem-se em Moscou Link)

 

Segundo o ministério, em Oslo, Michel Temer, se encontrará com a primeira-ministra Erna Solberg em visita oficial bilateral. Mais informações ainda não foram divulgadas até o momento.



O Presidente Michel Temer coordenou em várias oportunidade eventos da Reunião da Comissão de Alto Nível Brasil-Rússia. Tanto em Brasília como em Moscou.


A última foi em Moscou, com o Primeiro-Ministro Medvedev liderando pelos Russos. ( BR-RU - VII Reunião da Comissão de Alto Nível Brasil-Rússia Link)



Outro fato que alterou as relações Brasil-Rússia foi a promoção de Alexander Fomin a Vice-Ministro de Defesa e figura ascendente na Burocracia e Indústria de Defesa Russa. (Alexander Fomin nomeado Vice-Ministro da Defesa da Rússia Link)

 

O ministro da Defesa Raul Jungmann tem afirmado que há interesse dos russos em uma participação no Cenro de Lançamento de Alcântara.

Um ponto que poderá entrar na agenda e é de interesse não só do Brasil mas regional: o caso da Venezuela. Além da questão da repressão interna conduzida pelo governo catrochavista de Nicolás Maduro há a questão do armamento em posse da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB).

Além da enorme quantidade de fuzis AK103 produzidos sob licença na Venezuela, preocupa a região e ao Estados Unido se Europa o controle dos arsenais onde estão estocados os mísseis MANPADS IGLA.  Segundo informes não confirmados mas nunca desmentidos a Venezuela tem cerca de 5.000 Iglas nos arsenais.

A preocupação do Brasil é que uma quantidade mínima que seja (por exemplo 5 a 10 mísseis) que caiam em controle do narcotráfico o poder de chantagem das gangues (PCC, FARC, ELN, EPP, CV, ADA, etc) seria desestabilizador na região.


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