25 dias de nova gestão consolida retomada de produção em plena atividade!
Gerência-Geral de Comunicação
NUCLEP
O piso fabril da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. (NUCLEP), em Itaguaí (RJ), está em plena atividade com a fabricação de estacas torpedo destinadas à Petrobras, reafirmando a capacidade industrial da Companhia e sua posição como fornecedora estratégica para o setor de óleo e gás no Brasil.
A produção foi retomada na última sexta-feira (22) e integra contratos em execução voltados ao atendimento das prioridades de investimento da Petrobras em campos de petróleo de alta relevância para a matriz energética nacional. O avanço da fabricação evidencia a aptidão do parque fabril da NUCLEP para entregar equipamentos de elevada exigência técnica em escala industrial.
*Capacidade produtiva e entregas estratégicas*
A previsão é de 28 estacas torpedo entregues ao longo de 2026, destinadas aos campos de Revitalização de Marlim, Atapu, Sicar, Bacia de Campos, Roncador, Búzios, Sépia e IPB, contribuindo diretamente para a produção de milhares de barris de petróleo.
As entregas fazem parte de três contratos firmados entre 2023 e 2025, que totalizam 199 estacas-torpedo contratadas, das quais 68 já foram entregues, com vigência até 2028. Os números refletem a confiança da Petrobras na capacidade técnica, industrial e operacional da NUCLEP em um mercado marcado pela escassez de fornecedores qualificados.


Para Carlos Vinicius Amaral, gerente de Caldeiraria e Montagem, a retomada da fabricação mobiliza o chão de fábrica em torno de uma entrega industrial de alto grau de exigência operacional.
“A produção das estacas torpedo exige coordenação, precisão e disciplina operacional. Estamos com as equipes preparadas para cumprir prazos e padrões técnicos compatíveis com a criticidade desse projeto.”
*Expertise industrial aplicada ao offshore brasileiro*
As estacas-torpedo são estruturas fundamentais para a ancoragem de sistemas submarinos em águas profundas e ultra profundas. Fabricadas com rigor técnico e elevado padrão de qualidade, funcionam como âncoras de penetração por gravidade, utilizando massa, geometria hidrodinâmica e energia cinética para garantir a fixação segura de equipamentos no fundo marinho.
Para o diretor Comercial da NUCLEP, Nicola Mirto Neto, a produção em curso consolida a atuação da Companhia em projetos estruturantes do setor.
“Mais do que capacidade industrial, a Petrobras encontra na NUCLEP uma parceria estratégica baseada em confiança, previsibilidade e responsabilidade técnica. Em um cenário de escassez de fornecedores qualificados, a permanência desses contratos reflete a segurança operacional e a solidez institucional que a Companhia construiu ao longo dos anos.”
*Indústria em movimento, impacto no território*
Com o piso fabril operando intensamente, a fabricação de estacas torpedo gera impactos positivos diretos e indiretos, como manutenção e geração de empregos, qualificação de mão de obra especializada e estímulo à cadeia produtiva regional, com reflexos na indústria, no comércio e na economia local.
Segundo o presidente da NUCLEP, Adeilson Telles, a produção em curso reforça o papel da Companhia como ativo estratégico do Estado brasileiro.
“Colocar o piso fabril da NUCLEP em plena atividade é reafirmar o papel da indústria pesada nacional no desenvolvimento do país. A produção de estacas torpedo para a Petrobras demonstra nossa capacidade técnica, escala industrial e compromisso com projetos estruturantes para a segurança energética do Brasil.”
Com produção em ritmo acelerado e foco em entregas estratégicas, a NUCLEP reforça sua atuação como ativo industrial do Estado brasileiro, conectando engenharia pesada, geração de emprego e desenvolvimento econômico à segurança energética nacional.






















