COBERTURA ESPECIAL - Pandemic War - Inteligência

20 de Abril, 2020 - 01:40 ( Brasília )

Terrorismo Informacional - Grupo Globo e Folha em tempos de virus Chinês: 20 Regras aos jornalistas

Texto que circula na web e que o leitor pode checar item por item acompanhando os noticiários do Grupo Globo

Terrorismo Informacional - Grupo Globo e Folha  em tempos de virus Chinês: 20 Regras aos jornalistas


 

1 - Se o número de mortes no Brasil estiver baixo, dê destaque diário ao número de casos confirmados, pois eles são maiores (mesmo que depois as pessoas se curem).

2- Se ainda estiverem baixos, informe também os casos suspeitos (mesmo que depois eles não se confirmem). É vital assustar a população.

3 - Para reforçar, informe os internados em estado grave (mesmo que não se transformem em óbitos). Isso aumenta os números da tragédia.

4- Informe cada morte como se fosse uma tragédia incomum (mas nunca compare com as mortes diárias bem maiores, por dengue, gripe comum, acidentes de trânsito, homicídios, etc.)

5 - Divulgue sempre as mortes na Itália, mas nunca fale da Suiça, Áustria, Noruega, Israel, que estão próximos geograficamente, mas têm poucos óbitos.

6 – Nunca mencione os países do hemisfério sul, que têm perfil climático semelhante ao Brasil, e têm contagem baixa de mortes, como Austrália, África do Sul e Chile.

7 - Proibido terminantemente divulgar lista* dos países e seus respectivos números de óbitos, para que a população não tenha nunca uma visão real da situação.

* https://www.bbc.com/portuguese/internacional-51718755

8 - Se tiver que divulgar uma lista, que seja só a de número de casos confirmados, pois quem mais mede, mais vai achar (mesmo que isso não represente mortes).

9 - Evite falar que as mortes são basicamente de pessoas idosas e com doenças crônicas. As poucas mortes de pessoas jovens devem virar manchete.

10 - Não fale que as crianças são praticamente imunes ao coronavírus.

 

11- Arrume “especialistas” que reforcem o pânico. Médicos e epidemiologistas com visão contrária devem ser cortados, mesmo que seja durante as entrevistas.

12 - Divulgue ao máximo países que implantarem quarentena radical, mesmo que não haja estudos conclusivos de que ela funcione.

13 – Não apoie nenhum tipo de cura, como a hidroxicloroquina, pois isso dá esperança ao povo. Se falar de vacinas, dê destaque ao longo tempo que vai levar para estarem disponíveis.

14 - Se possível, evite falar das pessoas que perderam ou perderão seus empregos nos próximos anos. Falar de fome e desespero que muitos já estão passando está vetado.

15 - Empresários, grandes ou pequenos, não devem dar entrevistas, por motivos óbvios.

16 – Romantize a quarentena e o isolamento: mostre crianças brincando com os avós, pessoas cantando nas sacadas, artistas "sofrendo em suas casas, fazendo a sua parte".

17 - Repita, à exaustão, a frase "Fique em casa!" e JAMAIS toque no assunto de como sobreviver sem trabalhar.

18 - Ações autoritárias de governos estaduais, reprimindo policialmente e multando quem foge ao isolamento, merecem reportagem. Isso mantém o povo sob constante terror.

19 - Mostre artistas famosos contaminados pelo coronavírus. Isso tem forte apelo emocional e assusta a população mais pobre ("Se eles, ricos, pegaram, imagina eu").

20 - Divulgue os "benefícios ambientais" da quarentena: animais bonitinhos reaparecendo nas cidades, poluição diminuindo, trânsito melhorando (mas não mostre o caos econômico e social que está começando).

E A REGRA MAIS IMPORTANTE, que faz parte do objetivo principal: toda notícia negativa deve ser atribuída ou vinculada ao governo Bolsonaro – seja verdadeira ou não. Qualquer notícia positiva deve ser atribuída aos governos estaduais (SP e RJ principalmente) - seja verdadeira ou não.

LEMBRE-SE: A sobrevivência do nossos “Grupo” depende da falência do Governo mesmo que isto custe a falência do Brasil !


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