Seremos Vassalos ou Príncipes da nossa Própria TERRA?

As notas abaixo representam um duro pensar sobre a realidade atual.

SEREMOS VASSALOS OU PRÍNCIPES DA NOSSA PRÓPRIA TERRA?

Fiel Observador

A ordem mundial criada após 1945 ruiu. As regras evaporaram. O verniz diplomático caiu. O que voltou a mandar no planeta é alei brutal do mais forte. Quem tem poder militar — e, sobretudo, armas nucleares — dorme tranquilo. Adicionar capacidade econômica e acesso a fontes de energia, Quem não tem, ajoelha. O resto do mundo está sendo empurrado para a condição de vassalo, satélite obediente de potências internacionais.

A captura de Nicolás Maduro não foi um simples episódio policial-militar de “kids pretos”. Foi uma operação obscura, cercada de silêncios ensurdecedores. Tudo indica que só foi possível graças à traição interna, vinda do próprio núcleo político-militar que jurava lealdade eterna. Maduro poderia ter fugido. Rússia e Turquia estavam ao alcance. Não o fez. Por quê? Os indícios apontam para um acordo subterrâneo com Washington, cujos desdobramentos podem arrastar líderes latino-americanos para o abismo. As próximas semanas não serão apenas tensas — serão reveladoras.

As declarações de Donald Trump, frias e diretas, escancararam a verdade incômoda: democracia e narcotráfico são apenas slogans. O que realmente importa são os petrodólares. O objetivo é claro: transformar a Venezuela em uma colônia energética americana. No círculo mais próximo do poder em Washington, já se cochicha o impensável: a Venezuela como o 51º Estado dos EUA. Se isso se concretizar, o Brasil passará a ter fronteira terrestre direta com os Estados Unidos. Um choque geopolítico sem precedentes.

Diante do atual cenário, o Brasil não pode mais hesitar. Precisa agir agora. Explorar imediatamente o petróleo da Margem Oriental. Militarizar Fernando de Noronha com uma base permanente. Reforçar drasticamente os meios navais e aeronavais na região norte. Instalar bases aéreas com capacidade real de combate, não meras pistas simbólicas ao lado de pelotões especiais de fronteira.

Aviões que lutam contra aeronaves desarmadas do narcotráfico não servem para defender o espaço aéreo contra ameaças convencionais. O exército precisa de blindados de combate, drones armados para vigilância e ataque, unidades de guerra eletrônica e inteligência militar em Roraima. Presença se impõe com poder, não com discursos.

Um governo fantoche na Venezuela pode ser ainda mais perigoso para o Brasil do que era antes; e poderá provocar conflitos por procuração, criando ameaça e mais instabilidade em toda região.

A segurança nacional brasileira está em estado crítico de vulnerabilidade. Assim como mobilizamos recursos colossais durante a COVID, precisamos de uma mobilização nacional pela Defesa. A guerra não é mais um conceito distante — ela bate à nossa porta. A responsabilidade histórica recai sobre a classe política e, sobretudo, sobre o Comandante em Chefe das Forças Armadas, o presidente Luís Inácio Lula da Silva.

Não há mais tempo para devaneios, projetos eternos, programas que nunca entregam nada. Ou construímos poder militar agora, ou aceitaremos a tutela alheia amanhã. A alternativa é simples e cruel: defesa ou submissão.

O que vem depois?

2026 desponta como o marco inicial da Terceira Guerra Mundial. O regime iraniano está com os dias contados. Com os Estados Unidos controlando o petróleo da Venezuela e do Irã, a pressão sobre a China será inevitável — e Taiwan entra no olho do furacão. A Groenlândia será ocupada e anexada. A Rússia forçará o confronto direto com a Europa. O tabuleiro global já está montado. As peças começaram a se mover. (Ver declaração da primeira-nubustra da Dinamarca abaixo)

E o Brasil?

Onde o Brasil quer estar?
Soberano ou submisso? Príncipe ou vassalo?

A queda de Maduro ecoou como um trovão nas capitais latino-americanas e em especial no Planalto Central. O medo se espalhou. A pergunta corre em sussurros pelos corredores do poder: quem será o próximo?

Somente com Forças Armadas fortes, alianças confiáveis e parcerias estratégicas o Brasil poderá negociar de igual para igual, proteger seu território e garantir seus interesses nacionais.

O tempo acabou. A História não espera.


Declaração da Primeira-Ministra da Dinamarca

“Devo dizer isto muito claramente aos Estados Unidos:

Não faz absolutamente nenhum sentido falar em qualquer necessidade de os Estados Unidos anexarem a Groenlândia. Os Estados Unidos não têm base legal para anexar um dos três países do Reino da Dinamarca.

O Reino da Dinamarca — e, portanto, a Groenlândia — é membro da OTAN e, consequentemente, está coberto pela garantia de segurança coletiva da Aliança. Já existe um acordo de defesa entre o Reino da Dinamarca e os Estados Unidos que concede aos EUA amplo acesso à Groenlândia. Além disso, o Reino fez investimentos significativos em segurança no Ártico.

Portanto, exorto veementemente os Estados Unidos a cessarem suas ameaças contra um aliado historicamente próximo, e contra outro país e outro povo que declararam muito claramente que não estão à venda.”

Mette Frederiksen
Primeira-ministra da Dinamarca

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