COBERTURA ESPECIAL - Guerra Hibrida Brasil - Inteligência

21 de Julho, 2022 - 14:00 ( Brasília )

Comentário Gelio Fregapani - Cenários Sombrios (evolução)


Comentário Geopolítico

Cenários Sombrios (evolução)
(Acesse a primeira parte de Cenários Sombrios publicado
  em 16 JUN 2022 Link
)

 
Conflitos são motivados por divergências irredutíveis. Claro, se um não quer dois não brigam mas se um dos lados se recusa a lutar perderá se reagir. Pode chegar um momento que o agredido se sinta forçado a revidar e então desencadeia-se um conflito, que só terminará com a desistência de um dos lados ou com o esgotamento de ambos ou por imposição de uma terceira força superior ou ainda, em raros casos, pela solução da divergência que causou o conflito.

Bem, as divergências políticas, existentes em nosso País mesmo antes das eleições de 2018 vem se intensificando dia a dia; as agressões verbais da oposição tinham alguma resposta mas os duros ataques institucionais, principalmente  por parte do STF permaneciam sem reação à altura, apesar da população nas ruas autorizar explicitamente até mesmo a fechar a Suprema  Corte.

A medida em que se aproximam as eleições a fanática esquerda tenderá a ampliar a baderna desencadeando toda a força do mal, aproveitando o banditismo desenfreado que aproveitará do “glamour” do combate à injustiça social para saquear e destruir, devidamente apoiada pela parcela da grande finança internacional. Chegou o tempo de revidar os ataques do STF, os quais eram contidos até agora por decisão pessoal do Presidente, que tentava evitar o choque direto entre os poderes.

Como as multidões entusiasmadas que acompanham o candidato Bolsonaro  dão a convicção que a vitória dele será certa em caso de eleições limpas e mesmo se fraudulentas pois as fraudes gigantescas são difíceis de ocultar, a esquerda desesperada só vê uma possibilidade de virar o jogo: o STF declarar Bolsonaro inelegível por crime eleitoral. Qualquer pretexto vai servir.

Claro, isto não passaria em branco. Na medida em que se evidenciam as ilegalidades do STF e milhões de ousados motociclistas seguidos de outros milhões de eleitores virarão a mesa, apesar das centenas de seguranças regiamente pagos pelo STF por mais bem armados que sejam. Num cenário assim é fácil prever que correrá sangue.

E como se posicionaria o Exército?  – Provavelmente não tomará iniciativa a menos que haja grave desordem, mas tendo que intervir fará o que julgar melhor para o País. Os acontecimentos podem até nos remeter aos tempos de 1968 quando tivemos que conter o terrorismo a “manu militari”.

Paradoxalmente, este talvez seja o desejo das esquerdas para quem seria mais proveitoso o ser retirada de cena por uma intervenção militar do que ser escorraçada nas urnas. Lembremo-nos que como efeito colateral teríamos que enfrentar as pressões dos grupos financeiros internacionais que se aproveitarão de nossa desunião para tentar arrancar nossos recursos e a nos impedirem de progredir.

O cenário aventado acima, certamente o mais provável, pode não ser agradável, mas não é o pior. O outro cenário evidentemente é muito pior pois uma vitória de Lula daria legitimidade ao caos moral e financeiro, a abertura dos portões do inferno que poria, em casos mais extremos, aos campos de prisioneiros políticos e aos fuzilamentos em massa tão característicos de quando os comunistas assumem o poder e tem oposição ameaçadora. Felizmente este último cenário é bastante remoto, mas não é impossível de acontecer. É necessário manter a vigilância.

Pergunta: Pode um bandido ser candidato a Presidente da República? Como devería agir um Tribunal Superior Eleitoral?

Aguardemos os acontecimentos, confiantes na justiça, para o bem do nosso Brasil

Gelio Fregapani


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