COBERTURA ESPECIAL - Crise - Geopolítica

07 de Janeiro, 2020 - 10:50 ( Brasília )

EUA não têm planos de retirar militares do Iraque, diz secretário de Defesa


Os Estados Unidos não têm planos de se retirarem militarmente do Iraque, disse o secretário norte-americano de Defesa, Mark Esper, a repórteres no Pentágono nesta segunda-feira, após reportagem da Reuters e de outros veículos de imprensa sobre uma carta enviada pelas Forças Armadas norte-americanas sobre um retirada.

“Não há nenhuma decisão qualquer que seja de se deixar o Iraque”, disse Esper, quando indagado sobre a carta, acrescentando que não foram emitidos planos para preparar a retirada. “Não sei o que é essa carta... Estamos tentando descobrir de onde vem isso, o que é isso. Mas não houve nenhuma decisão de sair do Iraque. Ponto.” Esper disse que os EUA seguem comprometidos em combater o Estado Islâmico no Iraque, ao lado de seus aliados e parceiros.

Carta vazada ao Iraque é rascunho mal escrito, diz principal general dos EUA

Uma carta vazada das Forças Armadas dos Estados Unidos para o Iraque que criou nesta segunda-feira impressões de uma retirada iminente dos EUA era apenas um rascunho mal redigido de documento que visava apenas destacar o aumento do movimento dos militares, disse a jornalistas o principal general dos EUA.

“Mal escrita, implica retirada. Não é isso que está acontecendo”, disse a um grupo de repórteres o general do Exército dos EUA, Mark Milley, chefe do Estado-Maior, a um grupo de repórteres, enfatizando que não há planos de retirada.

Membros da Otan apoiam EUA sobre morte de comandante iraniano, diz Stoltenberg




O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, disse nesta segunda-feira que todos os membros da aliança militar do Atlântico apoiam os Estados Unidos no Oriente Médio, depois que um ataque aéreo norte-americano matou o comandante militar iraniano Qassem Soleimani.

Falando após uma rara reunião da Otan sobre o Irã e o Iraque, na qual os Estados Unidos informaram seus aliados sobre o ataque de drone realizado na sexta-feira, Stoltenberg também pediu uma diminuição das tensões, ecoando declarações de alguns líderes europeus.

“Estamos unidos em condenar o apoio do Irã a uma variedade de diferentes grupos terroristas”, disse Stoltenberg. “Na reunião de hoje, os aliados pediram contenção e redução da tensão. Um novo conflito não seria do interesse de ninguém. Portanto, o Irã deve se abster de mais violência e provocações”.



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