COBERTURA ESPECIAL - Aviação do Exército - Terrestre

19 de Junho, 2020 - 14:50 ( Brasília )

Adestramento conjunto da Companhia de Precursores Pára-quedista e da Aviação do Exército no Vale do Paraíba


Entre os dias 8 e 11 de junho, militares da Companhia de Precursores Pára-quedista (Cia Prec Pqdt) realizaram um treinamento conjunto com o 2º Batalhão de Aviação do Exército (2ºBAvEx). O grupo de 50 militares realizou prática de salto livre a partir dos helicópteros modelos HM-1 Pantera K2 e HM-3 Cougar.

Os saltos foram executados em uma altitude de 12.000 mil pés, em áreas do Forte Ricardo Kirk e em pontos de adestramento no Vale do Paraíba. Os treinos ocorreram com uma progressão diária dos saltos. Inicialmente, os militares saltaram apenas carregando o paraquedas e foram aumentando a carga de materiais e dos equipamentos até chegarem no salto operacional: armado e equipado.

As atividades aconteceram tanto durante o dia quanto à noite, com o auxilio de Óculos de Visão Noturna (OVN) usados pelos paraquedistas e pela tripulação das aeronaves. Rotineiramente, os paraquedistas saltam de aeronaves de asa fixa, porém, nesses treinamentos, eles podem praticar o salto partindo das aeronaves de asas rotativas.

De acordo com o Capitão Alex Santos, os princípios básicos para o salto executado pelos militares em aviões ou helicópteros são os mesmos, o que muda é a cadência, devido à diferença de velocidade de um tipo de aeronave para a outra.

”As aeronaves de asa fixa são mais rápidas, por isso a cadência do salto é diferente da que precisamos ter aqui nas aeronaves de asas rotativas. Por essa razão, o treinamento conjunto é muito importante para que a gente possa manter o preparo dos saltadores e a eficiência e precisão nas missões”, explicou o paraquedista.


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