Executado pelo Esquadrão Corsário (2º/2º GT), voo direto entre as capitais Nova Deli e Brasília durou 18h45
Por Esquadrão Corsário (2º/2º GT).
A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Segundo Esquadrão do Segundo Grupo de Transporte (2º/2º GT) – Esquadrão Corsário, sediado na Base Aérea do Galeão (BAGL), realizou o voo mais longo de sua história no último domingo (15/02). A aeronave partiu de Nova Deli, às 11h10 (horário local), com destino a Brasília (DF), em um voo direto, que totalizou 18 horas e 45 minutos de duração. O retorno ao Brasil se deu pelo fim da missão de apoio ao Escalão Avançado (ESCAV) da Presidência da República (PR) na Tunísia e na Índia.
O trajeto incluiu a travessia do Mar Arábico, ingresso no continente africano pela região do Chifre da África e posterior cruzamento do Oceano Atlântico até o território brasileiro. A aeronave ingressou no espaço aéreo nacional pela região Sudeste, prosseguindo até a capital federal.
A operação caracterizou-se pela complexidade inerente a missões intercontinentais de grande alcance, exigindo planejamento detalhado, acompanhamento permanente dos parâmetros de desempenho da aeronave e criteriosa gestão de combustível ao longo de toda a rota.



Recorde anterior
Embora já figure entre os voos mais longos realizados pela Aviação de Transporte, a missão supera uma marca histórica recentemente alcançada pelo próprio Esquadrão Corsário. Em outubro de 2025, o 2º/2º GT havia registrado recorde do voo mais longo já realizado pela Força Aérea Brasileira durante deslocamento intercontinental sem escalas de 18 horas e 30 minutos, consolidando – até então – um novo patamar operacional para a Aviação de Transporte da FAB.
Para o Chefe da Seção de Operações do Esquadrão Corsário, Major Aviador Willian Matos dos Santos, a recorrência de operações dessa magnitude evidencia a maturidade operacional da Unidade e a consolidação de sua capacidade de executar voos de longa duração com elevados padrões de segurança e eficiência.
“Cada missão de longo curso representa a validação do preparo técnico da tripulação e da estrutura de apoio do Esquadrão. Desde o recorde estabelecido no ano passado, temos demonstrado que nossa capacidade operacional é resultado de planejamento consistente, treinamento contínuo e integração entre todos os setores envolvidos. Participar de operações dessa natureza é motivo de grande orgulho profissional”, afirmou o Major Aviador.
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