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Exclusivo Defesa @ Net

O Esquadrão Anhangüera

Hélio Higuchi
Alfredo Andre Tassara
Paulo Roberto Bastos Jr.

O Anhangüera foi um esquadrão emblemático do Exército Brasileiro, o seu extenso curriculum não se resume apenas como uma unidade de Cavalaria Mecanizada do Estado de São Paulo, pois desde a suas origens esteve presente em inúmeros acontecimentos da história brasileira.

Antecedentes

Podemos considerar como origem do Esquadrão Anhangüera o 9° Regimento de Cavalaria Ligeiro, sediado em Outro Preto - MG, criado pelo Imperador D. Pedro II, em 18 de agosto de 1888, onde no ano seguinte a sua denominação foi alterada para 9° Regimento de Cavalaria. Em 1894, no regime do Presidente Prudente de Moraes, é transferido para o Rio de Janeiro, e quatro anos mais tarde, é criado o 13° Regimento de Cavalaria, constituído inicialmente com o 1° e o 2° Esquadrões originários do 9° Regimento de Cavalaria.

Em 1919 a denominação do 13° Regimento de Cavalaria é alterada para 2° Regimento de Cavalaria Divisionária (2° R.C.D.), e transferido para a cidade de Pirassununga, Estado de São Paulo. Em 1929 o 2º R.C.D. é desmembrado, nascendo assim o 4º Esquadrão, e novamente transferido, desta vez para a área Quitaúna-SP, hoje, município de Osasco da Grande São Paulo.

A necessidade de ter uma unidade de Cavalaria nas cercanias de São Paulo, em virtude das turbulências políticas do país, foi o motivo de tal desmembramento.

Em 1930 o país foi palco uma revolução culminada por diversos fatores dentre os quais podemos citar:

" A vitória do paulista Julio Prestes na eleição Presidência da República rompendo o acordo da "política do café-com-leite", gerando insatisfação principalmente do governo mineiro;
" A bancarrota dos barões do café, em virtude da quebra da bolsa de valores dos Estados Unidos em 1929;
" O veto do Presidente Washington Luís na segunda metade da década de 20 a anistia aos revoltosos da coluna Prestes.

Durante a Revolução de 1930, o 4° Esquadrão foi acionado com a finalidade de manter a ordem ficando acantonado no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo. Tanto o 2° R.C.D. como o 4° Esquadrão figuram entre as unidades que defenderam as forças legais.

Foi na Revolução Constitucionalista de 1932 que o 4º/2º R.C.D. combateu ao lado dos paulistas, com intensas atividades. Lutando lado a lado com voluntários civis paulistas, o 4° Esquadrão teve importante papel, uma vez que a tropa hipomóvel se mostrava altamente flexível, passando de uma posição a outra, vencendo obstáculos com velocidade. O 4°/2° R.C.D. realizou uma série de ações, tanto na linha de frente como na retaguarda, serviu como tropa de reserva e também agiu nos flancos como tropa de cobertura para outras unidades, principalmente quando as tropas constitucionalistas começaram a recuar. Ao longo do conflito, seguiu de Taubaté para Lorena visando reforçar a retaguarda das áreas conquistas pelos constitucionalistas.

Em meados de julho, o 4° Esquadrão se posicionou em Piquete, para marchar sobre a Serra da Mantiqueira para fazer frente às tropas governistas que vinham de Itajubá. Logo depois recebem a missão de ocupar o posto avançado de Eugênio Pessoa (RJ), visando a defesa da Ponte de Salto para passagem do trem blindado e outras comunicações ferroviárias. Com o avanço das tropas governamentais em agosto, junto com duas companhias do 5° B.C., se posicionaram em Pinheiros onde rechaçaram ataques inimigos com sucesso. A partir de 25 de agosto, o 4°/2° R.C.D. passou a atuar na defensiva. A superioridade numérica do inimigo não mostrava alternativa. A última grande ação foi a de dar cobertura para as unidades em ordem de evacuação.

Já 1935 tivemos a Intentona Comunista, tendo como foco principal os Estados do Rio Grande do Norte, Pernambuco e Rio de Janeiro. Apesar disto, o 4º/2º R.C.D., assim como outras unidades do Exército, estiveram em prontidão, pois guarnecia São Paulo, o centro econômico da nação.

A Cavalaria Hipomóvel passa a ser Mecanizada

A 2ª Guerra Mundial trouxe importantes conceitos de combate, dentre elas a importância da cavalaria mecanizada, instrumento primordial para ponta de lança e apoio de tropas da infantaria.

O engajamento do Brasil no lado dos Aliados possibilitou receber uma grande quantidade de equipamentos militares modernos através do "Lend-Lease Act". Além disto, terminado o conflito mundial, em vista da disponibilidade de equipamentos excedentes de guerra a preços a reduzidos, o Brasil adquiriu equipamento adicional em condições muito vantajosas.

Dentro da nova doutrina de uma cavalaria mecanizada, em janeiro de 1947 o 4º/2º R.C.D. passa a ser uma unidade de reconhecimento mecanizado recebendo os primeiros veículos. Segundo os boletins internos da unidade, recebeu o seguinte equipamento:

" 8 Carros de Combate Leve M-3A1 Stuart (matrículas EB11-600, 601, 602, 603, 610, 612, 613 e 614);
" 2 Viaturas de Transporte Não Especializado 4x4 3/4 ton. Jeep Ford GPW (matrículas EB21-1050 e 5658);
" 4 Viaturas de Transporte Não Especializado 4x4 3/4 ton. Jeep Willys (matrículas EB21-089, 240, 243 e 245);
" 6 Viaturas de Transporte Não Especializado 4x4 3/4 ton. Jeep Willys C2JA (matrículas EB21-7417, 7418, 7420, 7421, 7490, 7491);
" 4 Viaturas de Transporte Não Especializado 4x4 3/4 ton. Jeep Willys MB (matrículas EB21-1116, 7772, 7773, 7774);
" 1 Viatura ½ ton. 4x2 (Matrícula EB21-3540);
" 7 Viaturas Reboque Não Especializado ½ ton (matrículas EB40-1176, 1177, 1178, 1182, 1186, 1187, 1188.

A experiência bem sucedida na participação na 2ª Guerra Mundial com o 1º Esquadrão de Reconhecimento Mecanizado equipado com blindados sobre rodas 6x6 e de veículos meia-lagarta na Itália, influenciou na aquisição de um lote adicional de blindados sobre rodas 6x6 M-8 Greyhound e M-20, além de veículos meia-lagarta M-2, M-2A1, M-3, M-3A1 e M-5.

Pelo "Lend-Lease Act" o Brasil recebeu 20 blindados 6x6 M-8 Greyhound, 8 meia-lagartas M-2 e 3 M-3A1. Destes 15 M-8 e 5 meia-lagarta foram recebidos diretamente na Itália, e muitos deles retornaram ao país após o fim das hostilidades. Podemos fazer a distinção dos M-8 antigos com os M-8 recebidos no pós-guerra pelas seguintes diferenças:

" A adição nos modelos mais novos, de um estojo de ferramentas na lateral do veículo, entre o primeiro e o segundo eixo, no lugar onde era antes o rack para as minas terrestres usados nos modelos utilizados na Itália.

" Os modelos que combateram na Itália eram equipados para receberem uma metralhadora antiaérea Browning .50 fixados por um reparo na parte posterior da torre, porém os 2 modelos utilizaram em seu lugar uma metralhadora .30. Embora as duas armas fossem facilmente intercambiáveis, podemos até hoje notar esta diferença em muitos veículos preservados, pela presença de um clip que prendia o cano da metralhadora .50 na parte anterior da torre no modelo mais antigo.

A introdução em numero significativo do M-8, M-20 e meia-lagarta viabilizou equipar várias unidades com equipamentos característicos de missões de reconhecimento.

O 4º/2º R.C.D. foi um deles, e no final de 1947, 6 dos 8 blindados leves M-3A1 Stuart (Matrículas EB-11 600, 601, 603, 610, 613 e 614) foram descarregados e transferidos para a 7ª Região Militar passando a ficar baseados no Forte de 5 Pontas em Recife-PE. Em seu lugar recebem 8 blindados sobre rodas M-8, um M-20, e 5 meia-lagarta M-2A1.

Segundo os boletins internos da unidade, os veículos são os seguintes:

" 8 Carros Blindado de Reconhecimento Sobre Rodas 6x6 M-8 Greyhound (matrículas EB10-255, 256, 257, 258, 259, 260, 261, e 262);
" 1 Carro Blindado de Comando Sobre Rodas 6x6 M-20 (matrícula EB10-301*);
" 5 Carros Blindado de Transporte de Pessoal meia-lagarta M-2A1 (matrículas EB10-250, 251, 252, 253, 254).

* O M-20 possuía uma matrícula não convencional EB10-M20 até a segunda metade da década de 50 quando foi substituída pela matricula EB10-301.

Nasce o Esquadrão Anhangüera

Após o recebimento dos veículos, o 4º/2º R.C.D. passa a se denominar 2º Esquadrão de Reconhecimento Mecanizado, mais conhecido como 2º Rec. Mec.

Em 15 de janeiro de 1954, através decreto nº 34.946 sancionado pelo Presidente Getulio Vargas, o 2º Rec. Mec. recebe o nome de Esquadrão Anhangüera. Inspiradas nas Bandeiras Paulistas foi homenageado o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva conhecido como Anhangüera, que na língua tupi-guarani significa Diabo Velho.

Como distintivo do esquadrão, foi adotado a figura de um demônio com barba branca, empunhando um facho aceso, numa alusão a façanha do bandeirante que atemorizou os indígenas da tribo Goiá, ameaçando incendiar as fontes de água caso não revelassem as jazidas de ouro em Serra Dourada - Goiás. Para tanto, ele pôs fogo em aguardente, fazendo com que os índios achassem que ele poderia por fogo na água.

O Esquadrão Anhangüera ficou sediado na cidade de São Paulo, no bairro do Paraíso. Sempre participou nas mais importantes manobras militares do Estado, assim como integrante de destaque nos desfiles do 7 de Setembro na cidade de São Paulo, se apresentando com M-8, M-20 e meia-lagartas, ostentando o brasão do Anhangüera pintados em suas laterais. Nos anos 60 o Esquadrão Anhangüera recebe mais veículos, entre eles pelo menos mais dois carros de combate M-3A1 Stuart (matrículas EB11-489 e 491).

São Paulo por ser um importante Estado agro/industrial e financeiro, foi palco de inúmeras manifestações, greves e guerrilhas urbanas. A ausência de unidades especializadas para situações como estas, obrigava o Exército a atuar de forma ostensiva com a missão de garantir a ordem.

O Esquadrão Anhangüera, em virtude de estar sediado na capital do Estado, foi acionado diversas vezes para realizar estas missões que embora menos gratificantes, foram de suma importância. Dentre elas podemos destacar:

" A greve da Cobrasma (Companhia Brasileira de Materiais Ferroviários), em 1957, no município de Osasco;
" Durante a Marcha da Produção em 1958 na região de Jundiaí;
" A greve do Corpo de Bombeiros em 1961 da cidade de São Paulo;
" Na garantia da decisão judicial na sindicalização dos "bagrinhos" pelo Sindicato de Estivadores de Santos, em 1963;
" Guarnecendo o município de Queluz em 31/03/64, durante a Revolução de 64;
" Apoio à intervenção aos alojamentos de estudantes da USP na cidade universitária em 1968;
" Utilização da sua sede para as primeiras missões da Operação Bandeirante em 1968, e,
" Participação da ocupação da estratégica fábrica de armas e cartuchos CBC durante a greve dos metalúrgicos em 1985.

As suas ações, porém não se restringiram somente em missões para garantir a ordem. Em 1974, o Esquadrão Anhangüera foi acionado para auxiliar no resgate das vítimas de um dos piores incêndios já ocorridos na cidade de São Paulo: o do Edifício Joelma, com 179 vítimas fatais.

Participou também em inúmeras manobras militares, destacando a de dezembro de 1964 em Pindamonhangaba-SP, envolvendo 8 mil homens ,com a supervisão direta do então comandante do II Exército General Amauri Kruel e do General Costa Braga.

No final dos anos 60, era inevitável a obsolescência dos veículos militares recebidos na década de 40. A não disponibilidade de substitutos a preços acessíveis obrigou o Exército a procurar alternativas visando a revitalização e modernização da frota. Uma das prioridades foi a substituição de velhos motores à gasolina, pois seu consumo era incompatível com o alto preço vigente, ocasionado pelas guerras no Oriente Médio, e pelo surgimento de um cartel de países produtores de petróleo.

Uma das primeiras tentativas de modernização se deu com um blindado M-8, e um meia-lagarta M-2, ambos realizados no Parque Regional de Moto-mecanização (PqRMM/2) em São Paulo. Os veículos cedidos para experimentos pertenciam ao Esquadrão Anhangüera. Após as devidas modificações e homologação, toda frota de M-8, M-20 e M-2A1 do Esquadrão foram revitalizados.

Em 11 de fevereiro de 1971 sua denominação foi alterada para 1º Esquadrão do 5° Regimento de Cavalaria Mecanizado (1°/5° R. C. Mec.). Durante este período, o Anhangüera operou temporariamente, ao menos, dois blindados M-113 em substituição aos meia-lagartas M-2A1, sendo que estes constantemente realizavam manobras na Represa Billings, na cidade de São Paulo.

Em janeiro de 1979, sua denominação é novamente alterada, desta vez para 11° Esquadrão de Cavalaria Mecanizado.

Com o desenvolvimento da indústria nacional de blindados o Esquadrão Anhangüera, também se modernizou. No dia 28 de julho de 1986, numa cerimônia que contou com a presença do então Ministro do Exército, General Leônidas Pires Gonçalves, foram aposentados oficialmente os últimos veículos M-8 da unidade substituindo-os por EE-9 Cascavel e EE-11 Urutu da ENGESA.

Em julho de 1995, o Esquadrão Anhangüera foi novamente transferido, de volta para a cidade de Pirassununga-SP.

Em 2005, diante de uma reformulação nas unidades do Exército Brasileiro o Esquadrão Anhangüera é oficialmente extinto, sendo absorvido pelo 13° Regimento de Cavalaria Mecanizada (13º R. C. Mec.), com sede em Pirassununga-SP.

Durante a sua existência a unidade recebeu as seguintes condecorações:

" 23/05/1963 - Medalha de Mérito Tamandaré pela Marinha do Brasil;
" 09/07/1963 - Medalha da Constituição do movimento Constitucionalista de 1932 pela Assembléia Legislativa de São Paulo;
" 09/07/1983 - Medalha do Cinqüentenário outorgado pela Assembléia Legislativa de são Paulo como reconhecimento de sua participação na Revolução de 1932;
" 11/10/1992 - Medalha comemorativa do 1º Centenário do Regimento de Cavalaria 9 de Julho pelo Comandante Geral da Polícia Militar;
" 04/04/2000 - Ordem do Mérito militar pelo Presidente da República.

Quem sabe um dia o Exército Brasileiro reconheça a importância de preservar o nome destas unidades históricas e renasça novamente o Esquadrão Anhangüera, cujo atual herdeiro legítimo das tradições do Anhangüera, o 13º R.C. Mec, procura manter viva a chama do nome "Diabo Velho".

É de se lamentar que uma unidade tradicional como Esquadrão Anhangüera tenha sido extinto. Recentemente foi noticiado que mais uma mítica unidade, o Esquadrão Paiva Chaves, que esteve recentemente junto às forças de Paz do Haiti, também será extinto. Nações como a Inglaterra e Estados Unidos valorizam muito as tradições, preservando o nome da unidade e sua heráldica por séculos, marcando a sua presença em diversas batalhas históricas nos mais diversos cantos do planeta.

Agradecimentos

Os autores agradecem às pessoas abaixo citadas pela paciência e atenção com que nos ajudaram a tornar possível este artigo:

" Cel. Ricardo Herce Aizcorbe, da Divisão de Apoio Operacional do II Comando Militar do Sudeste, em São Paulo-SP;
" Cel. Rafael Roberto Gomide, do II Comando Militar do Sudeste, em São Paulo-SP;
" Cel. Antonio César Castro De Sordi - Diretor do AGSP em Barueri-SP;
" Ten.Cel.Paulo Antonio Brignol Pacheco - Comandante do 13º RCMec. Em Pirassununga-SP;
" Ten. Cel. Carlos Fabrizio de Giovanini - AGSP em Barueri-SP;
" Capt. Sergio Rodrigues Gonzalez - QAO de Material Bélico do AGSP em Barueri-SP;
" Capt. Guilherme Eduardo da Cunha Barbosa - Engenheiro Militar do AGSP em Barueri-SP;
" Prof. Jorge Devitte - Historiador e professor - Pirassununga-SP;
" Paulo Cid Fellows - Pesquisador de assuntos militares - Rio de Janeiro-RJ;
" Antonio Gallucci - Ex-militar do 1º/5º R C Mec em 1977 - Paulínia-SP.

Bibliografia

DEVITTE, Jorge. História do Esquadrão Anhangüera. Pirassununga/SP: Palestra realizada em 23/02/2005 no 11º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado.

ELLIS, Chris; CHAMBERLAIN, Peter. American Armoured Cars 1940-1945. London: Almarks Publications, 1969;

MESKO, Jim. U.S. Armored Cars in Action. Carrollton, USA: Squadron/Signal Publications, 1998.

____________. M3 Half-Track Cars in Action. Carrollton, USA: Squadron/Signal Publications, 1996.

EXÉRCITO BRASILEIRO. Boletins Internos do 2º Esqd. Rec. Mec. Vários anos.

______________________. Boletins Internos do 11º Esqd. C. Mec. Vários anos.


Revista Fatos e Fotos. Dezembro de 1964.

   
   
 

Fotografias
   
 

  Foto 1 - Blindado M-8
Greyhound (matrícula
EB11-258) durante
intervenção na greve da Cobrasma em 1957.
Podemos notar 3 etnias diferentes entre os componentes, fato comum
de unidades de São Paulo.
Foto: Revista "O Cruzeiro".
   
 
 

Foto 2 - O Esquadrão Anhangüera com veículos
M-20, M-8 e jipes escolta
o Presidente da Republica
da Itália Giovanni Gronchi
em 1958 durante visita
oficial à São Paulo.
Foto: Revista "O Cruzeiro".

   
 
 

Foto 3 - Blindados M-8 no
Vale do Anhangabaú na
cidade de São Paulo,
durante a greve do corpo de Bombeiros em 1961.
Foto Revista "Manchete"
via Paulo Cid Fellows.

   
 
  Foto 4 - Gen. Amauri Kruel
comandante da II Região
Militar inspeciona o
Esquadrão Anhanguera
durante manobras em Pindamonhangaba-SP, dezembro de 1964.
Foto: revista "Fatos & Fotos" via Paulo Cid Fellows.
   
 
 

Foto 5 - Blindado M-20
(EB11-301) transportado
sobre o Rio Paraíba durante
as manobras em Pindamonhangaba-SP, dezembro de 1964.
Foto: Revista "Fatos & Fotos" via Paulo Cid Fellows.

   
 
 

Foto 6 - O Esquadrão
Anhangüera, em prontidão
02/04/64.
Foto: Arquivo AGEstado.

   
 
  Foto 7 - Blindados M-8
Greyhound em 07/09/65.
Enquanto esteve sediado
na cidade de São Paulo,
os blindados do Esquadrão Anhangüera sempre tiveram presença garantida em
desfiles cívicos.
Foto: Otmar Paraschin ("Caxias").
   
 
 

Foto 8 - Meia Lagarta M-2A1
em desfile no Vale do
Anhangabaú em São Paulo,
em 07/09/65.
Foto: Otmar Paraschin ("Caxias").

   
 
 

Foto 9 - Meia Lagarta M-2A1
em desfile na Av. São João - São Paulo em 07/09/74
Foto: Cap. Sergio Rodrigues Gonzalez.

   
 
 

Foto 10 - O único Blindado
M-20 do Esquadrão
Anhangüera (matrícula
EB11-301) desfilando na
Avenida São João-São Paulo,
em 07/09/74. Para proteger
melhor o comandante do
esquadrão (era o veículo de
comando) foi instalado uma
placa metálica, bem como
uma nova sirene na parte
frontal do veículo.
Foto: Cap Sergio Rodrigues Gonzalez.

   
 
  Foto 11 - O mesmo blindado
M-20 desfilando na Avenida
Tiradentes - São Paulo, em
07/09/79. Nesta época, a
chapa de proteção frontal
tinha sido retirada e instalado
para-brisas.
Foto: Cap.Sergio Rodrigues Gonzalez.
   
 
 

Foto 12 - Jeep CJ5B armado
com metralhadora .30
fotografado dentro do
quartel do Anhangüera,
em 1977.
Foto: Coleção Antonio Gallucci

   
 
  Foto 13- Blindado M-8 (matrícula EB10- 255) remotorizado e modernizado
no quartel do Anhangüera,
em 1977. Nota-se que este modelo foi modernizado pela presença de um trilho em
volta da torre.
Foto: Coleção Antonio Galucci
   
 
  Foto14 - Blindado M-113
(matrícula EB10-510) do
Anhanguera na represa
Billings -São Paulo, em 1977.
Foto: Coleção Antonio Galucci
   
 
  Foto15 - Este Engesa EE-9 Cascavel (EB25147), agora pertence ao 13º RCMec de Pirassununga-SP.
Foto: Alfredo André Tassara.
   
 
  Foto 16 - O comandante do
13º Reg. C Mec, Ten. Cel. Paulo Antonio Brignol Pacheco e o Prof. Devitti ostentam o estandarte do extinto Esquadrão Anhanguera. Urge
recriar esta emblemática
unidade.
Foto: Hélio Higuchi.
   
  Ilustrações
   
 
  Ilustração 01
Veículos do Esquadrão
Anhangüera
(acima) Blindado M-8
Greyhound 6x6 matrícula
EB10-255, em 1961
(abaixo) Blindado M-20
6x6 matrícula EB10-301,
em 1964
Pesquisa: Hélio Higuchi
Ilustração: Ulisses Castanhera Monteiro
 
 
 

Ilustração 02
Veículos do Esquadrão
Anhangüera
(acima) Carro de Combate
Leve M-3A1 Stuart
matrícula EB11-489
em 1964
(abaixo) Meia Lagarta
M-2A1 matrícula EB10-251,
em 1965
Pesquisa: Hélio Higuchi
Ilustração : Ulisses Castanhera Monteiro

   

 

 

 

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