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Análise
EADS e Dassault
Aviation saem da Embraer
Prospecto Preliminar
de Distribuição Pública Secundária
de Ações Ordinárias de Emissão
da Embraer
Documento Enviado à CVM -
24 Janeiro 2007
Texto
na íntegra da Página 124
Aliança Estratégica
com o Grupo Europeu Aeroespacial e de Defesa
Em 5 de novembro
de 1999, um grupo formado pela Aerospatiale Matra,
atualmente conhecida como European Aeronautic, Defence
and Space Company N.V., ou EADS, Dassault Aviation,
Thomson-CSF, atualmente conhecida pelo nome ThalesTM
e a Société Nationale d.Étude
et de Construction de Moteurs d.Aviation, ou Safran,
às quais nos referimos coletivamente como
o Grupo Europeu, adquiriram, como um grupo, 20%
das Ações em circulação
da Companhia, sendo a maioria dessas ações
adquiridas dos antigos acionistas controladores.
Considerando que os membros do Grupo Europeu eram,
na época, considerados pelos nossos antigos
acionistas controladores como sócios estratégicos,
foi-lhes concedido o direito de, como um grupo,
nomear 2 membros do Conselho de Administração.
No entanto, devido à rescisão do acordo
de acionistas entre nossos antigos acionistas controladores,
em razão da Reorganização Societária,
o Grupo Europeu perdeu direito de nomear membros
para o Conselho de Administração.
Além disso, de acordo com a legislação
brasileira, o Grupo Europeu não é
mais reconhecido como um grupo para fins de voto,
nem considerado como nosso acionista estratégico.
Em 30 de setembro de 2006, cada membro do Grupo
Europeu detinha ações representantes
de 2,1% do capital social, com exceção
feita à Safran que detinha ações
que representavam 1,1% do capital social e à
ThalesTM que vendeu, naquele mês, na BOVESPA
a sua posição de ações
que totalizava 2,1% de nosso capital social.
A aliança com o Grupo Europeu resultou no
consórcio com a EADS para adquirir uma participação
de 65% na OGMA, a integração dos sistemas
de missão e equipamentos eletrônicos
da ThalesTM em algumas de
aeronaves EMB 145 AEW&C , e também em
transações comerciais para a compra
pela Companhia de certos equipamentos e serviços
no curso ordinário dos negócios.
É nossa intenção revisar oportunidades
de crescimento estratégico, que podem incluir
joint ventures e aquisições, e outras
operações estratégicas, e fortalecer
o relacionamento atual com os participantes da indústria
aeroespacial, inclusive quaisquer dos membros do
Grupo Europeu.
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