COBERTURA ESPECIAL - Venezuela - Geopolítica

26 de Junho, 2019 - 15:00 ( Brasília )

Rússia diz que avião levou especialistas militares para rotação na Venezuela, segundo Tass


O Ministério das Relações Exteriores da Rússia informou nesta quarta-feira que o avião da Força Aérea da Rússia que chegou à Venezuela nesta semana levou uma equipe de especialistas militares para uma rotação, mas que o número deles no país sul-americano não aumentou, informou a agência de notícias Tass.

O avião pousou na segunda-feira no principal aeroporto da Venezuela, de acordo com uma testemunha da Reuters e um site que monitora os movimentos dos aviões, três meses depois de uma chegada semelhante ter exacerbado as tensões entre Estados Unidos e Rússia.

Manutenção de equipamentos, segundo Ifax

Um avião da Força Aérea da Rússia que aterrissou na Venezuela está no país sul-americano para trabalhos de manutenção em equipamento militar russo em solo venezuelano, disse o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, na terça-feira, segundo a agência de notícias Interfax.

O avião pousou na segunda-feira no principal aeroporto da Venezuela, de acordo com uma testemunha da Reuters e um site que monitora os movimentos de aviões, três meses depois de uma chegada semelhante ter exacerbado as tensões entre Estados Unidos e Rússia.

“De todos os pontos de vista, essa cooperação é transparente”, disse Ryabkov, segundo a Interfax. “Não tem nenhum elemento de desestabilização da região ou qualquer outra situação.”

Em março, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cobrou que a Rússia retirasse todas as tropas da Venezuela, enquanto o Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que os aviões que aterrissaram na época carregavam apenas especialistas que estavam firmando contratos de venda de armas.

A Rússia apoia o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, enquanto os Estados Unidos e a maioria dos outros países ocidentais apoiam o líder da oposição, Juan Guaidó. Em janeiro, Guaido invocou a Constituição para assumir a Presidência interina da Venezuela, argumentando que a reeleição de Maduro em 2018 foi ilegítima.


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