COBERTURA ESPECIAL - TOA - Terrestre

02 de Junho, 2017 - 12:00 ( Brasília )

Coronel “Teixeirão” e o Dia do Guerreiro de Selva


No dia 1º de junho, o Exército Brasileiro comemora o Dia do Guerreiro de Selva, em homenagem ao nascimento do Coronel de Artilharia Jorge Teixeira de Oliveira, mais conhecido como “Teixeirão” (1921-1987).

O gaúcho apaixonado pela Amazônia fez história ao ser o primeiro comandante, ainda como major, do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), de 1964 a 1971, participando do planejamento e implantação da Unidade.



A determinação e o amor pela Amazônia fizeram com que pioneiros, como o coronel Teixeirão, trabalhassem dia e noite para criar toda a estrutura física e organizacional do CIGS, assim como toda a mística que envolve o Guerreiro de Selva.

O Coronel Teixeira também foi o idealizador e o primeiro comandante do Colégio Militar de Manaus, no início da década de 1970, onde ficou até passar para a reserva. Mas a passagem para a reserva não significou a inatividade.

Em 1974, foi nomeado, pelo Presidente da República Ernesto Geisel, Prefeito da cidade de Manaus (1974 – 1979). Logo em seguida, foi nomeado Governador do Território Federal de Rondônia e o primeiro Governador do Estado de Rondônia até 1985. Sua passagem política deixou um grande legado desenvolvimentista para Manaus e o Estado de Rondônia.

Casado e pai de dois filhos, o Coronel Teixeira faleceu, em janeiro de 1987, na cidade do Rio de Janeiro.

Nada mais oportuno que lembramos os 96 anos do nascimento do Coronel “Teixeirão” e saudar os bravos Guerreiros de Selva que, assim como o pioneiro do curso, amam e defendem a Amazônia brasileira com dignidade e fé na missão. SELVA!

O Brado: “Selva!”

A criação do brado de “Selva” também é atribuída ao Cel Teixeira. Conta-se que, na época de sua criação, mais especificamente em seus primeiros dias, o CIGS não dispunha de ficha de serviço de viatura, o que levava a sentinela a perguntar o destino das viaturas que saiam do quartel.



Quase sempre recebia uma resposta apressada e precisa: “Selva!”. Era esse o destino. A resposta curta, tão repetida, fez-se saudação espontânea e vibrante, alastrou-se, expandiu o seu significado, ecoou por toda a Amazônia contagiando a todos com o mesmo ideal.



Fotos: Assessoria de Comunicação EB


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