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25 de Novembro, 2015 - 10:30 ( Brasília )

Exército brasileiro revisa planejamento estratégico de segurança da UHE Jirau


Jornal Rondonia Vip


Considerada área de Segurança Nacional, a Usina constantemente recebe o Exército para operações de monitoramento.

Representantes do 6º Batalhão de Infantaria de Selva (6º BIS), sediado em Guajará- Mirim, município de Rondônia localizado na fronteira com a Bolívia, estiveram na Usina Hidrelétrica Jirau durante os dias 10 e 11 deste mês. O objetivo dos militares foi a realização de estudos para revisão do planejamento estratégico de vigilância e ocupação da Usina.

Desde que começou a gerar energia elétrica, Jirau é considerada área de segurança nacional, razão pela qual o Exército desenvolve constantes operações de patrulhamento em toda a sua extensão territorial e entorno.

O primeiro planejamento de vigilância e defesa foi realizado em 2013. A partir dos estudos, em 2014, o Exército ocupou por três dias as instalações da UHE Jirau, como parte do exercício militar para casos de eventuais necessidades. Atualmente, o 6° BIS tem acompanhado o andamento da obra e reforçado as ações de monitoramento, com foco principalmente, na chegada dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, que serão sediados no Brasil.

“Uma das missões do Exército Brasileiro e do Batalhão de Fronteira é realizar a segurança da Usina Jirau com a vigilância e/ou ocupação durante os jogos. O planejamento dessa semana é justamente para isso, observar se os meios que temos estão adequados ao tamanho do empreendimento, do território a ser vigiado e defendido. Além de decidir se precisamos de reforços, tanto vindo de Porto Velho ou do Amazonas”, explicou o comandante do 6° BIS, Tenente Coronel Halley Bezerra Dantas.

Na ocasião, os militares foram recebidos pelos diretores da Energia Sustentável do Brasil (ESBR), José Lucio de Arruda Gomes (Administrativo & Institucional) e Isac Teixeira (Operação). “Esse planejamento é muito importante. O Exército precisa dispor de todo o conhecimento, dos pontos fortes e fracos, para garantir o funcionamento de Jirau mesmo em casos fortuitos”, enfatizou José Lucio, diretor da ESBR.