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EADS tem contrato de US$ 7 milhões
GM 26 Dez 05
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Agência espacial tenta dobrar verba para 2006
GM 26 Dez 05
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Relatório elaborado pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Centro Técnico Aeroespacial (CTA) sobre a retomada do projeto do VLS-1, especialmente para o Defesanet.
Defesa@Net 30 Out 05
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Espaço - Space
Defesanet 26 Dezembro 2005
Gazeta Mercantil 26 Dezembro 2005

Agência espacial tenta dobrar verba para 2006.

Alcançar US$ 200 milhões é estratégia para aumentar impacto de ações de governo e do setor privado

Virgínia Silveira

No próximo ano os pesquisadores da instituição têm como meta o lançamento do satélite CBERS-2B, que dará continuidade à geração de imagens do território brasileiro. O Brasil se tornou o maior distribuidor de imagens de satélites do mundo este ano, com o CBERS-2, que está em órbita desde outubro de 2003. O lançamento do satélite, e a disponibilidade gratuita dos seus dados pela Internet, resultaram na distribuição de mais de 160 mil imagens.

O Inpe entrega hoje uma média de 350 imagens por dia do satélite CBERS para 6,4 mil usuários de duas mil instituições. Integram a lista de usuários das imagens do CBERS no Brasil as universidades públicas e privadas, prefeituras, jornais, empresas de consultoria, geologia, petróleo, engenharia, aerolevantamento, topografia, saneamento, eletricidades e órgãos do governo, como a Embrapa, ANA, Ibama, Aneel, IPT, entre outros.

Entre as principais aplicações das imagens do CBERS estão o controle do desmatamento e das queimadas na Amazônia Legal, o monitoramento de recursos hídricos, áreas agrícolas, crescimento urbano e ocupação do solo. O acesso gratuito às imagens, segundo o diretor do Inpe, tem como objetivo popularizar o uso do sensoriamento remoto no País.

Além do CBERS-2B, programa feito em parceria com a China, o Inpe também trabalha no desenvolvimento do CBERS-3, que será lançado em 2008. Com o CBERS-3 e CBERS-4 (a ser lançado em 2010), o Brasil aumentou de 30% para 50% a sua participação no desenvolvimento dos satélites do programa.

Atualmente, seis empresas trabalham no desenvolvimento da estrutura, sistema de coleta de dados, duas câmeras de imageamento, antenas e suprimento de energia. O Inpe também vai contratar a indústria nacional para fazer o subsistema de telecomunicações, de transmissão de dados e gravador de bordo digital, além do computador de bordo e dos painéis solares. A nova política industrial do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), segundo Câmara, promoveu uma relação equilibrada entre o Inpe e a indústria brasileira.

"No programa CBERS, 80% dos contratos de desenvolvimento dos satélites são feitos com a indústria brasileira", disse. Atualmente 20 empresas trabalham com o Inpe nos satélites desenvolvidos para o programa espacial. A área de ciência espacial no Inpe também desenvolve os satélites Equars (monitoramento da atmosfera equatorial) e Mirax (medida de emissões de raios-X no Universo). Ambos devem ser lançados em 2008. Um satélite radar – SSR-2 – que será feito em parceria com a Alemanha deve ser lançado em 2010.

No Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB), que ainda está em fase de projeto e é coordenado pela AEB, o diretor do Inpe disse que irá trabalhar para que a indústria nacional tenha uma participação decisiva. O SGB terá três satélites para navegação aérea e comunicação, um projeto estimado em US$ 1 bilhão.

"Um dos desafios é completar o ciclo de desenvolvimento tecnológico dos satélites brasileiros. Precisamos dominar as partes cruciais de sistemas inerciais e imageadores de alta capacidade", disse. Em seu plano de trabalho o diretor do Inpe afirma que em 2015 o Brasil deverá ser capaz de produzir satélite com sensores de alta resolução (câmeras imageadoras de amplo campo de visada, com 30 metros de resolução e 600 km de cobertura). Os satélites ficarão abrigados numa plataforma multimissão, estrutura comum que pode ser usada por vários satélites.

"Tudo isso a um custo inferior a US$ 20 milhões. Isto implica uma redução de 50% em relação aos custos dos programas atuais". Atualmente, o CBERS-2 possui três câmeras para observação da superfície da Terra, nas regiões do espectro eletromagnético, correspondentes ao infra-vermelho e ao visível.

A câmera de amplo campo de visada do satélite CBERS-2 produz imagens numa faixa com 890 km de largura e resolução de 260 metros. A nova câmera que o Brasil fará para o CBERS-3 nessa faixa terá 70 metros de resolução.

Defesa @ Net

Brasil lançará apenas "meio VLS" em 2007
http://www.defesanet.com.br/space/fsp_29_out_05.htm

Relatório elaborado pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Centro Técnico Aeroespacial (CTA) sobre a retomada do projeto do VLS-1
http://www.defesanet.com.br/space/vls-1_retomada.htm

País quer cinco novos lançadores até 2022 http://www.defesanet.com.br/space/fsp_26_out_05.htm

Governo anuncia megaprojeto de US$ 700 milhões para 5 novos lançadores, desenvolvidos a partir do VLS-1
http://www.defesanet.com.br/space/vp_25_out_05.htm

Projeto: desmilitarizar Alcântara
http://www.defesanet.com.br/space/oesp_21_jul_05.htm

AEB quer gastar R$ 600 mi em Alcântara
http://www.defesanet.com.br/space/fsp_21_jul_05.htm

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