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Revista
Virtual - e-Magazine
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Defesanet
22 Junho 2005
Embraer 22 Novembro 2005
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Defesa
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Malvinas
/ Falklands
20
años -- 20 years
O conflito sobre a posse das Ilhas Malvnas ou Falklands
Islands completou 20 anos, em 2002. Um conflito rápido
que do início ao fim não chegou a três
meses, porém mudou o relacionamento diplomático
entre os países da América Latina e destes
com as potências mundiais.
Muitas
análises podem ser feitas e sob os mais diferentes
enfoques. Iniciamos esta série sobre o conflito
não para analisá-lo politicamente, mas pelo
enfoque militar e os cálculos diplomáticos,
estratégicos e econômicos feitos tanto pela
Inglaterra como pela Argentina.
Esta
série terá o nome de Malvinas 20 Años
/ Falklands 20 Years .O nome da série é
uma homenagem aos homens ( soldados, aviadores e marinheiros
), que lutaram diretamente no conflito pelos dois lados.
Também aqueles que participaram na retaguarda dando
apoio às ações militares.
A
participação do Brasil, na época
o Presidente o General João Figueiredo, procurou
um apoio formal à Argentina, porém com a
direção do Itamaraty, olhando a situação
de nossas fronteiras. Com áreas potenciais de serem
questionadas, praticamente grande parte das fronteiras
da Amazônia, o Brasil se posicionou diplomaticamente
eqüidistante no conflito.
As
ações militares, todas no Atlântico
Sul, trouxeram a guerra muito perto de nosso país,
e suspeitas, ressentimentos influenciaram em muito o início
dos trabalhos da formação do Mercosul (
União Comercial entre: Brasil, Argentina, Uruguai
Paraguai ). Alguns dos ressentimentos da Argentina ao
Chile, acusado de permitir que tropas especiais inglesas
operassem em seu território, e até hoje
controverso, relizado ataques à bases aéreas
Argentinas. Especialmente onde operavam caças Super
Etendard, equipados com Mísseis EXOCET.
No
aspecto militar, muitas das questões levantadas
nas operações ainda necessitam ser respondidas,
tais como:
Defesa
de navios ou da frota contra ataques de mísseis
anti-navio tipo Exocet;
Resistência
de navios a ataques de mísseis e explosões
internas;
Controle
e extinção de propagação de
incêndio em navios.
Defesanet
escolheu para colocar como a vista significativa deste
conflito, a imagem da Fragata HSM Antelope explodindo.
Detonou quando um armeiro tentava desmontar uma bomba,
que tinha atingido a fragata lançada por um A4
Argentino nos ataques aéreos durante o dia.
A
foto é um marco e mostra os pontos que marcaram
o conflito:
Pelo
lado Inglês:
A
determinação em reconquistar as ilhas e
a tenacidade ao perseguir o objetivo. Ao entrar na Baia
de San Carlos os ingleses cercaram os navio de transporte
de tropas, com uma linha defensiva de fragatas e destroyers.
Aceitaram as perdas como uma penalidade para proteger
o mais valioso. Os transatlânticos, retirados do
serviço de turismo e adaptados como transporte
de tropas e algum material. Os ingleses acabaram perdendo
4 navios na defesa do desembarque da Força Tarefa.
Pelo
Lado Argentino:
Mostra
a bravura dos pilotos de A4 Skyhawk voando em missões
, quase sem volta, pois atuavam no limite do combustível.
Após passarem o topo das colinas circundantes a
Baia de San Carlos, arremetiam o mais baixo possível
e lançavam as suas bombas. Estas penetravam o casco
e muitas não explodiam. Com pequenos ajustes os
argentinos teriam mudado o rumo dos combates.
Um
conflito que mudou as vidas e a visão dos militares
da região e do futuro do que seria o Mercosul
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Foto de satélite das ilhas. A maioria da população,
2600 pessoas ( 1999), vivem nas cercanias de Stanley, anteriormente
chamado de Port Stanley. Até 1987 a renda das ilhas era
originada pela lã. Com a criação da Falkland
Islands Conservation Zone (FICZ), as rendas são originadas
pelos direitos de pesca.
Ainda há um rebanho de 700 000 ovelhas.
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