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Matéria reeditada sem alteração de
conteúdo
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LEGENDA E
CRÉDITO DAS FOTOS:
Coleção
de fotos do Autor e muitas inéditas mostrando o CC M41
em vários momentos da história brasileira e operações
militares.
1 - Testes
do protótipo T-41E2 que vai originar o M-41. Crédito
da foto: USArmy

2 - M-41
com canhão de 76mm preservado no Museu do Exército
(Museu Conde Linhares), no Rio de Janeiro, RJ, em São Cristóvão,
próximo à Quinta da Boa Vista. Crédito da
foto: Coleção do autor

3 - Reconstituição
de um dos M-41 da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada feito
pelo autor a partir de um modelo Tamiya na escala 1:35. Crédito
da foto: Coleção do autor
.
4 - Torre
em corte do M-41. Notar as munições de 76mm, culatra
do canhão e munições de metralhadoras. Crédito
da foto: U.S.Army

5 - Interior
da torre do M-41 A1. Crédito da foto: U.S.Army

6 - Compartimento
do motorista no M-41A1. Crédito da foto: U.S.Army

7 - Alguns
M-41 do Exército Brasileiro em manobras, nos anos 70. Crédito
da foto: Exército Brasileiro
8 - Os mais
modernos Carros de Combate da América do Sul. Para da de
7 de setembro de 1967, no Rio de Janeiro. M-41 do Exército
Brasileiro. Crédito da foto: Exército Brasileiro

9 - M-41
visto por trás na parada de 7 de setembro de 1969, no Rio
de Janeiro. Crédito da foto: Exército Brasileiro

10 - M-41
do 3º REGIMENTO DE CARROS DE COMBATE levando o pavilhão
nacional. Parada de 7 de setembro de 1969 em frente ao Ministério
do Exército, antigo Ministério da Guerra no Rio
de Janeiro. Crédito da foto: Exército Brasileiro
11 - M-41
C pertencentes ao Regimento Escola de Cavalaria Andrade Neves,
no Rio de Janeiro, RJ. Eles receberam estes carros de combate
a partir de 1995. Crédito da foto: Exército Brasileiro
12 - Carros
de Combate Leves M-41 Walker Bulldog, no Palácio Guanabara,
no Rio de Janeiro, durante a Revolução de 1964.
Crédito da foto: Exército Brasileiro
13 - Um dos
dois M-41B com canhão Cockerill/Engesa de 90mm em testes.
Notar o alongamento do chassi na parte traseira para o novo motor
diesel, e a mesma torre do modelo original M-41 com novo canhão.
Crédito da foto: Bernardini S/A
20 - Outra
vista da parte lateral, torre e traseira do M-41 C do 3º
RCC. Crédito da foto: Coleção do autor

21 - Vista
parcial das instalações da Bernardini em São
Paulo. Notar os M-41 C em fase final de acabamento. Crédito
da foto: Bernardini S/A

22 - Foto
de propaganda de como seria a versão final do M-41C (Caxias).
Notar as saias laterais deste veículo. Os demais modelos
de série nunca usaram estas saias. Crédito da foto:
Bernardini S/A
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Maio 2001
Reeditado Setembro 2006
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CARRO DE COMBATE LEVE M-41 WALKER BULLDOG
NO
EXÉRCITO BRASILEIRO 1960 - 2001
Expedito Carlos Stephani Bastos,
Pesquisador de Assuntos Militares UFJJF
Com o fim da segunda guerra mundial e com o desenrolar
da guerra fria, o Exército dos Estados Unidos sentiu
a necessidade de um novo carro de combate ligeiro que
pudesse suceder aos já antiquados M-24 Chaffee.
Em
1949 surge o protótipo do T-37 que com algumas
modificações se transforma no T-41, e depois
no T-41E1 e T-41E2 (foto 1), que será adotado como
carro ligeiro standard nos Estados Unidos a partir de
1950 com a denominação de M-41 Little Bulldog,
mais tarde mudado para Walker Bulldog, em homenagem ao
General W.W.Walker, morto em acidente com Jeep na Coréia
em 1951.
O M-41
do ponto de vista técnico, era muito parecido com
o M-24, com trem de rolamento de cinco pares de rodas,
suspensão com barras de torção, motor
traseiro de 500 hp, o que dava uma velocidade elevada
em estradas, fácil de ser reparado e substituído
no campo de batalha, armado com canhão de 76,2mm
com freio de boca e extrator de fumaça, adaptado
para o tiro anti-tanque, possuía uma torre bem
delgada e inteiramente soldada, de excelente característica.
(foto
2 e foto
3)
Em
1951 ele entra em serviço nas unidades blindadas
norte-americanas como tanque ligeiro standard e todo uma
série de veículos de suporte tático
são desenvolvidos a partir desse tanque, como canhões
autopropulsados, transporte de tropas, veículo
antiaéreo, etc. Sua produção esteve
a cargo da Cleveland Tank Arsenal, pertencente à
General Motors Corporation. (foto
4, foto
5 e foto
6)
Seu
batismo de fogo se deu na guerra do Vietnã (1965
- 1975) operado tanto por norte-americanos como pelo exército
do Vietnã do Sul, participando inclusive na luta
anti-guerrilha, sendo que a primeira batalha envolvendo
tanques do Vietnã do Norte x Vietnã do Sul
, ocorreu em fevereiro de 1971 na operação
Lam Som 719. Os M-41 conseguiram destruir seis T-54 e
dezesseis PT-76.
Foram
fabricados no período de 1950 até início
dos anos 70 cerca de 5.500 M-41, e a partir do início
dos anos 60 ele é vendido para diversos países
do Sudeste Asiático, Europa e América Latina
(Brasil, Argentina e Uruguai). (foto
7)
Os
primeiros 50 M-41 chegaram ao Brasil em agosto de 1960
e foram distribuídos aos Regimentos de Reconhecimento
Mecanizado, provavelmente ao 1º em Santo Ângelo,
ao 2º em Porto Alegre, ambos no RS e ao Regimento
de Reconhecimento Mecanizado do Rio de Janeiro, (então
Estado da Guanabara), substituindo os velhos M-3 Stuart
dessas unidades. Estes blindados vieram através
do Programa de Ajuda Militar (MAP) entre os Estados Unidos
e Brasil.
Nos
anos seguintes até início dos anos 70 chegaram
ao Brasil em torno de 300 M-41 nas versões M-41
e M-41 A3, sendo que a diferença de um modelo para
o outro era o modelo do motor, pois no M-41 A3 existia
um sistema de injeção de combustível
e a designação do motor passou de AOS 895-3
para AOS 895-5, além do sistema de elevação
do canhão ser maior e poder receber equipamento
de infra-vermelho. Externamente eram idênticos.
Representavam um grande poder dentro continente sul-americano
muito favorável ao Brasil. (foto
8, foto
9 e foto
10) Eles vieram substituir gradativamente os M-3 Lee
e M-4 Sherman do Exército Brasileiro.
Diversas
unidades do Exército Brasileiro ainda operam o
M-41 na versão modernizada pela Bernardini S/A,
todas Regimento de Cavalaria Blindado - RCB, como 20º
em Campo Grande, MS, 9º em São Gabriel, 6º
em Alegrete, 4º em São Luiz Gonzaga, todos
no RS, Regimento Escola de Cavalaria Andrade Neves, no
Rio de Janeiro, RJ, (foto
11) sendo que os excedentes recolhidos ao Parque Regional
de Manutenção 2, em São Paulo.
Estes
Carros de Combate nunca participaram de combates efetivos,
mas na maior operação já feita pelo
Exército Brasileiro envolvendo um grande número
de Carros de Combate de diversos modelos (M-4 Sherman,
M-3 Stuart, M-41 Walker Bulldog) num longo período,
mais de uma semana, envolvendo diversos deslocamentos
e vivendo situações em que a tripulação
é obrigada a "viver" em seus veículos
e próximos a eles em condições para
combate que foi durante a Revolução de 1964,
os M-41 estiveram envolvidos em manter locais de importância,
principalmente no Rio de Janeiro, GB e na capital federal
Brasília, DF. (foto
12)
O
fato de possuir grande quantidade destes Carros de Combate
Leve, levou o Exército a junto com a iniciativa
privada realizar um programa de modernização
dos seus M-41 e M-41 A3. Em 1978 um M-41 é enviado
para a Bernardini S/A Indústria e Comércio,
tradicional fabricante de cofres desde 1912, e em um trabalho
conjunto entre aquela empresa e a Diretoria de Material
Bélico, através de Instituto de Pesquisas
e Desenvolvimento do Exército surgiu a versão
modernizada no Brasil denominada de M-41B. (foto
13)
Esta
modernização foi fruto da necessidade de
atualizar o principal blindado em uso no Exército,
tendo em vista que a aquisição de novos
veículos eram impossíveis naquele momento,
pelas dificuldades financeiras e políticas.
A
idéia vigente naquele momento era de ordem econômica,
baseada na eterna "falta de recursos" e inspirados
no bem sucedido repotenciamento levada a cabo por Israel
desenvolveu-se no país um grande programa para
aproveitar veículos já obsoletos e tentar
transformá-los em veículos mais eficientes
e modernos, deste modo o programa de repotenciamento atingiu
veículos dos mais variados, como o Blindado sobre
rodas 6x6 M-8 Greyhound, diversos modelos dos famosos
Half-Tracks (Meia-lagarta), muito comum durante a segunda
guerra mundial, trator M-4 rebocadores de artilharia pesada,
carros de combate leve M-3 Stuart, do qual derivou um
família de veículos conhecidos como série
X-1, Carros de Combate Leve M-41, Carro Blindado de Transporte
de Pessoal M-113 e Obuseiros Autopropulsados M-108, sem
falar nos projetos nacionais como blindados sobre rodas
e lagartas (Cascavel, Urutu, Tamoyo, Osório, etc.).
Diversos
problemas surgiram e eles foram aos poucos sendo resolvidos,
pois nossas quantidades de veículos militares,
sempre pequenas, não motivavam os fabricantes,
especialmente as multinacionais, sem autonomia para desenvolver
ou adotar modificações em seus produtos,
o que levou a optarmos pelo possível, face à
impossibilidade de executarmos o desejável.
No
caso dos M-41 a idéia inicial era de prolongar
sua vida útil até os anos 90, pois os projetos
de blindados brasileiros já estariam amadurecidos
e diversas empresas genuinamente brasileiras estariam
em condições de suprir a demanda não
só do Exército, como também se mantendo
através de exportações, e o parque
industrial voltado para os produtos de defesa, também
já estaria consolidado, fato que foi real até
final dos anos 80, mas impossível de ser atingido
nos 90 e quase uma ficção no limiar do século
XXI, nos obrigando novamente a importar veículos
de segunda mão, alguns aquém de nossas necessidades,
mais por problemas políticos do que técnicos.
(foto
14,foto
15 e foto
16)
O Carro de Combate Leve M-41 era o que tínhamos
de melhor e em quantidade maior, foi a base de toda a
formação blindada no Exército, seja
de grande unidade (5ª Brigada de Cavalaria Blindada)
a unidades menores (1º, 2º, 3º, 4º
e 5º Regimento de Carros de Combate, 4º, 6º,
9º e 20º Regimento de Cavalaria Blindado) mais
Escola de Material Bélico -EsMB, berço dos
blindados e Templo da manutenção do Exército.
Inicialmente a modernização foi feita a
partir da mudança do motor, no lugar do original
a gasolina foi inserido um diesel modelo Scania DS14,
mantendo a caixa de transmissão original, o que
trouxe grande dor de cabeça aos operadores deste
veículo, pois era comum a quebra do eixo entre
a caixa e o motor, causando grande quantidade de veículos
indisponíveis em suas unidades. Outro complicador
foi o fato de se ter de alongar a parte traseira para
a colocação do novo motor diesel, o que
na realidade alterou o centro gravitacional do veículo,
(foto
17, foto
18, foto
19 e foto
20) causando grandes desgastes em suas lagartas, problemas
até hoje não solucionados. Mas o principal
foi no armamento, o original possuía um canhão
de 76mm, e a Bernardini ao lançar o modelo M-41B
o equipou com um canhão Cockerill de 90mm, similar
aos usados nos blindados EE-9 Cascavel da Engesa e fabricado
por ela sob licença da Bélgica, e dos da
família XIA2 Carcará da Bernardini. Apenas
dois blindados receberam estes canhões para testes.
Vários operaram com o canhão de 76mm na
versão denominada também de M-41B, depois
foram transformados em C com canhão de 90mm. (foto
21)
Após
estes testes a conclusão que o pessoal do exército
chegou foi a de que ao invés de comprar canhões
novos para equipar todos os M-41,optou-se pela forma mais
barata, ou seja aproveitar o canhão de 76mm original,
encamisando-o e posteriormente broqueá-lo no calibre
de 90mm, com o mesmo número de raias do Cockerill
Engesa, podendo desta forma utilizar a mesma munição
do Cascavel, pois o Exército havia adotado o calibre
90mm como padrão.
Este
processo foi uma solução para resolver o
problema do M-41, sendo que ao redor da torre original
foi acrescentada diversos compartimentos, dando uma nova
configuração á mesma e desta forma
o carro recebeu a designação de M-41 C (Caxias),
tendo um sido apresentado com saias laterais, não
adotada nos demais da série. Curioso o fato de
nenhum carro de combate brasileiro possuir saias laterais
que os protegem contra munição de carga
oca. Coube à firma Novatração Artefatos
de Borracha S/A a modernização das lagartas.
(foto
22)
Inicialmente
os canhões de 76mm como eram maiores em comprimento
que os de 90 usados no Cascavel, foram cortados para ficaram
no mesmo tamanho, e posteriormente descobriu-se que o
tamanho não afetava em nada o funcionamento quando
transformado para 90mm. A partir daí não
mais se cortou o canhão de 76mm, podendo encontrar
M-41 C com dois tamanhos de canhão no calibre 90mm.
Esta operação de fazer uma nova perfuração
no canhão trouxe alguns problemas para diversos
carros, pois as paredes internas, em alguns casos, possuíam
um lado mais grosso que o outro, o que ainda é
comum encontrar nos M-41 C remanescentes.
Outro
fator que não foi resolvido foi o fato de que após
alguns disparos a torre se enchia de fumaça, dificultando
o trabalho da tripulação, não funcionando
muito bem os sistemas de extração de gases.
Na
realidade o fato de ter transformado o canhão de
76mm em 90mm não o fez melhor, mas sim pior que
o 76mm original, pois levaram em conta apenas o tipo de
munição que iriam empregar, a de 90mm era
fabricada no Brasil e a de 76mm não. (Exemplo:
Munição HE no canhão de 76mm, velocidade
de 732m/s com ll,7kg de explosivo e no canhão de
90mm, velocidade de 700m/s com 8,5kg de explosivo). A
idéia era exportar para outros países a
tecnologia desenvolvida no repotenciamento do M-41, sob
a forma de um kit, mas esta não vingou, pois a
crise que o setor de defesa brasileiro viveu no final
dos anos 80 e 90 foi fatal, os grandes projetos morreram,
os blindados repotenciados ou produzidos estão
chegando numa fase crítica, sua substituição
está sendo através de compras de material
de segunda mão de diversos países, o Brasil
pela primeira vez adquiriu seus primeiros MBT (Tanque
Principal de Combate), M-60 A3 TTS e LEOPARD 1A 1, respectivamente
dos Estados Unidos e Bélgica, relegando quase que
de vez os já obsoletos M-41C, muito embora eles
ainda continuem prestando serviços em diversas
unidades do Exército, principalmente na formação
dos futuros combatentes da força blindada. Vale
ressaltar que na América do Sul, além do
Brasil, apenas o Uruguai opera um versão do M-41
denominada de M-41 A1U com canhão de 90mm Cockerill
mark IV, num total de 22 unidades, modernizados na Alemanha.
(foto
23). Os Estados Unidos também testaram uma
versão do M-41 com canhão de 90mm, denominada
T-49 mas não levada adiante. (foto
24)
O
desenvolvimento do projeto de modernização
do M-41 e dos outros veículos não foi em
vão, eles nos ensinaram muitas coisas, resta saber
se o aprendizado valeu e seus erros e acertos serão
aproveitados para o futuro, pois, principalmente os Leopard
necessitarão de modernização num
futuro próximo e aí vamos dar emprego no
exterior ou refletir sobre o nosso passado recente e evitar
os erros mas sem dúvida pensar mais nos acertos
e incentivar técnicos brasileiros na solução
deste velho problema. Os M-41 C continuam a ser maioria
no Exército Brasileiro e sobreviverão ainda
por muitos anos.
Vale
salientar que com esta experiência a Bernardini
chegou a desenvolver um novo Carro de Combate chamado
TAMOYO, que nada mais era do que um derivado direto do
M-41, um pouco maior e com nova roupagem, previsto para
ter canhão de 90 e 105mm, dependendo da versão.
Os componentes dos protótipos, em sua maioria eram
oriundos do M-41, rodas, lagartas e até o próprio
canhão de 76mm no primeiro protótipo elaborado
em conjunto com o CeTEx (Centro Tecnológico do
Exército) no Rio de Janeiro, RJ. Não passou
da fase de protótipos. (foto
25)
É
inconcebível que na incerteza de um amanhã
as Forças Armadas e a "Indústria Nacional"
não devam estar em condições de manter
o ritmo de conhecimento com a moderna tecnologia dos meios
de combate, o desenvolvimento, a pesquisa e o emprego
dos quais constituem um dos aspectos mais interessantes
da Ciência Militar. Tecnologia não se compra,
desenvolve-se...
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14
- Detalhe da parte frontal do M-41 na versão original.
Notar as insígnias do 3º RCC, no Rio de Janeiro.
Crédito da foto: Coleção do autor
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15
- Detalhe da parte traseira do M-41 versão original,
do 3º RCC.
Crédito da foto: Coleção do autor
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16
- M-41 com pintura do 3º RCC, com canhão de
76mm. Exposição no Centro de Instrução
de Blindados - Walter Pires, no Rio de Janeiro, RJ em 1999.
Crédito da foto: Coleção do autor
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17
- M-41 C do 3º RCC com canhão de 90mm. Exposição
no Centro de Instrução de Blindados no Rio
de Janeiro, RJ, em 1999.
Crédito da foto: Coleção do autor
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18
- Detalhe da traseira do M-41 C. Notar o aumento do compartimento
do motor e o escapamento único ao invés dos
dois no modelo original. Crédito da foto: Coleção
do autor
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19
- Vista parcial da torre do M-41 C. Notar os lançadores
de fumíginos. Notar também material de sapador
(pá, picareta, etc.)
Crédito da foto: Coleção do autor
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23
- Versão do M-41 A1U modernizada na Alemanha e em
uso pelo Exército Uruguaio. O Canhão é
um Belga Cockerill de 90mm Mark IV.
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24
- T-49, versão do M-41 com canhão de 90mm,
desenvolvido nos Estados Unidos. Crédito da foto:
U.S.Army
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25
- O primeiro protótipo concebido no CeTEx do TAMOYO.
Notar a semelhança com o M-41. Um pouco maior e com
roupagem nova. Crédito da foto: Coleção
do autor.
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Dados
Técnicos
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M41
|
M41C
|
| Motor:
|
Continental,
6 cilindros opostos , 500Hp a 2.800 rpm. |
Scania
DS14, V8 turbinado,
refrigerado a ar refrigerado a água 400Hp a 2.800
rpm. |
| Combustível:
|
gasolina |
diesel |
| Raio
de ação: |
110km
|
550km |
| Capacidade
reservatório: |
500litros
|
550litros |
| Peso
pronto para combate: |
+
ou - 25 t |
+
ou - 26t |
| Pressão
no solo: |
0,68kg/cm2 |
0,78kg/cm2 |
| Rampa
máxima frontal: |
60% |
68% |
| Rampa
lateral |
:
30% |
30% |
| Velocidade
máxima |
:
65km/h |
70km/h |
| Transposição
de fosso: |
l,82m |
1,82m |
| Obstáculo
vertical: |
0,71m |
0,71m |
| Armamento
Canhão: |
76mm
|
90mm |
metralhadora
coaxial
|
.30
|
7,62mm |
| metralhadora
antiaérea |
.50
|
.50 |
| Munição
HE (alto explosivo) |
732m/s
ll,7kg 700m/s 8,5kg
|
|
| Lançadores
Fumígenos |
Oito
Tubos
|
Oito
Tubos |
| Blindagem:
|
38mm |
Reforçada |
| Munição
HE (alto explosivo) |
732m/s ll,7kg
|
700m/s 8,5kg |
|
| BIBLIOGRAFIA
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Icks,
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Biblioteca do Exército Editora, Rio de Janeiro, 1964;
Darman,
Peter. Tanks at War. Motorbooks International Publishers
& Wholesalers, USA, 1996;
REVISTAS:
Brasil-Defesa,
diversos números;
Tecnologia
& Defesa, diversos números;
Verde
Oliva - Exército Brasileiro, diversos números;
Wheels
& Tracks, diversos números.
ANUÁRIOS:
Jane`s
Armour and Artillery, 1985 - 86
Jane`s
Armour and Artillery, 1995 - 96;
SIMPÓSIO E PALESTRAS:
80 Anos
de Blindados. Anais do Simpósio promovido pelo Instituto
Militar de Engenharia - IME, 16 e 17 de setembro de 1996;
Bastos,
Expedito Carlos Stephani. Ascenção e Queda
da Indústria de Material de Defesa no Brasil 1762
- 1992, palestra in Academia da Força Aérea
- AFA, Pirassununga, SP, 1992;
Bastos,
Expedito Carlos Stephani. A Evolução dos Blindados
no Brasil 1921 - 1996, palestra in 5ª Brigada de Cavalaria
Blindada, Rio de Janeiro, RJ, julho 1996;
CATÁLOGOS:
T9-2800
- Características Gerais das Viaturas Automóveis
do Exército, 2ª Edição, Estado
Maior do Exército, Brasília, DF, 1981;
Bernardini
S/A Indústria e Comércio. Material Militar;
Braziliam
Defense Equipment - Material Brasileño de Defensa
1986. Catálogos de Exportação de Material
Militar, Fundação Visconde de Cabo Frio, Brasília,
DF, 1986;
|
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