Defesa @ Net

Matéria reeditada sem alteração de conteúdo

1- Auto Mitrailleuse White Polícia Militar do Rio de Janeiro, em 1921. - Seção de periódicos - biblioteca do autor


2- Blindado Revolução 1924 Blindados construídos sobre chassi de caminhão na Revolução de 1924 pelos revoltosos, no Quartel da Luz em São Paulo. - SP- Seção periódicos - biblioteca do autor


3- Revolução 1930 Veículo construído em chassi Chevrolet - Seção de periódicos - biblioteca do autor


4- Revolução 1930 Veículos construídos em chassi Chevrolet -Seção de periódicos - biblioteca do autor



5- Revolução 1932 Veículo construído em chassi caminhão Chevrolet com torre giratória para metralhadora - Seção de periódicos - biblioteca do autor


6- Revolução 1932Veículo desenvolvido com a ajuda da escola Polythecnica Revolução Constitucionalista 1932 -Seção de periódicos - biblioteca do autor



7- Blindados Holandeses Wilton-Fijenoord Police Car - Seção de periódicos - biblioteca do autor


8- Blindados Holandeses Wilton-Fijenoord Police Car - Seção de periódicos - biblioteca do autor


9- M3 Scout Car com canhão de 37 mm .Seção de periódicos - biblioteca do autor


10- T17 Deerhound usado somente pelo Brasile US Army na Segunda Guerra Mundial - autor


11- M8 Greyhound - Exército Brasileiro


12- M3 Scout Car, ao fundo M8 Greyhound com tropas brasileias na Faixa de Gaza
( Egito ) - Exército Brasileiro


13- M20 6 x 6 Esquadrão Anhanguera (11º Esq. Cav. Mecanizada), atualmente em Pirassununga, SP. Notar a blindagem extra adicionada para proteção do operador da metralhadora- Exército Brasileiro


14- VBB O Protótipo da VBB preservado no Centro Tecnológico do Exército (CTEx), no Rio de Janeiro, RJ. 4 x 4 projeto - autor


15- M8 Experimental Uma das versões do M-8 Lançador de Foguetes de 81mm, desenvolvido pelo DPTE (Diretoria de Pesquisa Técnica do Exército), com torre totalmente fechada, aproveitando o chassi do M-8. - autor


16- M8 Experimental Outra versão do M-8 Lançador de Foguetes. Notar a torre original do M-8 com os lançadores adaptados á mesma.


Foto 17 "Cascavel Magro"com canhão de 37mm. Uma das primeiras versões - Exército Brasileiro



18- EE-9 Cascavel equipado com canhão de 90 mm - Engesa


19- EE-11 Urutu
Protótipo do EE-11 Urutu, versão de exportação. Participou de concorrência nos Estados Unidos para o Corpo de Fuzileiros - Engesa



29- VAB 4 x 4 em serviço no Exército Francês - Renault


30 - Maquete projeto IPD Comando do Exército apresentado durante a LAD 2001 - Autor
. .

Revista Virtual

Defesanet Maio 2001
Reeditado Novembro 2005

Defesa @ Net
AS ORIGENS E O FUTURO DOS BLINDADOS DE RODAS NO EXÉRCITO BRASILEIRO

( maio 2001 )


Expedito Carlos Stephani Bastos,
Pesquisador de Assuntos Militares
Universidade Federal de Juiz de Fora.


A Mecanização no Exército Brasileiro surge a partir dos anos 20, e o curioso é que os primeiros blindados de rodas serão empregados pela Polícia Militar do Rio de Janeiro, em 1921, quando adquirem dois veículos franceses denominados Automitrailleuse WHITE, armados com duas metralhadoras Hotchkiss de 7mm em sua torre giratória, largamente empregados pelo Exército Francês na primeira guerra mundial (1914-18). (foto 1)

Ao Exército coube a primazia dos blindados de lagartas, neste mesmo ano, quando adquire 12 Tanques Renault FT-17, também da França.( sugerimos ver o artigo Blindados no Exército Brasileiro )

Em 1924, a primazia do uso de blindados de rodas se dá novamente não no Exército, mas sim na Força Pública de São Paulo, quando são construídos dois caminhões blindados, um de madeira e outro em metal, que devido a erros de projetos os mesmos não se tornaram operacionais. Nos conturbados anos 30, quando o Brasil entra de vez no século XX, neste período revolucionário, mais uma vez os blindados de rodas serão produzidos e desenvolvidos pelas Forças Revolucionárias, principalmente em Minas Gerais, onde se produzem, mesmo que de forma artesanal, alguns blindados de rodas nas cidades de Belo Horizonte e Palmyra (atual Santos Dumont), sobre chassis de caminhão e veículos de passeio Chevrolet, sendo este último com torre giratória para metralhadora, e o outro armado com seis Winchester .44. (foto 2, foto 3 e foto 4)

A maior variedade dos veículos blindados de rodas será produzida nos três meses em que durou a maior guerra civil brasileira, mais conhecida como Revolução Constitucionalista, movimento deflagrado em 9 de julho de 1932.


Neste conflito foram produzidos pela indústria paulista, com o apoio da Escola Polythecnica uma variada gama de veículos blindados de rodas, a maioria construída a partir de veículos civis Chevrolet, Ford, International e outros. Sem dúvida este foi o período de ouro na concepção e estudos destes veículos, os quais possuíam muitos problemas, mas após a vitória do governo federal sobre os constitucionalistas, este material foi todo destruído, não se preocupando em estudá-lo e de que forma eles haviam sido empregados naquele conflito, o que em muito poderia ter ajudado ao Exército.(foto 5 e foto 6 )

Em 1935 a Polícia Especial de São Paulo, adquire na Holanda alguns blindados de rodas 6x6 denominados Wilton-Fijenoord Police Car, sendo o primeiro 6x6 a operar no Brasil, mais uma vez a primazia não foi do Exército. Vieram ainda veículos blindados para transporte de tropas totalmente equipadas, prontas para a luta, denominados Transporte de Tropas Wilton-Fijenoord.(foto 7 e foto 8 )

O Exército Brasileiro somente irá empregar veículos blindados de rodas a partir da Segunda Guerra Mundial (1939 -45), quando em 1941 começa a receber material militar oriundo dos Estados Unidos, chegando os primeiros M-3 Scout Car 4x4, os primeiros 6x6 T-17 Deerhound, sendo que este veículo só foi usado pelos Estados Unidos e Brasil, e quando o país enviou uma Força Expedicionária para lutar no Teatro de Operações da Itália, um Esquadrão de Reconhecimento foi equipado com 13 blindados 6x6 M-8 Greyhound, que retornariam ao Brasil após aquele conflito e seria um blindado que muito influenciou o Exército Brasileiro, não só no seu uso como também serviu de plataforma para futuros projetos da indústria nacional. (foto 9, foto 10 e foto 11)

Os principais veículos blindados sobre rodas no pós segunda guerra operados pelo Exército Brasileiro foram os M-3 Scout-Car, inclusive alguns foram enviados ao exterior quando da formação do Batalhão Suez nos anos 50, quando tropas brasileiras estiveram com o forças de paz da ONU na região de Gaza, no Oriente Médio, quando dos conflitos entre árabes e judeus. Outro que foi a espinha dorsal das unidades de Reconhecimento, o M-8 Greyhound 6x6 acompanhados de alguns M-20 6x6 (versão carro comando do M-8) até meados dos anos 80. ( foto 12 e foto 13 )

A partir do meio da década de 60 começaram alguns estudos para substituir os M-8 nas unidades militares e em 1967 desenvolveu-se um blindado de rodas 4x4, usando diversos componentes do M-8, e denominado V.B.B. (Viatura Blindadas Brasileira), que foi o primeiro projeto nacional após os anos 30, armado com um canhão de 37mm. Ele não despertou muito interesse do Exército, que na sua concepção necessitava de um veículo 6x6 e aquele era um 4x4, e foi abandonado. (foto 14)

Neste mesmo período alguns M-8 começaram a ser repotenciados, trocando seu motor original a gasolina por um diesel. Dois foram convertidos em lançadores de foguetes no estilo dos famosos Katiushas russos, tudo isto desenvolvido pelo Departamento de Ensino Técnico do Exército (DPET) e o Instituto Militar de Engenharia (IME), armados com foguetes de 81mm, sendo que dois protótipos chegaram a ser construídos, mas não foram adiante. ( foto 15 e foto 16 )

O grande desenvolvimento de veículos blindados de rodas 6x6 e 4x4 para o Exército se dará a partir dos anos 70, quando a empresa privada ENGESA - Engenheiros Especializados S/A, desenvolverá uma gama destes veículos, alguns anfíbios tanto para atender o mercado interno como o externo.

Os mais expressivos foram o EE-9 Cascavel, derivado direto do M-8 Greyhound, o EE-11 Urutu, um transporte de tropas anfíbio, ambos adotados e ainda em uso por diversas unidades do Exército Brasileiro. Estes veículos inicialmente foram armados com canhões de 37mm e depois, após modificações em suas torres chegaram ao calibre de 90mm adotado pelo Exército. (foto 17,foto 18 e foto 19)

Também se desenvolveu um blindado leve 4x4 denominado EE-3 Jararaca, o qual foi exportado para alguns países, inclusive sul-americanos, mas que não despertou interesse por parte do Exército, havia uma versão para a configuração guerra NBC (Nuclear, Química e Bacteriológica). (foto 20)

Neste mesmo período, foram também desenvolvidos dois modelos 6x6 na versão Caça Tanques, conhecidos como EE-17 Sucuri I e EE-18 Sucuri II, mas que não passaram da fase de protótipos. (foto 21 e foto 22)

Os veículos que foram adotados pelo Exército estão chegando ao final de sua vida útil, a empresa que os produziu não mais existe, pois nos anos 90, quase a totalidade delas haviam encerrado suas atividades.

O Exército Brasileiro, no final dos anos 90 vem modernizando-se, principalmente, no que se diz respeito a blindados de lagartas, mas seus blindados de rodas, os famosos EE-9 CASCAVEL e EE-11 URUTU, de fabricação nacional, já não atendem as demandas atuais, daí a necessidade de tentar modernizá-los ou substituí-los, mas no momento não existe nenhuma empresa brasileira que possa produzir blindados.

A princípio cogitou-se em elaborar estudos no sentido de modernizar aqueles veículos, mas ao que parece isto não vai adiante, pois os mesmos estão em situação precária, com diversos problemas, e não se pode cair novamente na tentativa de recuperar e tentar transformar veículos antigos em novos, como nos anos 70 e 80, infelizmente isto nos atrapalhou um pouco.

O Exército Brasileiro participou da UNAVEM III em Angola, onde operou veículos blindados de rodas Cascavel e Urutu, como força de paz da ONU, sem dúvida um grande aprendizado não só no emprego como também na parte logística, vivendo situações reais em uma região sem a mínima infra-estrutura.(foto 23 e foto 24)

Diante disto o Exército através do Centro de Instrução de Blindados "Walter Pires" no Rio de Janeiro está realizando uma seqüência de provas com veículos sobre rodas originários de vários países e fabricantes, tendo realizado no período de outubro de 1999 a outubro de 2000 experimentos práticos com o blindado PIRANHA III 8x8 da firma MOWAG, Suiça, veículo este trazido do Chile para os testes. Ao que parece este não será o próximo blindado de rodas do Exército. Novos experimentos serão realizados, e no momento o próximo a ser testado é o blindado Italiano CENTAURO 8x8 da firma IVECO-OTOBREDA, armado com um canhão de 105mm que já se encontra no Brasil, e que aqui permanecerá por 8 meses, conforme afirmação do Brigadeiro General Roberto Leoni, do Exército Italiano, representando a Diretoria Nacional Italiana de Armamentos/Secretaria geral para Defesa (NAD/SGD), anunciada na LAD 2001( abril 2001).

Virá também para breve, um blindado de rodas, 4x4 PUMA para testes nesse mesmo Centro e num futuro próximo virá a versão 6x6. Atualmente existem 400 Centauro no Exército Italiano, 22 no Espanhol de uma encomenda de 100, além de outros 16 que estão em testes no Exército Norte-Americano em Fort Lewis. Caso o Exército se interesse pelo CENTAURO, segundo o próprio Gen. Leoni, este poderia ser construído parcialmente no Brasil, na fábrica de caminhões que a IVECO mantém em Minas Gerais. (foto 25, foto 26 e foto 27)

Outra tentativa, esta nacional, vem sendo desenvolvida pelo IPD - Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Exército, onde está sendo estudada e desenvolvida uma família de blindados sobre rodas 4x4 e 8x8, mas que só será viável se conseguir parceria com empresas privadas, que estivessem dispostas a construir os protótipos sob a supervisão do IPD, a nível nacional ou internacional. ( foto 30 )


Ocorre, porém, que informações extra-oficiais nos leva a ver que esta parceria está se viabilizando, através de um contrato entre o IPD e a firma francesa Satory Military Vehicles, uma joint venture formada pela GIAT Industries e a Renault V.I., pois esta empresa está trabalhando para o Ministério da Defesa Francês num programa de novos veículos de rodas 8x8, denominado de VBCI (Veículo Blindado de Combate da Infantaria) para equipar o Exército Francês a partir de 2006, sendo que os primeiros protótipos serão produzidos a partir de 2004. Ele terá uma família de veículos usando o mesmo chassi, como comando, transporte de tropas, etc, podendo operar vários tipos de torres, com peso de 25,5 toneladas, impulsionado por um motor diesel de 550hp, capaz de alcançar 100km/h em estradas, com autonomia de 750km.

Com a fusão destas duas empresas também serão oferecidos os blindados 4x4 VAB, que podem ser os futuros blindados do nosso Exército, junto com o VBCI. (foto 28 e foto 29)

Vale ainda ressaltar que na última LAD 2001, diversas empresas de diversos países estiveram presentes à aquele evento, sendo que o grande ausente foi o Exército Brasileiro.

Uma parceria com a África do Sul, país também de terceiro mundo, mas com um grande desenvolvimento tecnológico, principalmente na área de veículos blindados sobre rodas, com larga experiência em conflitos, em teatros similares aos nossos, seria de grande valia, pois existe este interesse, conforme foi relatado à Defesanet pelo Sr. Max V.Sisulu na LAD 2001, um dos diretores da empresa DENEL, oferecendo inclusive parceria no desenvolvimento de blindados, bem como de outros armamentos

Existe ainda interesses de empresas alemãs como a Rheinmetal Landsysteme (sucessora da Thyssen/.Henschel), que também pode oferecer parceria e tecnologia para o desenvolvimento de uma família de veículos blindados, tanto 4x4 como 6x6, que ao que tudo indica é de grande interesse para o Exército Brasileiro, bastando apenas ver que diversos veículos estrangeiros estão sendo testados no Brasil.

Diversos países que estão envolvidos em missões de paz da ONU, constataram que os blindados de lagartas são difíceis de se locomoveram em determinados locais, como em Kosovo, por exemplo, onde blindados de rodas são mais eficazes que os de lagartas. A infra estrutura brasileira é toda baseada em veículos de rodas, porque não empregá-los em grande quantidade no Exército, não pensando que se abandone os de lagartas, mas integrando-os, pois além de serem mais baratos, podem ser deslocados com mais facilidade aproveitando as estradas existentes, não só em locais planos como nos montanhosos.

O próprio Exército Norte-Americano concebeu para este século que se inicia, um novo conceito denominado de tropa aerotransportada , pronta para operar em qualquer ponto do planeta e baseada em uma família de veículos blindados 8x8 LAV PIRANHA III, denominada de MEDIUM BRIGADE, cuja concepção a tornará um força muito ágil, econômica e letal, cuja capacidade prevista se resume em deslocar-se a qualquer ponto do planeta uma brigada pronta para lutar num prazo de 96 horas, uma divisão em 120 horas e cinco divisões em 30 dias.(ver artigo US ARMY vai de rodas)

O Brasil não pode e não deve pensar em possuir algo similar, mas o Brasil precisa de uma força armada com capacidade de resposta imediata, não para vencer os países hegemônicos, mas para preservar os seus interesses, pois tudo no mundo tem seu preço e mesmo uma força tão impressionante como a que foi criada, tem um limite de perdas quando se envolve em qualquer conflito

20- EE-3 Jararaca do Exército do Equador, veículo de reconhecimento - Roberto Bertazo 21- EE-17 Sucuri equipado com torre e canhão 105 mm francês - Engesa 22- EE-18 Sucuri II evolução do EE-17 equipado com canhão de 105 mm de alta perfromance, com baixo recuo - autor
23- EE-9 Cascavel e EE-11 Urutu ao fundo, missão de paz em Angola - Sgt Quirino 24- EE-11 Urutu e veículos Toyota em Angola - Sgt Quirino 25- MOWAG Piranha III - quando em testes pelo Exército Brasileiro - foto autor
26- Centauro 8 x 8 , Iveco-Oto Breda, equipado com canhão similar ao do Sucuri II - Exército Italiano 27- PUMA Iveco Oto Breda, 4 x 4 - Exército Italiano 28 - Futuro VBCI francês que entrará em serviço em 2006 - GIAT Industries

LIVROS

Tecnologia Militar Brasileira Vol. 6 Coleção Guerra Moderna, Editora Nova Cultural Ltda, São Paulo, 1987;
História do Exército Brasileiro, Vol 3. Estado Maior do Exército, Brasília, DF, 1972;
O Brasil na Segunda Guerra Mundial, Manoel Thomaz Castello Branco, Bibliex, Rio de Janeiro, 1960;
Rede de Intrigas - Os Bastidores do fracasso da Indústria Bélica no Brasil, Roberto Lopes, Editora Record, Rio de Janeiro, 1994;

REVISTAS:

Revista da Semana, diversos númros;
O Malho, diversos números;
4 x 4 & Cia, Seção Pioneiros, nºs 85, 89, 90 e 91;
Panorama Difesa, deversos números;
Defensa, diversos números;
Revista da Escola Politécnica, ano 1932;
Military Review, diversos números;
Giat Magazine, diversos números;
A Defesa Nacional, diversos números;
Em Guarda para Defesa das Américas, diversos números 1941 a 1945;
Revista Bandeirante, ano de 1936;
Brasil-Defesa, diversos números;
Tecnologia & Defesa, diversos números;
Verde Oliva - Exército Brasileiro, diversos números;

JORNAIS:
Estado de São Paulo, anos 30
A Gazeta, anos 30

ANUÁRIOS:
Jane`s Armour and Artillery, 1985 - 86
Jane`s Armour and Artillery, 1995 - 96;

SIMPÓSIO E PALESTRAS:
80 Anos de Blindados. Anais do Simpósio promovido pelo Instituto Militar de Engenharia - IME, 16 e 17 de setembro de 1996;
Bastos, Expedito Carlos Stephani. Ascenção e Queda da Indústria de Material de Defesa no Brasil 1762 - 1992, palestra in Academia da Força Aérea - AFA, Pirassununga, SP, 1992;
Bastos, Expedito Carlos Stephani. A Evolução dos Blindados no Brasil 1921 - 1996, palestra in 5ª Brigada de Cavalaria Blindada, Rio de Janeiro, RJ, julho 1996;

CATÁLOGOS:
ENGESA - Engenheiros Especialiazados S.A Catálogos dos veículos EE-9 Cascavel, EE-11 Urutu, EE-4 Jararaca, EE-17 Sucuri, anos 70 e 80

Braziliam Defense Equipment - Material Brasileño de Defensa 1986. Catálogos de Exportação de Material Militar, Fundação Visconde de Cabo Frio, Brasília, DF, 1986;
Bernardini S/A - Material Militar
MotoPeças S/A

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