17 de Setembro, 2014 - 22:17 ( Brasília )

Pensamento

Comentário Gelio Fregapani - Conjuntura mundial, Eleições, Ambientalismo e Sem noção


Assuntos: Conjuntura mundial, Eleições,
Ambientalismo e Sem noção

 
 
Conjuntura econômica mundial
 
A situação mundial continua tensa na Europa Oriental e no Oriente Médio, mas nada indica que evoluirá para uma guerra de grandes proporções, mas desde a eclosão da crise da Ucrânia volta-se a falar sobre o fim do dólar. Até 2014 falar de colapso do dólar parecia ser para teóricos da conspiração, mas este ano, Estados-nações de parte do mundo estão fazendo movimentos ostensivos com este objetivo, ou ao menos se preparando para isto. Espalham que a queda do dólar não seria mais uma questão de "se ", mas de "quando" e que esse quando pode não estar longe. A Rússia, juntamente com vários aliados ensaia um movimento fatal com a certeza que muitas nações, prejudicadas pelo atual sistema, a seguirão alegremente.

Pode ser que estejamos à beira de uma mudança de paradigma no sistema monetário mundial, mas e o shale gás? Há tempo não temos notícias fidedignas.      Caso o gás do xisto corresponda a propaganda inicial, os EUA se tornarão os maiores produtores do mundo e sua hegemonia ultrapassará o século XXI. Os americanos continuam a gastar dinheiro e os investidores continuam a investir. Empresários nos EUA estão fazendo planos  para gastar o capital como se estivessem em uma recuperação. Entretanto, a ausência de informações fidedignas faz levantar a dúvida se eles têm dificuldade em conceituar a verdade sobre a economia ou porque eles estão atolados em dívidas sem saber como modificar o quadro.
   
Também se prenuncia instável a área de mineração, pois com os novos materiais (fibra de carbono, cerâmica etc.) substituindo gradativamente o aço, os alicerces da industrialização estão sendo substituídos, prenunciando dificuldades crescentes para os exportadores de minérios, como o nosso País. Felizmente o consumo de alimentos, que só cresce no mundo e o bloqueio russo as commodities provenientes dos EUA e da União Européia nos ajudarão nas contas externas. Isto se um novo presidente não se virar contra o agro negócio.
 
Nossa Conjuntura Eleitoral

A atual conjuntura eleitoral nos empurra para um difícil dilema: votar em quem, se nenhum é bom?

A pior das hipóteses é escolher Marina. Engana-se quem pensa que vale qualquer coisa para tirar o PT do poder, assim como também os que pensam que se votarem em Dilma estarão impedindo o PSDB de chegar lá novamente. No frigir dos ovos, todos são e estarão no poder, sempre.
      
O modelo neoliberal que dita as regras do mercado não se extinguiu quando Lula assumiu o governo em 2002 nem quando Dilma o substituiu. Apenas será escancaradamente reforçado se Marina vier a assumir. Continuaremos sendo, com qualquer um deles, dependentes do capital externo, da importação de tecnologia e exportadores de matérias primas. Essa é a condição que nos foi imposta pela oligarquia financeira internacional e não há entre os três candidatos que disputam com chances reais de chegar a presidência da república, quem esteja disposto a romper com essa situação e enfrentar a ira dos banqueiros.
     
Porém, há uma situação de perigo iminente que não podemos deixar de registrar correndo o risco de pagarmos por nossa indiferença, esse perigo chama-se Marina Silva. Portadora de imensos serviços prestados à monarquia inglesa por sua subserviência, a candidata não poupará esforços para atender as exigências da rainha e de seu filho Charles, da casa de Windsor, controladora das maiores e importantes ONG’s, ambientalistas. Na presidência Marina não vai sustar a corrupção, a começar pela dela e de seu marido, que responde processos por corte ilegal de árvores nativas. Também não irá impedir o ataque ao Pré sal, mas certamente prejudicará ao extremo limite as obras de infraestrura e o agronegocio (florestas no Brasil, agricultura nos EUA) e impedirá a construção de hidrelétricas, provocando os apagões. Por seus compromissos externos, os campos petrolíferos não devem pertencer ao Brasil, mas sim às grandes petroleiras internacionais. E por fim, Marina irá promover a eleição do presidente do Banco Central e entregá-lo a um filo-americano. Dessa forma, nossa economia passará, definitivamente, ao controle estrangeiro. Quanto a segurança militar, as Forças Armadas receberão como missão principal a proteção do meio ambiente, o que significa retirar as pessoas para devolver a terra à vegetação nativa. Completado o ciclo de entrega do país, Marina será condecorada na ONU, receberá o título de mulher do ano e ganhará o milionário prêmio Nobel por relevantes serviços prestados à humanidade.
  
Até agora, a única vez que se ouviu Marina falar de independência foi para mencionar a independência do Banco Central.

Sem Noção

Um dos biólogos mais importantes do mundo, Dr. Edward Osborne Wilson,  propôs ao Instituto Smithsoniano uma estratégia de conservação: para prevenir a “extinção em massa de espécies”, devemos destinar metade do planeta exclusivamente para a proteção dos animais
 
Os custos de quase todas as obras do Gov. federal ultrapassaram em dezenas e dezenas de bilhões as previsões e licitações. Não se pode excluir a corrupção, que houve e muita, mas também nos lembremos que grande parte dessas despesas, as mais inúteis, foram causadas pelos atrasos forçados com o pretexto de mais e mais exigências ambientais
 
Enquanto a traidora FUNAI se esforça por segregar os índios para consolidá-los como uma “nação” diferente da comunidade brasileira, a China ampara e premia com dinheiro os casamentos inter étnicos entre a etnia  dominante (Han) e os de etnia tibetana e iogur da Ásia Central. Enquanto antropólogos da FUNAI se esforçam para ressuscitar línguas indígenas extintas, a China desestimula o uso de outra língua que não o Mandarim

Os dirigentes chineses cuidam da integridade da pátria deles, como todo mundo faz. Até quando os nossos, sem noção do perigo, permitirão que a FUNAI, obedecendo instruções das ONGs estrangeiras, criem o cenário propício a balcanização do nosso País. 
 
A Comissão Nacional da “Verdade” está torrando dinheiro público que, em vez de criar  antagonismos já cicatrizados poderia estar sendo utilizado para algo melhor. Agora, sem noção exige um mea-culpa das Forças Armadas. O comandante das Forças Armadas é sempre o mandatário supremo, então é a Dilma que vai pedir desculpas? E também pedir perdão pelo terrorismo? Parem com isto e vão trabalhar em algo útil.
 
O Fracasso do desarmamento - Sete anos da proibição da venda de armas de armas de fogo, foi atingida a marca de 56.337 homicídios, a maior de nossa história. Os criminosos seguem tendo acesso a armas ilegais de qualquer maneira.As normas mais rígidas não diminuíram os índices de violência, ao contrário, impedindo as pessoas honestas de se defenderem,  aumentam a ousadia dos meliantes
 
Do Lewandovski”.Os magistrados brasileiros devem atender as exigências das cortes internacionais, “especialmente com os tribunais supranacionais quanto a aplicação dos tratados de proteção dos direitos fundamentais, inclusive com a observância da jurisprudência dessas cortes”..Será que ele é brasileiro ou cidadão do mundo?
 
Juízes perderam a noção - A presidência do TJ do Rio de Janeiro enviou um projeto para conceder auxílio-educação para os filhos de juízes e servidores do Tribunal ,por mês R$ 7.250 para os magistrados e de 3.000 a outros servidores.
 
Verdade?
 
“O Brasil pode ser o maior produtor do mundo com o pré-sal."

Não foi o Lula, não foi a Dilma, nem tão pouco, nenhum candidato que disse isto. - Foi o Vice-Presidente Executivo da Shell que disse.
 
 Informação
 
 Interromperei os comentários até meados de outubro.

 Disponho de um pequeno estoque do livro “Segredos da Espionagem”, que coloco a venda.
Contato  geliofregapani@uol.com.br

Que Deus guarde a todos nós
 
Gelio Fregapani