23 de Julho, 2013 - 13:54 ( Brasília )

Pensamento

Comentario Gelio Fregapani - O inferno astral dos políticos.É bom saber, Queda de braço na questão indígena, Sem noção e Considerações sobre a Saúde Pública



Assuntos: O inferno astral dos políticos.É bom saber, Queda de braço na questão indígena, Sem noção e Considerações sobre a Saúde Pública

 
 
O inferno astral da classe política, e da Política do País.
    
A popularidade da Dilma desabou. Também a de Lula, cuja saúde não recomenda sua volta mesmo que queira. Ainda pior que eles os parlamentares em geral -(Sarney com 92% de rejeição, Renan e Henrique Alves com 89% e Aécio aproximando-se dos  50%). Marina, já  rejeitada por todos que querem produzir, ainda  sofrerá as consequências quando for conhecido seu passado de corrupção e de separatismo indígena a serviço da Inglaterra. Seria mesmo a pior opção. Até agora só escapa do desgaste o Joaquim Barbosa, que jura  não ter pretensões eleitorais.
     
Essa ausência de alternativas é perigosa. Faltando ainda 18 meses para Dilma terminar o mandato se acentuam os sinais de ingovernabilidade A economia ainda não está mal, mas a perspectiva que vai piorar tem o mesmo efeito.
      
Não sabemos o que aconteceria se a Presidente tomasse o freio nos dentes e fizesse uma faxina completa: reduzisse os Ministérios para uns cinco, prendesse os corruptos, endurecesse com os bandidos e com o Judiciário mesmo ao arrepio da Lei e onde não houvesse administradores sérios e competentes colocasse pessoal apolitico, como missão, sem recompensas extras.
     
Com ações nesse estilo talvez conseguisse levar o nosso País a um glorioso destino, mas talvez fosse alijada do poder. Não sabemos o que acontecerá, mas sabemos que,  enfraquecida, cedendo tudo à ambição imensa de seus aliados e de seu partido, permitindo o aumento dos juros ao setor financeiro desmontara a produção, e pior,terá que tolerar as ações das ONGs e dos “movimentos sociais” como o Lula e o FHC faziam.
    
Aí sabemos o que acontecerá na próxima eleição ou mesmo antes: uma convulsão generalizada e  talvez o desmembramento do nosso País.  
 
 É bom saber
   
Governo FHC – O internacionalismo globalista do Governo entregou à Booz-Allen, empresa que coordenava o trabalho de grampos da CIA, (onde trabalhava  Snowden),  a responsabilidade por estudos estratégicos, desde o "Brasil em Ação" no primeiro governo até o "Avança Brasil" no segundo, bem como os programas de privatização e de reestruturação do sistema financeiro nacional. A empresa operou até 2002, em estudos e pareceres, contratados pelo governo para abastecer uma política de alinhamento do Brasil com a economia dos EUA.
    
Governo Lula – O internacionalismo esquerdista do Governo considerava que as fronteiras na deveriam ter cercas, mas sim pontes. Insistindo em não reagir às provocações, o nosso País passou a ser tratado como um grandalhão medroso que se ajoelha ao som do primeiro grito. “Devemos ser generosos com a Bolívia, é um país muito sofrido”, recitava Lula a cada insulto. Engolindo desaforos e confiscos. O mesmo acontece com a Argentina, Paraguai e Equador.

Difícil saber qual o pior.
 
Queda de braço na questão indígena

Enquanto a Presidente mantém a decisão de rever o processo de demarcação de novas terras indígenas, acabando com o monopólio até agora exercido pela Funai na atividade  incluindo outros órgãos  - Embrapa e os ministérios da Agricultura e Desenvolvimento Agrário, o Ministro da Justiça de José Eduardo Cardoso, afirma que a Presidente deixou claro que não pretende esvaziar a Funai, mas fortalecer esse órgão". Os indígenas se posicionaram contrários à inclusão desses órgãos e entregaram à Presidente um documento com 11 reivindicações e receberam a promessa de que os seus pedidos serão atendidos.
   
Enquanto isto a Funai está promovendo, à margem da Lei, a demarcação de nova Terra Indígena em Santa Catarina e funcionários da Funai estariam empenhados em ampliar a reserva Xapecó e ainda índios de diversas etnias bloqueiam a estrada de ferro de Carajás. Os casos simultâneos de SC e do MA são típicos da questão indígena. A Funai e o aparato indigenista que a apóia se concentram em demarcações de terras indígenas em áreas mineralizadas ou no mínimo produtivas e habitadas por não índios,fazendo o jogo do estrangeiro ambicioso e solerte. Torna-se evidente que no Norte da Amazônia, o objetivo é a criação de novas nações dóceis e totalmente controladas, e ao Sul da Amazônia é prejudicar a concorrência agricola.Por esses e outros motivos, é mais que urgente uma ampla reformulação na política indígena, para que o Estado brasileiro possa assegurar plenamente os direitos reais, tanto dos índios como dos não-índios.
  
Algo indica que, enfraquecida, Dilma também cederá nesse importante setor, como já o fez na questão dos juros. Caso continue cedendo, nosso País estará realmente mal. Entretanto, por enquanto, ainda resta uma esperança.
 
Sem noção
   
O “Anonymous” convocou manifestantes para atos durante a Jornada da Juventude  e a visita do Papa":..."Não se trata de um protesto contra o Papa nem a Igreja Católica', esclarece o grupo. 'Será mais um grito contra a corrupção e por serviços públicos mais dignos........" Será?
     
O que esperam conseguir com essa inoportuna e constrangedora  convocação?      
Desmoralizar o País e a cidade do Rio de Janeiro? Desmoralizar a política brasileira já mais do que desmoralizada? Conseguir espaço na mídia internacional - abrindo caminho para que o Brasil se torne o Egito da vez? Ou, será que esperam constranger o Papa a falar mal daqueles que, oficialmente, o estão recepcionando? Deveriam  saber que o Papa não pode intervir. Roupa suja se lava em casa.
   
É evidente a tentativa de aproveitamento das manifestações por um setor do PT, mas não podemos descartar totalmente o dedo estrangeiro, ou pelo menos o aproveitamento estrangeiro. As tentativas de ingerência começam exatamente com os colaboradores, colaboracionistas e, ou, ignorantes - na melhor das hipóteses - tentando  badernar, fazer manifestações etc., etc...
 
Talvez até consigam nos enganar, mas se soubermos a verdade, a verdade nos libertará

 
Considerações sobre a Saúde Pública
   
Não há dúvida que melhoramos. No início do século passado éramos ”doentes” por falta de saneamento e, principalmente, por deficiência na qualidade da alimentação. O nosso País produzia quase somente cana e café, exceto nas regiões colôniais, onde se comia bem. Os mais velhos lembram-se da dificuldade de encontrar homens saudáveis suficientes para equipar uma simples Divisão, na FEB. Melhoramos muito em alguns setores e podemos creditar à alimentação mais balanceada, o principal progresso, apesar de ainda existir, nas áreas mais pobres, a deficiência alimentar capaz de transformar uma raça de gigantes em homens gabirus.
   
Outros importantes fatores para a saúde são a higiene e o saneamento básico. Sobre o saneamento básico, que melhor seria chamado de ecologia humana, avultam a água potável, as moradias saudáveis e os esgotos, que seriam vantajosamente substituídos por biodigestores. Algumas plantas, como a mamona, afastam até o mosquito da dengue, e o ato de lavar as mãos e cuidar do seu lixo evitam muitas doenças. Juntas, essas medidas fazem milagres.   A boa alimentação é fruto do progresso. O saneamento básico é do Governo. Já a higiene é fruto da educação. Como complemento das medidas governamentais ainda teremos a medicina preventiva, ou seja a imunização através das vacinas.
   
Mesmo com todas essas medidas ainda existirão doenças, então cabe à Medicina cumprir seu nobre e insubstituível papel de cura, ou seja a Medicina é a ultima etapa na luta pela saúde.
   
Erroneamente o Ministério da Saúde trata quase somente da Medicina e assim mesmo erra nas prioridades. Com a internação de um viciado gastam-se recursos que salvariam uma centena de maláricos. Esse último dado será difícil de corrigir, devido ao bom coração da  nossa  gente, mas os médicos militares são instruídos a fazerem uma triagem para dar prioridade aos que poderão voltar ao combate.   É triste, nós sabemos, mas por vezes é necessário.
 

Que Deus guarde a todos nós
 
 
Gelio Fregapani