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Panorama
Haiti
Responsável
Kaiser Konrad
Fotos Abaixo enviadas pelo Batalhão Haiti
Abaixo
ação de desarme da munição de morteiro,
de 81mm, encontrada em Bel Air. As bombas foram destruidas pela
equipe de Engenharia do Batalhão Brasileiro.
Clique na foto para melhor resolução


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Defesanet
22 Outubro 2005
Batalhão Haiti 16 Outubro 2005
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Batalhão
Haiti
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Batalhão
Haiti intensifica operações militares com
o início de campanha eleitoral e logra baixar nível
de restrição de movimento em Bel Air
O Batalhão Brasileiro no Haiti, integrante da MINUSTAH,
realizou, em 11 e 13 de outubro de 2005, duas operações
militares de cerco e vasculhamento em sua zona de operações.
A finalidade tem sido manter o controle da área
e, preservando a iniciativa nas ações, impedir
que o clima de estabilidade atingido possa ser prejudicado
pela ação de grupos contrários ao
processo de paz no Haiti, particularmente levando-se em
conta o início da campanha eleitoral.
Em um dos vasculhamentos, foram encontradas duas granadas,
ainda ativas, de morteiro 81 mm em uma residência.
As granadas, em avançado estado de deterioração,
foram destruídas por uma equipe de engenharia do
Batalhão Brasileiro, impedindo que pudessem causar
danos a civis.
Desde
junho deste ano, foram realizadas 65 operações
de cerco e vasculhamento, tendo sido detidos e entregues
à Polícia Nacional Haitiana 168 suspeitos
de participação em atividades ilegais, que
ameaçavam a segurança da população
local.
Essas operações têm permitido que
a tropa da MINUSTAH mantenha a iniciativa operacional
em Porto Príncipe, impedindo que grupos armados
já desarticulados se reorganizem em regiões
antes conhecidas pelo ambiente de violência e por
servirem de refúgio de grupos armados contrários
à pacificação do País.
Em
decorrência de uma redução nos registros
de incidentes na área de responsabilidade do Batalhão,
pela primeira vez desde que a MINUSTAH foi instaurada
no Haiti, a região de Bel Air e Solinô deixou
de ser considerada "área vermelha" para
o segmento civil da Missão e passou a "área
âmbar". Isso significa que não é
mais obrigatório o deslocamento de civis na área
somente em viaturas blindadas.
Tal acontecimento, além de refletir diretamente
o resultado positivo do trabalho das tropas brasileiras,
permitirá que as agências civis da MINUSTAH,
as organizações não-governamentais
e os organismos governamentais possam aumentar efetivamente
sua presença na área, levando, na esteira
dos militares, uma melhor qualidade de vida à população.
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