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Defesa
@ Net
Uma
entrevista do
Prof Moniz Bandeira incluída em um série de
reportagens chamada de: "A Geopolítica do Cerco".
Matérias produzidas pela Agência Brasil, órgão
oficial do governo brasileiro.
Como a entrevista foi realizada dentro do Itamaraty e o
Prof. Moniz Bandeira foi nomeado adido cultural em Frankfurt,
podemos realizar as perguntas:
1- É a palavra oficial do itamaraty?
2- Do governo Brasileiro?
Ou um mero exercício ideológico dos porões
do Itamaraty e Planalto
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Artigos
da Série a Geopolítica do Cerco
1 - Entrevista com o Professor Moniz Bandeira diz que EUA têm
"cinturão militar" em volta do Brasil
ABr 18 Jan 06
Link
2 - Estudo
do Exército detalha presença militar norte-americana
na América do Sul
ABr
18 Jan 06
Link
3 - Órgão
dos EUA coordena estratégias político-militares
para América do Sul
ABr
18 Jan 06
Link
Leia reportagem
do Washington Times onde são mencionados o Prof. Sampaio,
do Defesa@Net, e o
Prof. Moniz Bandeira
U.S. inroads raise alarm
Washington Times 25 Out 06
Link
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Notas
Estratégicas - Strategic Notes
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Defesanet
24 Janeiro 2006
Agência Basil 18 Janeiro 2006 |
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Estudo
do Exército detalha presença militar
norte-americana na América do Sul
André
Deak*
Repórter da Agência Brasil
Brasília
Há muito tempo a América do Sul tem
sido uma área estratégica para os Estados
Unidos, o que levou os norte-americanos a trazerem militares
na região. Exemplo maior talvez tenha sido a Doutrina
Monroe, aprovada pelo Congresso norte-americano em 1823.
Surgida como forma de impedir a recolonização
européia da América, com o tempo serviu
para o intervencionismo norte-americano em diversos países,
e prolongou até mesmo durante a guerra fria, quando
foi reutilizada pelo presidente John Kennedy (1962) para
justificar a luta contra o comunismo na região,
especificamente contra Cuba.
Atualmente, os EUA não justificam mais sua presença
militar na América do Sul com a Doutrina Monroe,
mas, principalmente, com a necessidade de combater o narcotráfico.
Um estudo militar brasileiro fornece detalhes sobre a
localização dos militares norte-americanos
na região. O trabalho, apresentado em 2002 na Escola
de Comando e Estado-Maior do Exército, no Rio de
Janeiro, questiona se "o verdadeiro cinturão
de forças em torno das fronteiras brasileiras,
particularmente na área amazônica, seria
utilizado para outros fins, ainda não declarados".
O professor aposentado da Universidade de Brasília
Luiz Alberto Moniz Bandeira, que há mais de
50 anos tem os Estados Unidos como objeto de estudo, vê
com preocupação a presença norte-americana
na região. "As bases permitem a manutenção
de grandes orçamentos para o Pentágono.
Por causa da indústria bélica, eles precisam
gastar seus equipamentos militares para novas encomendas.
É um círculo vicioso", explica.
Em outubro, Brasil e Uruguai se manifestaram contra a
possibilidade da construção de uma base
americana dentro do Mercosul, no Paraguai boato
negado pelo governo paraguaio. A suspeita surgiu a partir
de um acordo que o país fez para que militares
dos EUA façam treinamentos conjuntos na região
da Tríplice Fronteira até 2006. Os Estados
Unidos têm acordos similares com diversos outros
países da América, muitos deles vizinhos
brasileiros.
Clique
aqui para acessar o gráfico que detalha a presença
dos norte-americanos em cada região. O mapa traz
os principais destaques do estudo do Exército brasileiro,
atualizado com dados do livro Formação do
Império Americano, de Moniz Bandeira.
*Colaborou
Bianca Paiva

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Nota
Defesa@Net
O trabalho mencionado no artigo acima é: "PRESENÇA
NORTE-AMERICANA NOS PAÍSES DA AMÉRICA DO SUL",
de autoria do Cel Inf JOSÉ ALBERTO DA COSTA ABREU.
O trabalho de conclusão de curso apresentado à
Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, para
obtenção parcial do Ccertificado de Cspecialização
em Política, Estratégia e Alta Administração
Militar. Foram orientadores os oficiais:
Cel Eng JOAQUIM MAIA BRANDÃO JÚNIOR
Cel Art FERNANDO ANTONIO NOVAES DAMICO
O trabalho
menciona artigos do Defesa@Net e fez parte da turma do ano
de 2002..
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