COBERTURA ESPECIAL - Nota Covid DN - Inteligência

02 de Maio, 2020 - 19:22 ( Brasília )

NOTAS COVID DN - Os “anciãos” PQDT e CIGS do Estado-Maior Planalto Enfrentam os PARAS de MASSU

A experiência dos franceses com seus "PARAS" do General "MASSU" é replicada nos trópicos através da agressiva posição da imprensa





Nota DefesaNet
Esta NOTA COVID deve ser lida com o texto do Gen Ex Pinto Silva -  Crime de Responsabilidade ou Luta pelo Poder?
O Editor

Redação DefesaNet

DefesaNet publicou o artigo “Gen Braga Neto Assume o Estado-Maior do Planalto” (01ABR2020), que teve repercussão mundial. Nele mostrava o movimento de reorganização do Palácio do Planalto, entre outras ações, para habilitar e dar mais resiliência  ao Palácio do Planalto e a administração Bolsonaro para enfrentar as ameaças geradas pela crise da Pandemia do COVI19.

E também pelos desdobramentos da imprensa oligarca com sua extrema agressividade não só contra o Presidente Bolsonaro, mas também contra a População Brasileira. E aqui mostramos uma comparação com a ação francesa na Argélia.

As derrotas da França

A França, em 1939, foi derrotada pelos alemães com sua Blitzkrieg dando-se ao luxo de desconhecerem a pérola da engenharia de defesa francesa, a Linha Maginot. 

Uma nova derrota agora mais humilhante a da fortaleza de Dien Bien Puh, para o Viet Mihn, que levou à perda das Colônias na Indochina, em 07 Maio 1954.

Surgem o “PARAS” e “MASSU”

Quando o movimento argelino Front de Libération Nationale (FLN) inicia a campanha para independência da Argélia os franceses não estavam dispostos a perder pela terceira vez. Assim ao iniciarem os conflitos, em 1954, após um período de hesitação a mão pesada da repressão agiu.

Os franceses enviam a 10ª Divisão Paraquedista (10e Division Parachutiste). Comandada pelo General Jacques “MASSU” (1908-2002), os “PARAS”, como são chamados os paraquedistas no Exército Francês, e começam a delinear uma estratégia de ação na falta de uma doutrina oficial.

A ação francesa é mais conhecida pela aplicada na Casbah, reduto popular onde os membros da FLN se escondiam. Recomendamos o filme “A Batalha de Argel”, do cineasta italiano Gillo Pontecorvo (1966), um clássico analisado pelas áreas de inteligência de todo o mundo, em especial após o 11 de Setembro.

Porém, a estratégia de “MASSU” e seus “PARAS” além da tortura contra os membros da FLN tinha técnicas de Controle da População e das regiões. Com o sistema “Ilot” de disseminação de agentes entre a população, e a “Quadriculação”. Divisão da Argélia em setores, em cada um tinha uma unidade do Exército Francês, cobrindo toda a extensão do território do país.

“MASSU” seus “PARAS” e o Brasil

O que tem a experiência de “MASSU” e seus “PARAS” com o momento atual do Brasil?

Total, pois após quatro derrotas significativas, as classes oligarcas brasileiras dominantes do judiciário-financeiro-imprensa não querem ter a quinta derrota.  Acompanhemos as derrotas da imprensa oligarca:

- Em 2013, apostou em silenciar as manifestações populares contra o governo. Conseguiu silenciar as notícias frente a uma estrutura de redes sociais incipientes.

- Em 2016, manipulou e escondeu, fez o possível para transformar a notícia. Porém, com uma estrutura de redes mais robustas as notícias sobreviveram às suas torturas. E Dilma caiu. Uma derrota fragorosa.

- Em 2017, ajudou a torturar a verdade ao criar o factoide JBS no governo Temer. Conseguiu com a tortura da verdade que o Brasil quase cambaleasse.

- Em 2018, esmerou-se em torturar a notícia. Na campanha eleitoral ao ter cada um dos seus candidatos caindo ao longo da corrida eleitoral e ver Jair Bolsonaro eleito.

Tudo é valido para alcançar os seus objetivos, desde 28 Outubro 2018, quando Jair Bolsonaro foi eleito. A postura de que incorpora a verdade e TODOS os seus atos e deturpações são amparadas e válidas para a imprensa oligarca

O processo de tortura noticiosa, implantado há 18 meses, alcançou pouco êxito em corroer as bases do atual presidente Jair Bolsonaro.

A Pandemia desde o início foi vista pelos Oligarcas Regionais como jogar o brutal custo da emergência na conta do Palácio do Planalto além de tentar salvar as finanças de seus quebrados estados. A visão do que poderia ser a Pandemia em realidade era uma imagem distante. No dia 28 de janeiro de 2020, o alerta de emergência foi elevado ao nível 2 de 3, pelo Ministério da Saúde, considerando um "perigo iminente" para o Brasil. O carnaval ocorreu 21-25 Fevereiro, nem passou pela consideração dos governadores e pela imprensa oligarca de ser cancelado. Assim como os espetáculos esportivos.

Após o Gen Braga Neto assumir o comando do Estado-Maior do Planalto uma série de ações começaram a aparecer e dar resultados.

- O auxílio emergencial para: desempregados, ambulantes e uma classe nova os “invisíveis”. Pessoas que não constavam de qualquer programa de ajuda do governo. De um momento para outro os invisíveis, que somam quase 50 milhões estavam inseridos na sistema financeiro;

- Braga Neto conseguiu reerguer um governo que estava a caminho de fazer a proeza de se auto derrubar;

- Criado o Conselho da Amazônia e o governo começa a desarmar a bomba ecológica preparada para 2020;

- É apresentado um rascunho de um plano de recuperação econômica o Pró-Brasil, e,

- muitas outras ações.

Assim com o reforço do Palácio do Planalto e o do Governo Bolsonaro com uma melhor integração interna surgem outros perigos para as oligarquias.

- Os Grandes Bancos Nacionais e Associados veem no horizonte, de que o custo da Pandemia COVID-19, será enorme e estas entidades não querem arcar com prejuízos. Portanto é necessário terem acesso ilimitado aos cofres do tesouro;

- As complicações da gestão da Pandemia pelos governos estaduais.

O processo de desestabilização foi criado com dois movimentos:

-  Impasse Mandetta, demitido em 6 Abril 2020. Não foi suficiente.

- Impasse Moro. Demitiu-se em 24 Abril. Seria o míssil sem erro para afundar a nau capitânia. Tornou-se errático e agora o STF sai em socorro, para tentar pô-lo no curso, se for possível.

Em tudo isso doses maciças diárias de tortura midiática na imprensa oligarca. Por qual razão? A mesma que MASSU e os seus PARAS adotaram na Argélia.

“Em Argel, onde o tempo era em geral crítico, os métodos de interrogatório, que se baseavam em recompensas, patriotismo, suborno e mesmo ameaças como incentivo, mostraram ser demasiado lentos. A solução desse problema foi, em muitos casos, submeter o suspeito à tortura.”
A BATALHA DE ARGEL - Robert J. Kee

Todo o Povo Brasileiro deve ser submetido a doses maciças de tortura para que o massacrem. O objetivo é quebrar a coluna vertebral, pois não há tempo para o convencimento. Por essa razão um prazo processual de 60 dias é encurtado para 5 dias por oligarca do STF.

São criadas cada dia mais restrições de locomoção nos grandes centros urbanos. Afastar a população das ruas e torna-la invisível é fundamental.

A resiliência tem sido garantida por integrantes do Estado-Maior do Planalto por ex-membros Paraquedistas (PQDT) e Guerreiros da Selva(CIGS). A luta tem sido titânica. Ataques diários com notícias falsas e desinformação.

Praticamente todas as notícias envolvendo militares, veiculadas na imprensa oligarca, contém graves distorções. Como a publicada pelo NY Times, 01MAIO2020 (Bolsonaro luta pela sobrevivência recorrendo a militares anciãos

A imprensa aliada à oligarquia do STF passou também a torturar e perseguir apoiadores do atual governo ou simplesmente que possuem ideias divergentes da classe dominante.

A mais notável foram as ameaças e a ação de jagunço contra a juíza mineira Ludmila Lins Grilo pela publicação o Antagonista. Jovem liderança da área jurídica que se contrapõe à oligarquia do STF. (O Antagonista Ataca e Ameaça a Juiza Ludmila Lins Grilo. O que significa?)

Os membros da imprensa incorporando um “PARA” em sua alma liderados por “MASSU” e acreditando em uma cruzada contra os infiéis partem sedentos para sessões de tortura da notícia com o alvo final o cidadão brasileiro. 

E são os militares anciãos membros PQDT (Paraquedistas) e CIGS (Guerreiros da Selva), que enfrentam a sanha diária dos ataques.

PQDT - VP Hamilton Mourão, Ministro Defesa Fernando Azevedo, Gen Augusto Heleno (CIGS), Gen Ex Eduardo Ramos

CIGS - Braga Neto

Nota Acrescentamos o termo “ancião” em homenagem à garra dos que compõem o Estado-Maior do Planalto..

 

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