22 de Novembro, 2013 - 10:18 ( Brasília )

Marinha vai levar quatro estudantes brasileiros à Antártida

Dois estudantes da rede pública e dois da rede particular, acompanhados de seus professores, vão conhecer a base de Comandante Ferraz

Quatro estudantes brasileiros vão ter a possibilidade de conhecer a Antártida em 2014. A iniciativa é da Marinha do Brasil através do concurso cultural “O Brasil na Antártida”, que vai proporcionar a viagem a dois estudantes da rede pública e dois da rede particular, junto com quatro professores escolhidos pelos vencedores.

Eles irão ao continente gelado saber mais do trabalho de pesquisa desenvolvido pelo Brasil na região. Para participar é preciso ter entre 15 e 19 anos, estar cursando o ensino médio e matriculado regularmente em uma escola. Depois é preciso fazer um vídeo destacando a importância dos estudos brasileiros no continente gelado e enviar para a Marinha.

Mas, atenção: não basta participar e ganhar o concurso. Após o resultado, o candidato vai ter que passar por exames médicos na Marinha para saber se está apto a enfrentar as condições inóspitas da Antártida, onde o frio pode chegar a -40 graus.

Os vídeos, que devem ter de um minuto a no máximo três minutos (nos formatos MPEG, MP4, AVI, WMV), devem ser enviados à Secretaria Interministerial para os Recursos do Mar, via Correios, aos cuidados da Organização do Concurso Cultural “O BRASIL NA ANTÁRTICA”, localizada na Esplanada dos Ministérios,   Bloco N, Anexo B, 3º Andar, Brasília/DF, CEP 70055-900.

O prazo final para o envio dos vídeos, é 10 de janeiro de 2014 (devem chegar a Brasília até o dia 17 de Janeiro) e podem ser feitos por celular, máquinas fotográficas, filmadores ou webcams. Filhos e parentes de militares não podem participar.

A base provisória de Comandante Ferraz foi construída no início de 2013 depois que um incêndio destruiu a base brasileira em fevereiro do ano passado, vitimando dois militares. De acordo com as previsões da Marinha, as pesquisas brasileiras no continente devem ser retomadas no início de 2014. O Brasil deve gastar cerca de R$ 40 milhões na reconstrução da base de pesquisas.