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DEFESA

DEFESA@NET 08 Fevreiro 2009
EBC 06 Fevreiro 2009

Empresa Brasileira de Comunicação


Resumo da Parte Referente ao Projeto F-X2
ENTREVISTA: Bom Dia Ministro, com o ministro da Defesa, Nelson Jobim
Programa apresentado em rede de rádios no dia 06 Fevreiro 2009
ASSUNTOS: Estratégia Nacional de Defesa, Aviação Civil, Haiti, Programa F-X2 e Reestruturação do Ministério da Defesa.
(Nota - texto revisado por Defesa@Net)
(Para Ouvir o áudio da entrevista na íntegra acesse Link)
(Para o áudio da parte referente ao Projeto F-X2 acesse Link)

Defesa@Net

Resumo da Parte da Entrevista Referente ao Projeto F-X2 Link
Para a íntegra da entrevista com o ministro da Defesa, Nelson Jobim acesse - Link

Para o Áudio da Entrevista referente ao Projeto F-X2 Link
Para o Áudio da entrevista na íntegra acesse - Link


Ministro Jobim Reafirma Aderência ao Projeto F-X2 link
Jobim Lança o Projeto F-X2.5 Link

MARCELO FREITAS (Rádio Band News/DF): O senhor disse durante a apresentação do Plano Nacional de Defesa que não faltaria dinheiro para as Forças Armadas. Mas, a própria estratégia não previa nenhum recurso. Há alguma previsão para os próximos anos? Principalmente agora que o ministério teve mais de R$ 5 bilhões do orçamento bloqueados. E ainda sobre o mesmo assunto: o governo vai antecipar a compra dos caças da FAB para 2009, para evitar o investimento em ano eleitoral?
MINISTRO:
Não há dúvida nenhuma que a mesma, são duas coisas diferentes. A Estratégia Nacional de Defesa não é uma relação de compras. A Estratégia Nacional de Defesa não tem como objetivo único e exclusivo a compra de materiais para as Forças Armadas, A estratégia de defesa tem como base a reorganização, a modernização das nossas forças, visa a visa o nosso território. Precisamos ter, por exemplo, a identificação dos pontos sensíveis, estratégicos sensíveis do país. E ter uma locação de forças naquela localidade, ou seja, naquele ambiente. Quanto a questão específica do FX, prossegue. As nossas pesquisas, as nossas discussões sobre a decisão a ser tomada. O senhor sabe que na última short-list feito pela FAB, nós tivemos três aviões. O F/A-18 E/F americano, o Rafale francês e o Gripen NG sueco. Agora ontem eu recebi, no Ministério da Defesa, a visita da Rosoboronexport, que é uma empresa russa que projeta o Sukhoi, o SU-35, que é o novo Sukhoi. E deseja trazer complementos para ver a possibilidade de ser (re)examinado. Eu disse que era possível, trazer esse material, e que a FAB examinaria. O mesmo se passou com os europeus, com os italianos em relação ao Eurofighter. Ou seja, nós teremos lá por julho, julho ou agosto, nós vamos ter uma decisão final da escolha técnica, das opções técnicas da FAB. Para depois tomarmos a decisão política, isso de um lado. de outro lado lembra-se que nós assinamos, agora no final do ano a compra de, em torno de 50 helicópteros, para construção no Brasil do EC-725, que é o Cougar francês novo. Que é o Super Cougar. Que vai ser construído no Brasil. O problema com as empresas estrangeiras nesta área é que o Brasil não é um comprador líquido. O Brasil é um parceiro. Ou seja, deseja investe (sic), investirá. Mas com uma condição, que isto importe no desenvolvimento da nossa indústria de defesa. Daí os entendimentos de o Brasil poder construir os helicópteros aqui no Brasil, na Helibras. E, portanto, importará em investimentos na Helibras, que os americanos ou franceses ou suecos possam ter entendimento com empresas brasileiras para o desenvolvimento de um caça de quinta geração no Brasil e mais, assinamos com os franceses e também com a participação da iniciativa privada brasileira a compra e construção no Brasil de submarinos Scorpène que são convencionais a serem construídos em estaleiros no Brasil, a ser situado em Itaguaí, e mais, a construção ao fim depois dessa experiência do nosso submarino de proporção de nuclear.

JOFRE MELO (Rádio CBN - Recife): Bom dia, ministro, como está sendo feita a reestruturação do Ministério da Defesa?
MINISTRO:
Bem, basicamente lembra-se que o Ministério da Defesa quando foi criado, ele foi criado de uma forma frágil. O Ministério da Defesa não tem por exemplo, secretário executivo, tem o ministro da Defesa e sua chefia de gabinete, então o pensamento por ora que nós vamos estabelecer é o seguinte: primeiro, nós vamos dividir a parte civil e militar. A parte civil deverá ter um secretário executivo e a parte militar será o Estado Maior, mas não será mais o Estado Maior da Defesa, será o Estado Maior conjunto de Defesa, o Estado Maior Conjunto das Forças Armadas que será sediado dentro do Ministério da Defesa e será integrado, chefiado por um oficial de quatro estrelas mais antigo da força e integrará uma junta que será integrada pelo chefe dos Estados Maiores das três forças. E com isso nós mudamos o critério e a estruturação, porque a visão nova é que o Ministério da Defesa será o centralizador de uma unificação das ações do Exército. Um outro elemento importante é que dentro dessa reestruturação nós vamos apresentar ao presidente com prazo até final de março, desse modelo de reestruturação é a criação da Secretaria Nacional de Compras, ou seja, hoje as compras do Exército, da Marinha e da Aeronáutica são realizadas por seus setores específicos. Mas não há uma política unificada, está política de compras será fixada por essa Secretária Nacional de Compras criada pelo Ministério da Defesa que não deverá ser igual a DGA francesa. Os franceses tem uma estrutura pesada de compras, nós queremos ter isso sim, dentro do Ministério da Defesa, uma estrutura leve, definidora de compras realizadoras inclusive de compras diretas, como já fizemos nesta questão do helicóptero que está sendo comandado pelo Ministério da Defesa e definidor de políticas, ou seja, as forças executarão por delegação as suas compras, mas com autorização e definição de políticas oriundas do ministério.

KÁTIA SARTÓRIO: Ministro, o ministério faz 10 anos esse ano que foi criado, existe uma previsão de ser criado uma carreira civil para o ministério da Defesa?
MINISTRO:
O plano estratégico prevê exatamente isso, nós não temos nenhuma memória dentro do Ministério da Defesa. Todos os setores civil, a parte civil do Ministério da Defesa é originária de servidores, uns são do Banco do Brasil, outros são da Petrobras, outros vem daqui, outros vem de lá, outros vem do Ministério da Fazenda e aí vão se criando um ambiente de conhecimento de defesa. Mas falta uma estrutura interna e uma carreira de defesa, exatamente por isso, em razão disso é que nós resolvemos sem prejuízo dos estabelecimentos do Rio de Janeiro de transferir, de criarmos aqui em Brasília uma sede da Escola Superior de Guerra para que seja a Escola Superior de Guerra o formador de uma elite civil de defesa. Questão de defesa, material militar quem conhecem hoje muito e aqui no Brasil melhor são só os militares e no mundo você tem especialistas que conhecem, nós temos alguns especialistas civis brasileiros muito competentes, mas são poucos, muito poucos e queremos criar essa estrutura e fazer uma carreira de defesa que é que vamos discutir no Ministério do Planejamento.

KÁTIA SARTÓRIO: Ministro muito obrigada mais uma vez por sua participação no Programa Bom dia Ministro.

Defesa@Net
Brasil lanza plan de Defensa que impulsará industria bélica nacional - AFP Dezembro 2008
http://www.defesanet.com.br/md1/end_7.htm


Entrevista com o Ministro Roberto Mangabeira Unger -
"Solução para Amazônia é aumentar eficiência das atividades sustentáveis", afirma ministro
Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº71 - Brasília, 1 de Agosto de 2008
http://www.defesanet.com.br/md1/rmu.htm

As Forças Armadas e a nação - Mangabeira Unger - 2005 http://www.defesanet.com.br/md/fsp_23ago05.htm

EUA cobram que Brasil aceite maior fiscalização de seu programa nuclear
Plano de Defesa, lançado em dezembro, diz que país não vai aderir a protocolo - IGOR GIELOW - Folha de São Paulo

http://www.defesanet.com.br/md1/end_10.htm

   
   
   
   
   
   
   
 
   
   
 

Brasil vai propor defesa
única para litoral do continente
-
Jornal do Brasil - Nov 2007

   
   
  Lula cria grupo para
definir nova estratégia
de defesa
   
 
Brasil quer ocupar
nicho no mercado
bélico, diz Jobim
Reuters/Brasil
Março 2008
   
 

Plano de Defesa deve reequipar Forças Armadas
e criar parcerias com
América do Sul

Folha Online, em Brasília

   
  Setor de Defesa terá
forte regulação,
em troca de apoio,
diz Jobim
   
   
   
   
   
   
   
   
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