Defesa @ Net

La crisis de las plantas de celulosa

Felipe Fajardo Sokol
25 Fev 06
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Legislação do Rio Grande do Sul sobre
barreiras fitossanitárias
24 Fev 06

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La Asamblea local convoca para hoy
a la realización del "grito nacional"

EL Argentino 25 Fev 06
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A crise no Cone Sul
OESP 26 Fev 06
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A crise no Cone Sul
OESP 26 Fev 06
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Tabaré Vázquez: "El Mercosur no sirve"
La Nacion 20 Abril 06
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Inteligência - Intelligence
Crise Brasileira e América Latina

Defesanet 16 Maio 2006
Correio Braziliense 14 Maio 2006

Crisis en el Conosur

MUDANÇA DE ESTRATÉGIA - Parte I
Parte II Link

Instabilidade regional leva Forças Armadas a desconsiderarem Amazônia como prioridade na política de defesa e a iniciar transferência de unidades para o Sul.
Remanejamento pode atingir 3 mil homens

Claudio Dantas Sequeira
Da equipe do Correio

À espera de um sinal político que não chega do Planalto, as cúpulas das três Forças Armadas fizeram o dever de casa ante as diversas crises que inflamam a região. Análises de inteligência sobre prováveis riscos à soberania nacional coincidem na conclusão de que a "paz na América do Sul é incerta" e sugerem uma mudança estratégica urgente na Política de Defesa Nacional, aprovada em 2005 depois de três revisões e duros embates travados entre a caserna e o Itamaraty. Chefes militares ouvidos pelo Correio articulam como primeiro passo reduzir a transferência de pessoal e recursos das regiões Sul e Sudeste para a Amazônia, realocando esses efetivos próximos das fronteiras de Bolívia, Paraguai e Uruguai, uma vizinhança cada vez mais problemática.

Apesar de considerarem que "qualquer ação militar num país amigo seria mal vista", os militares vêm trabalhando com a perspectiva de em até 15 anos ser capaz de travar combate direto com até duas coligações de nações sul-americanas, ou ainda entre um dos vizinhos e uma superpotência militar. A estratégia de hard power é ousada e pretende, por meio de elevados investimentos e da reativação da indústria bélica nacional, capacitar as Forças Armadas nos próximos 35 anos com um poder militar grande o suficiente para "que nenhum país se sinta em condições de desafiar o Brasil" na América do Sul.

Cerca de 3 mil militares poderão ser afetados com o congelamento da composição da 2ª Brigada de Infantaria da Selva em São Gabriel da Cachoeira (Amazonas) - destino dos efetivos da infantaria motorizada de Niterói (Rio de Janeiro) - e o remanejamento dos batalhões de Infantaria de São Gonçalo (RJ) e Campos (RJ), que deveriam seguir para os municípios amazônicos de Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, respectivamente, até 2010. O Comando Militar da Amazônia (CMA) coordena hoje um efetivo de 24 mil militares nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e partes de Tocantins e Maranhão.

O aumento gradativo dessa presença seguia os desígnios da política de segurança nacional do governo Lula, pela qual o Atlântico Sul - que produz 8,3% do petróleo mundial - seria a segunda frente de defesa. A assessoria de imprensa do Exército confirmou à reportagem que está em curso a mudança de quatro sedes de brigadas e regimentos do Rio de Janeiro para Ponta Grossa (PR) e Santa Maria (RS). Em São Paulo, o 2º Grupo de Artilharia Antiaérea deixará Osasco rumo ao litoral paulista de Praia Grande.

Horizonte

Dentre os quatro teatros de operações com que o Estado Maior de Defesa (EMD) vem trabalhando atualmente, a prioridade é o da região Sul, nos limites com Uruguai, Argentina e Paraguai. Lá as três forças realizaram no final do ano passado exercícios combinados na área de Porto do Rio Grande. "As simulações da Operação Pampa são de guerra clássica, na qual há o inimigo é identificado no Estado agressor", explicou ao Correio há dois meses o brigadeiro Ricardo Machado, do EMD. Segundo ele, o confronto de forças convencionais também está previsto em ambiente de selva, associado à guerra irregular na fronteira com a Bolívia. "A Operação Timbó foi limitada em 2006 à área crítica do Acre e de Rondônia", afirma Machado.

O experiente militar lembra o trabalho de prevenção da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, onde estão localizados os maiores campos de petróleo e gás do Brasil. A simulação de proteção das instalações petrolíferas nessa faixa litorânea foi realizada no ano passado por meio de uma ampla operação denominada "Maracaju". A foz do Amazonas entre Pará e Amapá e o resgate de cidadãos brasileiros no exterior são outros horizontes de ação de alta relevância para o Estado Maior, assim como a Operação Jauru, cuja terceira edição será levada a cabo no próximo dia 29 na fronteira com Bolívia e Paraguai.

Defesa @ Net

Ejército de Brasil: crisis de papeleras es una "hipótesis de conflicto armado" - La República - 15 Maio 2006 - Uruguay
http://www.defesanet.com.br/intel/crise_al_86.htm

La controversia con Argentina, las tres opciones y las críticas al Mercosur
por Antonia Yáñez - Onda Digital
http://www.defesanet.com.br/intel/crise_al_87.htm

Presidente Vázquez planteó ayer los 5 puntos en los que se basará la futura Ley de Defensa Nacional
http://www.defesanet.com.br/intel/crise_al_88.htm

Fidel, Morales e Chávez assinam Tratado de Comércio dos Povos
http://www.defesanet.com.br/intel/crise_al_83.htm

DECLARACION FINAL ENLAZANDO ALTERNATIVAS 2 - Viena 13 Maio 2006
http://www.defesanet.com.br/mst/enlazando.htm

Instabilidade regional leva Forças Armadas a desconsiderarem Amazônia como prioridade na política de defesa e a iniciar transferência de unidades para o Sul. - Correio Braziliense - 14 Maio 2006
http://www.defesanet.com.br/intel/crise_al_89.htm

De Olho em Chávez - Correio Braziliense - 14 Maio 2006
http://www.defesanet.com.br/intel/crise_al_90.htm

Las Fuerzas Blindadas del Ejército Uruguayo - Defesa@Net - 2003
http://www.defesanet.com.br/noticia/blindadosuruguay

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