25 de Julho, 2011 - 09:13 ( Brasília )

Geopolítica

COMENTÁRIO GELIO FREGAPANI - Ministros inconvenientes; Calote do dólar; Baixa do ambientalismo; Etc


Demissões no Min. dos Transportes
Irritada com o desgaste de sua imagem, a cúpula do PR procurou o governo para avisar que "estão brincando com fogo”.

Dilma, mostre sua coragem e os enfrente. Até os que não confiavam estão torcendo por isto!
 
Mais uma do Haddad

No livro de História, do Min. da Educação, Roberta Close tem mais destaque do que Jucelino Kubischek.

Parece que esse ministro causa mais mal ao País do que os corruptos do Min. dos Transportes. Até quando teremos que o engolir
 
O Calote e a Economia Mundial e Nacional

O calote norte-americano não será para agora. Muito dificilmente os EUA deixarão de elevar o teto da dívida pública até 2 de agosto.

Muitos de nossos leitores ficam intrigados com essa história de teto de dívida pública – afinal, eles não imprimem quanto quiserem? – A resposta é: os bancos sim, não o governo. Este recolhe impostos e lança títulos quando lhe falta dinheiro, inclusive para pagar os juros dos títulos anteriores. Os dólares são impressos ou criados eletronicamente por doze bancos, em função do lastro ouro ou dos ativos que possuem,
Desde muito tempo que, nos EUA, as despesas superam as receitas, e o governo vem se endividando. O congresso deles impõe um limite, que sempre vem sendo ampliado. Agora certamente será ampliado novamente.

E se o atual limite não for ampliado? – Aí os EUA não pagarão os juros; o dólar cairá vertiginosamente; terá dificuldade em comprar petróleo, minérios, produtos manufaturados das indústrias que exportou, de pagar seus funcionários, etc. Talvez tenha que tomar o que precisa. Mas certamente isto não acontecerá agora. É claro que o limite do endividamento será ampliado, para terem um tempo de preparação para a inevitável queda do dólar.

E por que o dólar cairia? – Porque os bancos imprimiram mais dólares do que existem de bens nos EUA e talvez no mundo. Tudo funcionava quando era entesourado como reserva, e indispensável para comprar petróleo e outras commodities. Já não é mais, e na medida que o mundo se conscientize que essa moeda não tem lastro, será inevitável a perda de valor e o consequente calote mundial.

Enquanto isto, os EUA se preparam, procurando retomar sua industrialização e garantir seu suprimento de petróleo e minérios estratégicos.

E nós? Como ficamos nesse contexto? – Certamente seremos afetados, como todo mundo o será. Nosso comércio exterior sofrerá forte redução, pois sem o mercado americano a China diminuirá drasticamente a importação de nossas commodities, mas o verdadeiro perigo é de agressão para tomada do pré-sal e/ou das jazidas de minérios estratégicos da Raposa-Serra do Sol ou da reserva Ianomâmi.

   Devemos nos preparar para evitar ou para enfrentar este cenário? Claro! – Para um ou outro deveremos fazer uma grande reserva de ouro (abrindo os garimpos e comprando o ouro), fortalecendo o mercado interno e protegendo a indústria nacional, fazendo tratados comerciais com os EUA, China e países da Europa para o fornecimento de matérias primas a base de trocas ou com pagamento em tecnologia (para evitar a necessidade de nos tomarem), e principalmente, nos prepararmos militarmente para manter os ambiciosos e desesperados a distância.

O que não se entende é o aumento dos juros pelo Banco Central; os juros mais altos do mundo. Esses juros, além de consumirem metade do orçamento impedindo investimentos governamentais, atraem imensas quantidades de dólares elevando o valor do Real, inviabilizando a indústria nacional, que perde a competitividade.

Baixem-se os juros e deixe-se que o volátil capital internacional se vá (vai perder o valor mesmo). Assim a inflação cai, sobram recursos para investimentos, o empreendorismo passa a ser mais atrativo do que os juros de capital e tudo fica resolvido. Simples? Sim, é o óbvio ululante. Só o Banco Central não enxerga.

OBS: O Pagamento de juros da dívida pública atingirá a marca de R$ 1 trilhão. O Brasil já gastou com juros da dívida pública R$ 947 bilhões desde que o chamado superávit primário começou a ser praticado, em dezembro de 1998. Em 150 meses, Estado brasileiro usou R$ 200 milhões por dia do que arrecadou com tributos para transferir aos credores da dívida. Para cumprir meta de superávit este ano, setor público ainda precisa de um arrocho fiscal de mais R$ 53 bilhões. Congresso prepara-se para votar lei que vai impedir o uso de R$ 140 bilhões em políticas públicas no ano que vem para que mais juros sejam pagos.

Informado por André Barrocal
 
Ambientalismo radical em baixa

Marina Silva pensa em transferir seu titulo de sua terra para o DF. Sentiu que no Acre perderia qualquer eleição, mas no DF, longe do interior, ainda encontrará bobos que acreditam nela, apesar das marcas de corrupção mostradas por Aldo Rebelo e das ligações com as ONGs estrangeiras, conhecidas por todos os nacionalistas.

Já é conhecido que estudos das mais famosas entidades de pesquisas rurais dos EUA recomendam o cerceamento de nossa produção agrícola, que tende a alijar a produção deles do mercado. Querem que o Brasil se limite a produzir ar puro, ou seja“Farms here, forest there" (Fazendas aqui, florestas lá), ou seja: pretende que o Brasil arque sozinho com o ônus ambiental, enquanto os Estados Unidos cuidam da produção de madeira e de alimentos.

O termo "reserva legal só existe aqui. Foi-nos imposto por Marina e essas ONGs, que não se mostram indignadas com a degradação ambiental em seus próprios países. Se "reserva legal" fosse unanimidade, não existiria só no Brasil.

O que está em pauta é uma guerra pelo mercado de alimentos, em que o ambiente é mero pretexto. Alguns nela embarcam de boa-fé, por inocência e desinformação; outros, de má-fé mesmo. Este, pensamos é o caso da Marina.
 
Não deu certo

A campanha anti-armas está minguando. A Globo fez uma pesquisa e obteve 81% de repudio. Parou de falar no assunto. Fala-se que o senado também fez sua pesquisa, com resultado semelhante. Certamente a campanha será reativada em função do terrorismo na Noruega, mas evitarão dizer que, se houvesse algumas pessoas (de bem) armadas no local, a tragédia teria sido menor.

Mingua também a campanha de incentivo ao homossexualismo. A Globo já mandou retirar das novelas

Que Deus Guarde a todos nós
Gelio Fregapani