03 de Junho, 2011 - 00:01 ( Brasília )

Geopolítica

ITÁLIA - 150 Anos da Unificação

Mais de 40 chefes de Estado e de Governo participaram hoje dos festejos pelos 150 anos da Unificação da Itália

ROMA, 2 JUN (ANSA) - Mais de 40 chefes de Estado e de Governo participaram hoje dos festejos pelos 150 anos da Unificação da Itália.
   
As principais celebrações ocorreram em Roma e contaram com a presença do presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, da Alemanha, Christian Wulff, da Argentina, Cristina Kirchner, da Áustria, Heinz Fisher, de Israel, Shimon Peres, da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, e do Afeganistão, Hamid Karzai.
   
Também assistiram aos festejos o rei Juan Carlos, da Espanha, e os vice-presidentes da China, Xi Jinping, e dos Estados Unidos, Joe Biden.
   
Já a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, enviou uma mensagem ao governo italiano, em nome do presidente Barack Obama.
   
"Os italianos, ao longo da história, contribuíram para dar forma à paisagem norte-americana: do esporte ao espetáculo, passando pela ciência e tecnologia, as trocas de pessoas, ideias e culturas reforçaram esta relação, que já era fortíssima", destacou Hillary.
   
"[Estou] felicíssima por enviar ao povo italiano os melhores cumprimentos em nome do presidente Obama", contou a secretária de Estado.
   
Além dos 40 chefes de Estado e de Governo, outras 80 delegações estrangeiras acompanharam os festejos. O ponto alto da comemoração foi um desfile militar realizado nos Fóruns Imperiais, em Roma.
   
O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e o primeiro-ministro Silvio Berlusconi saudaram as delegações estrangeiras durante os festejos.
   
Berlusconi, inclusive, manteve reuniões bilaterais ao longo do dia com alguns líderes, como o russo Dmitri Medvedev. "Entre nós, os encontros são sempre muito positivos", disse o premier, ao fim da conversa.
   
Medvedev, por sua parte, agradeceu o italiano por ter possibilitado a realização de um outro encontro, desta vez com a participação dos Estados Unidos, representado por Biden.
   
"Espero que, com Biden, falemos também dos problemas que devemos enfrentar e sobre os quais é necessária uma correção de posição", comentou Medvedev.