Mirage 2000-C


Mirage 2000-B


Mirage 2000 com mísseis Super R530 e Magic 2



Programa F-X

Defesanet 18 Maio 2005

Mirage 2000 Provado em Combate

 

As versões de defesa aérea ( Mirage 2000-C/B), a especializada para ataques ao solo ( Mirage 2000-D) a versão de penetração nuclear (Mirage 2000N) e o multimissão (Mirage 2000E, 2000-5 e Mirage 2000-9 ) alcancaram mais de 600 unidades produzidas. Eles estão em operação na França e em sete outros paises: Egito, Índia, Grécia, Emirados árabes, Peru, Quatar e Taiwan . Um total de mais de um milhão de horas já foram voadas.

O Mirage 2000 tem demonstrado sua capacidade operacional em várias missões militares, em coalizões tanto no âmbito da OTAN como das Nações Unidas, ou com países exercendo sua soberania nacional . Desde a introdução operacional da família Mirage 2000 ela tem incorporado as experiências de combate.

Os Mirage 2000 da Força Aérea Francesa têm participado em vários exercícios RED FLAG, na Base Aérea de Nelllis AFB, USA, confirmando a perfeita interoperabilidade do avião com os procedimentos padrões OTAN assim como a sua capacidade de participar em coalizões multinacionais, no âmbito das Nações Unidas.

O Mirage 2000 participou ativamente das operações da Guerra do Golfo ( Desert Shield, Desert Storm e Daguet) assim como nos conflitos da ex-Iugoslávia . Durante essas ações eles foram totalmente integrados ao sistema C4I( Comando, Controle, Comunicação, Computadores e Inteligência), da OTAN

Operações como a de Kosovo ( 1999) demonstraram sua eficiência. Os Mirage 2000-D, participando dos ataques com a OTAN, realizavam de 3 a 4 REVO por missão, usando NVG ( Visores Noturnos), e lançando bombas guiadas laser tanto de procedência francesa ou americana, obtiveram os melhores índices de acuracidade de toda a coalizão. Com a experiência obtida em Kosovo, as tripulações de Mirage 2000-D foram as únicas, não americanas, autorizadas a disparar na Operação Enduring Freedon ( Afeganistão).

Graças a disponibilidade e adaptabilidade os Mirage 2000, que vêm participando em diferentes operações militares tem regularmente demonstrado sua capacidade e eficiência com uma reduzida equipe de apoio e limitado esforço de manutenção. As longa missões em que o Mirage 2000 participa, mesmo fora das bases de apoio tem alcançado excelentes índices de satisfação.

Um índice de 100% de disponibilidade foi obtido durante as Operações em Kosovo, 1999.

As mais altas autoridades indianas tem repetidamente afirmado que, em 1999, após longos combates na fronteira Índia - Paquistão, o deslocamento do Mirage 2000 pela Força Aérea Indiana foi fundamental na Batalha de Kargil.

Em 2002, o primeiro avião baseado em terra a operar no Afeganistão, foram os Mirage 2000. Graças a uma disponibilidade de mais de 95%, durante 7 meses, foram realizadas mais de 4.400 horas de vôo. Mais que 110 horas de vôo/mês por avião, foram atingidas, com missões diárias de mais de 7 horas, partindo de pistas com condições rudimentares e um reduzido número de staff de apoio ( média de 5 técnicos por avião e por turno)

O Mirage 2000 atacou 48 horas, após partir de suas bases na França, a mais de 7.000 km de distância. Vôos semanais eram realizados para a cadeia logística. Seu robusto projeto e excelente disponibilidade, fizeram do Mirage 2000 o único avião de combate a ser baseado em alta altitude. Baixas temperaturas e sem hangares para proteção e com uma rústica pista de vôo era o ambiente, até a construção de instalações no padrão da OTAN, 2 meses após, para a operação de outros tipos de aviões. Apoio e interoperabilidade foram obtidas com outras unidades, oxigênio e outros itens eram trocados com unidades americanas.

Fonte Dassault Aviation


Defesanet

O Pragmatismo Francês
http://www.defesanet.com.br/fx/fxbfrance.htm

Dados Técnicos do Mirage 2000-C e B
http://www.defesanet.com.br/fx/mirage2000c.htm

As operações com o Mirage 2000
http://www.defesanet.com.br/fx/mirage2000.htm

 

:::ÍNDICE
Notícias
Arquivo Notícias
Boletíns
Editoriais
Revista Virtual
SOF História
Artigos
Documentos
Links
Fotos
Vídeos
Equipe
Busca Arquivo
 



 
©2005 DEFESA@NET - Brasil