COBERTURA ESPECIAL - Front Interno - Terrestre

11 de Março, 2019 - 11:00 ( Brasília )

EB - Nota sobre Duque de Caxias





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Não é de hoje que, por razões diversas, tentativas revisionistas acercam-se do vulto histórico do Duque de Caxias, patrono do Exército Brasileiro. Todas caem em descrédito, pois carecem de qualquer fundamento.


“SIGAM-ME OS QUE FOREM BRASILEIROS”
(Batalha de Itororó, 6 de dezembro de 1868)



O Marechal Caxias, que nunca perdeu uma batalha, notabilizou-se, entre outras virtudes, pelo tratamento digno e respeitoso que dispensava aos vencidos. Nos vários episódios em que foi chamado a pacificar províncias insurgentes, soube compreender as diferenças políticas e culturais que geravam antagonismos entre os brasileiros. Assim, sempre agiu para promover a unidade e a integridade nacional.

No comando de tropas brasileiras, ao lado de brancos, negros, índios e mestiços, Caxias foi o conciliador que estabeleceu a paz em um ambiente conturbado de revoltas, entre as quais a Farroupilha, que já se alongava por quase uma década, provocando morte e desunião de irmãos brasileiros, na então Província do Rio Grande do Sul, de 1835 a 1845.

Os integrantes do Exército Brasileiro orgulham-se de seu patrono Caxias, o símbolo máximo da própria unidade nacional brasileira. Gilberto Freyre define: “Caxiismo não é conjunto de virtudes apenas militares, mas de virtudes cívicas, comuns a militares e civis. Os “caxias” devem ser tanto paisanos como militares. O caxiismo deveria ser aprendido tanto nas escolas civis quanto nas militares. É o Brasil inteiro que precisa dele”.

Todos os dias, o exemplo patriótico de Caxias é repetido por milhões de brasileiras e brasileiros, civis ou militares, de todas as raças, o que contribui para a nossa pluralidade cultural e para o fortalecimento de nossa democracia.

Sigam o Velho Marechal aqueles que forem brasileiros!

Brasília, DF, 11 de março de 2019

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO


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