COBERTURA ESPECIAL - Fidae - Tecnologia

05 de Abril, 2018 - 10:00 ( Brasília )

IACIT apresenta soluções para auxílio e controle do tráfego aéreo durante a FIDAE 2018

Empresa desenvolveu soluções exclusivas e com tecnologia 100% brasileira

A IACIT integra o Pavilhão Brasil, na FIDAE 2018, que acontece de 3 a 8 de abril, em Santiago (Chile). Durante o evento, será dado destaque a sistemas de navegação aérea, desenvolvidos pela empresa nos últimos anos. O Pavilhão Brasil (F) é coordenado pela ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança) e Apex-Brasil (Agencia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Com atuação consolidada no desenvolvimento de produtos e serviços de alta tecnologia, a IACIT é a única empresa brasileira a desenvolver e produzir no Brasil auxílio à radionavegação. Recentemente certificou seu DME 0200 que já está em operação em 3 aeroportos no país. A empresa está produzindo outros 33 equipamentos para a FAB (Força Aérea Brasileira), que serão instalados na faixa leste do país, garantindo uma cobertura de parte do território nacional para navegação DME/DME.

A navegação DME/DME utiliza do princípio da triangulação para determinar a posição de uma aeronave, com um nível de acuracidade aceitável para que se ofereça PBN numa área terminal (TMA).

Ainda na área de apoio à navegação e controle do tráfego aéreo, a IACIT desenvolveu dois softwares para operarem junto à Rede de Meteorologia do Comando da Aeronáutica, dando apoio aos operadores de tráfego aéreo com previsões meteorológicas.

Uma das soluções, o NeuralCAST, utiliza redes neurais artificiais (RNA) treinadas para gerar informações de tendências meteorológicas de teto, visibilidade, ocorrência de rajadas, velocidade e direção do vento, para um horizonte de até 3 horas, utilizando as informações das estações do próprio aeródromo.

Já o RouteCAST identifica o volume ou área do espaço aéreo sob efeito de formações meteorológicas que possam apresentar risco às aeronaves em rota, como por exemplo nuvens Cumulonimbus (CB), permitindo monitorar eventos severos e prever o seu deslocamento para uma projeção de até 30 minutos. O sistema utiliza como fonte de dados radares meteorológicos e sensores de descargas elétricas atmosféricas.

Ambas soluções aplicam conceitos de Navegação Baseada em Performance (PBN) e estão em operação no Brasil.


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