COBERTURA ESPECIAL - Eventos - Terrestre

22 de Março, 2017 - 10:00 ( Brasília )

EB - A Defesa Antiaérea


Com a missão de contribuir com a Defesa Aeroespacial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, a 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea (1ª Bda AAAe) desdobrou suas Organizações Militares Diretamente Subordinadas em pontos estratégicos da cidade do Rio de Janeiro (RJ) e de algumas cidades-sede do futebol – Belo Horizonte, Salvador e Brasília.



A 1ª Bda AAAe é dotada de equipamentos modernos, com tecnologias bastante avançadas. No seu acervo, encontram-se os Sistemas de Controle e Alerta, seus respectivos Centros de Operações Antiaéreas Eletrônicos e os Radares SABER M60, todos desenvolvidos pelo Centro de Tecnologia do Exército, em parceria com a empresa BRADAR.



No que se refere ao armamento, a Brigada é dotada do Sistema de Míssil Antiaéreo RBS70, fabricado pela empresa sueca SAAB Dynamics, e do Blindado Gepard, produzido pela empresa alemã KMW. Devido à complexidade dos equipamentos e com intuito de garantir a sua operacionalidade durante os Jogos, cada um deles possui aparelhos especializados para testar seu funcionamento.



A manutenção do Sistema de Controle e Alerta e do Míssil RBS70 está sob responsabilidade do Batalhão de Manutenção e Suprimento de Artilharia Antiaérea, sediado em Osasco (SP), que, para apoiar a 1ª Bda AAAe durante os Jogos, desdobrou um Destacamento Logístico de Artilharia Antiaérea nas instalações da Escola de Artilharia Antiaérea.



O Blindado Gepard, dotado de canhões 35 mm, também requer manutenção especializada, que é realizada pela KMW, empresa alemã com filial no Brasil, e por militares da 6ª Bateria de Artilharia Antiaérea Autopropulsada.



Em um cenário dominado por tecnologia de ponta, as Unidades de Artilharia Antiaérea contaram, ainda, com o Míssil IGLA-S, de tecnologia russa; e com as viaturas do Centro de Operações de Artilharia Antiaérea, que foram empenhadas na segurança dos Jogos, sob o Controle Operacional do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), órgão Central do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA), subordinado à Força Aérea Brasileira.

Preparo & Emprego

Na fase de preparação, a 1ª Bda AAAe desenvolveu vários exercícios de Comando e Controle no âmbito das Organizações Militares Diretamente Subordinadas (OMDS), com a finalidade de adestrar quadros para a execução da Defesa Antiaérea (DAAe) dos Jogos Rio 2016. Os exercícios envolveram o trabalho dos Centros de Operações Antiaéreas e dos Grupos de Artilharia Antiaérea, desdobrados pelo Brasil.

Durante os Jogos, os sistemas de segurança de DAAe dos Grupos de Artilharia Antiaérea (1º, 2º, 3º, 4º e 11º GAAAe) da 1ª Bda AAAe, reforçados pelas Baterias de Artilharia Antiaérea (5ª, 6ª, 11ª, 14ª e 21ª Bia AAAe), orgânicas das Brigadas de Infantaria e Cavalaria, trabalharam em ação coordenada pelo Centro de Operações de Artilharia Antiaérea (COp) da Brigada, o qual ficou instalado na região de Deodoro.

Por meio desse COp, o Comando da 1ª Bda AAAe monitorava todas as atividades de suas OMDS, no Rio de Janeiro e nas cidades que sediaram as partidas de futebol.

O COp da 1ª Bda AAAe ficou integrado à Coordenadoria Geral de Defesa de Área e desdobrado no Palácio Duque de Caxias, centro da cidade-sede dos Jogos, onde as Forças Armadas e os Órgãos de Segurança Pública atuaram de forma conjunta e integrada.

Na ponta da linha, os Postos de Vigilância e as Unidades de Tiro, posicionados em locais estratégicos do Rio de Janeiro e das cidades-sede do futebol, realizaram o monitoramento e a defesa das diversas áreas onde ocorriam os jogos, observando e transmitindo as informações coletadas antes, durante e depois das competições, até a evacuação total dos atletas e do público.


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