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Estudo sobre fontes de Petróleo 2 MB pdf

Nota Oficial

INVESTIMENTOS DA PETROBRAS
NO MERCADO DE GÁS NATURAL
Petrobras 24 Agosto 2005
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Sino-U.S. Energy Competition in Africa
PINR 07 Out 05
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Energizing new wars
Asia Times 18 Maio 2005
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Energia - Energy

Defesanet 06 Janeiro 2006
JB 06 Janeiro 2006

Matérias em anexo àentrevista de José Sergio Gabrielli,
Presidente da Petrobras

Link da Entrevista

Plataforma desconhecida

Com Cristiane Crelier

A expressão auto-suficiência deverá cair na boca do povo ao longo de 2006, a reboque do esperado recorde de produção da Petrobras, de 1,9 milhão de barris por dia de petróleo, entre abril e maio. Até lá, porém, o governo terá que convencer o consumidor sobre os benefícios de se atingir tal meta e fazê-lo esquecer de obstáculos mais imediatos, como a perspectiva de novas altas dos preços do gás natural veicular (GNV).
Nos postos de gasolina do Rio, a expressão auto-suficiência ainda é uma ilustre desconhecida. O administrador de vendas André Pereira de Souza, de 32 anos, é um dos que jamais ouviu falar da novidade e torce para sair ganhando, como consumidor.

- Não estou sabendo que o Brasil será auto-suficiente em petróleo. Se isso ocorrer, espero que o preço caia - sonha, enquanto abastece o carro com GNV, para o qual migrou devido ao menor custo.

A advogada Elaine Tourino, 36 anos, é outra que aderiu ao GNV e, apesar dos recentes aumentos do combustível, ainda não se sente traída. Para ela, a gasolina oferece menos vantagens.

- Mesmo com o preço do gás em alta, vale a pena, porque a gasolina continuará muito cara - prevê, cética em relação a possíveis ganhos com a alardeada auto-suficiência.


Auto-suficiência, 'ouro de tolo'


Decantada ao longo dos anos como a solução para os problemas de abastecimento energético do país, a tão sonhada auto-suficiência do petróleo chegará finalmente até maio próximo, no auge da campanha presidencial. Analistas avaliam, no entanto, que, ao contrário do que se esperava, a conquista se revelará inócua: se o consumidor espera queda no preço da gasolina, deve se preparar para a decepção.

Para esses analistas, por mais que o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e o ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, acenem com uma nova realidade de preços nos próximos anos, o não reajuste da gasolina e do óleo diesel pode comprometer a capacidade de investimento da Petrobras. Para o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE), a opção por uma política de preços ''populista'' para os combustíveis encerra riscos para a manutenção da própria auto-suficiência. Daí ser pouco aconselhável, e até mesmo improvável, um descolamento de preços internos e externos capaz de impedir reajustes em 2006.

Além disso, avalia o economista Edmar Almeida, do da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os benefícios macroeconômicos da auto-suficiência, como a ligeira melhoria para o saldo comercial do país, serão neutralizados por fatores como a alta carga de impostos sobre os combustíveis. (R.R.M.)

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Petrobras quer inibir uso de gás
http://www.defesanet.com.br/energia/petrobras_gas.htm

"Quem controla o gás que a Petrobras tira da Bolívia?"
http://www.defesanet.com.br/energia/bolivia_mamani.htm

É a política Petrobras - IstoÉ Dinheiro
http://www.defesanet.com.br/energia/bolivia_petrobras.htm

Além do Fato: Integração energética sul-americana
http://www.defesanet.com.br/energia/mercoenergia.htm

Chile Considers Australia as LGP supplier
http://www.defesanet.com.br/energia/mercoenergia_1.htm

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