Defesa @ Net

NACIONALIZACIÓN DE HIDROCARBUROS

DECRETO SUPREMO Nº 28701

Texto completo del Decreto Supremo Nº 28701
de Nacionalización de los Hidrocarburos
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Nota dos Pesidentes em Puerto Iguazú
04 Maio 06
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Textos das Declarações ALBA e TCP - Havana 29 Abril 2006
08 Mai 06
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Estudo sobre fontes de Petróleo 2 MB pdf

Nota Oficial

INVESTIMENTOS DA PETROBRAS
NO MERCADO DE GÁS NATURAL
Petrobras 24 Agosto 2005
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Gen Lessa:
O Custo da Imprevidência
Tribuna 05 Maio 06
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Lula apóia Morales
e vê erro
estratégico em dependência
FSP 04 Maio 06
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Chávez afirma estar "às ordens" da Bolívia
FSP 04 Maio 06
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Gen. Lessa: Lula subestimou o assunto
OESP 04 Maio 06
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Petrobras diz que não aceita aumento do gás

FSP 04 Maio 06
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PDVSA inicia ofensiva em La Paz
OESP 05 Maio 06
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Decreto de Evo só atinge Petrobrás
OESP 05 Maio 06
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Energia - Energy

Defesanet 11 Maio 2006
Reuters 11
Maio 2006

Asfixia Energética

Em tom desafiador, Morales diz que
exploração da Bolívia acabou

Por Jason Webb

VIENA (Reuters) - O líder de esquerda boliviano, Evo Morales, iniciou sua primeira visita à Europa como presidente nesta quinta-feira com promessa de encerrar o que ele chamou de séculos de "pilhagem" estrangeira em seu país.

Na chegada da cúpula de líderes europeus e da América Latino em Viena, Morales não se mostrou disposto a indenizar companhias estrangeiras que atuam na Bolívia, como a espanhola Repsol e a brasileira Petrobras entre outras, pela nacionalização de suas operações na Bolívia em 1o de maio.

"Por mais de 500 anos nossos recursos naturais foram saqueados e nossas matérias-primas exportadas. Isto tem de acabar agora", disse Morales, que ganhou as eleições de dezembro prometendo usar os recursos naturais do país para ajudar a maioria pobre.

As empresas estrangeiras deverão apenas ser indenizadas por ativos expropriados pelo Estado, mas não pela perda de concessões de operações desde que elas tenham recuperado seus investimentos via lucros, acrescentou ele.

Ele rejeitou sugestões de que deveria ter consultado investidores ou governos vizinhos antes de anunciar a decisão de nacionalizar os setores de gás e petróleo da Bolívia.

"Não há razão para que eu devesse ter perguntado e consultado sobre políticas soberanas de um país", disse ele.

A nacionalização trouxe tensão para as relações com Brasil e Argentina, cujos governos mantinham laços cordiais com Morales, bem como para o relacionamento com companhias petrolíferas estrangeiras.

"Não há porque pensar em indenização", disse Morales. "Se tivéssemos expropriado bens ou tecnologia teríamos que indenizar, mas neste caso não estamos expropriando."

VENEZUELA SE ENFURECE

O encontro na sexta-feira também vai tratar do desenrolar da decisão do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, de deixar a Comunidade Andina de Nações (CAN).

Isso atrapalhou efetivamente as negociações comerciais planejadas entre o bloco e a União Européia.

O presidente boliviano disse que escreveu ao sue amigo Chávez pedindo que ele reconsiderasse sua decisão.

A Venezuela está irritada com as conversas comerciais entre os membros da comunidade andina Colômbia, Peru e Equador e os Estados Unidos, cuja influência na região Chavéz desafia.

Morales também disse que escreveu à Colômbia, Peru e Equador, solicitando que revejam os acordos comerciais com os EUA, medida que dificilmente deverá ser aceita por eles.

Outra dura questão para Morales em Viena é convencer a União Européia a legalizar o uso de folha de coca, que é plantada tradicionalmente nos Andes como estimulante há milhares de anos, mas também é a matéria-prima para a produção de cocaína.

Morales enfureceu os EUA ao condenar suas políticas forçadas de erradicação das plantações de coca, embora ele tenha dito que vai continuar combatendo o contrabando de cocaína.

"Nós temos de reconhecer o valor da folha de coca", afirmou Morales, destacando que a planta tem propriedades medicinais.

Em discussão acalorada com jornalistas brasileiros sobre a nacionalização dos setores de gás e petróleo da Bolívia, Morales afirmou que a Petrobras -- maior investidora estrangeira no país andino-- estava operando de forma "ilegal" e "inconstitucional" na Bolívia.

Na quarta-feira, a estatal boliviana YPFB disse que a Bolívia iria indenizar a Petrobras pela expropriação parcial de duas refinarias de petróleo, de preferência pagando com gás natural.

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Petrobras se arma para embate jurídico na Bolívia - relatório reservado - 19 Abril 2006
http://www.defesanet.com.br/energia/gas_19abr06_rr.htm

Petrobras quer inibir uso de gás
http://www.defesanet.com.br/energia/petrobras_gas.htm

"Quem controla o gás que a Petrobras tira da Bolívia?"
http://www.defesanet.com.br/energia/bolivia_mamani.htm

É a política Petrobras - IstoÉ Dinheiro
http://www.defesanet.com.br/energia/bolivia_petrobras.htm

Além do Fato: Integração energética sul-americana
http://www.defesanet.com.br/energia/mercoenergia.htm

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