COBERTURA ESPECIAL - Eleições - Defesa

29 de Outubro, 2018 - 11:10 ( Brasília )

Com mais de 28 mil militares e 1.900 meios empregados, Forças Armadas garantiram a Votação e Apuração em 357 localidades de 11 estados


Comandante Cleber Ribeiro


Nesse segundo turno das eleições, as Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) realizaram apoio logístico, com transporte de urnas e pessoal da Justiça Eleitoral, e apoio a mais de 8 mil seções, nas 93 localidades de sete estados que solicitaram o auxílio.

E neste domingo (28), além dos mais de 28 mil militares, distribuídos em Comandos militares conjuntos na Amazônia, no Norte, no Nordeste, no Oeste e no Leste e mais o Comando Militar do Planalto, foram empregados na Garantia da Votação e Apuração 9 navios, 108 embarcações, 1.825 viaturas, 27 blindados e 27 aeronaves em 357 localidades de 11 estados.

Para o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, a participação das Forças Armadas no apoio logístico e na garantia da votação e da apuração, propriamente dita, nas eleições de 2018, foi importante por gerar no cidadão a sensação de segurança necessária, para que o mesmo saísse de casa para votar e o fizesse com a garantia de que iria e voltaria para a sua residência em segurança.



Destacou, ainda, que a presença dos militares permitiu a normalidade da eleição nos locais aonde o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) solicitou apoio. “Ficamos felizes por contribuir para que o exercício da democracia pudesse ser exercido em sua plenitude”, ressaltou o ministro.

A oficial de inteligência da ABIN, Renata De Grande, disse que o trabalho em um centro de controle conjunto permite o contato direto entre os participantes, contribuindo para a solução dos problemas de forma imediata.

Afirmou também que, pessoalmente, se sente satisfeita e realizada por contribuir com o seu trabalho para a observância de um direito tão importante para todos os cidadãos. Para o diretor-geral do TSE, Rodrigo Curado Fleury, o apoio das Forças Armadas é essencial e fundamental, e sem este apoio, em muitos locais, não seria possível realizar as eleições.

Para ele, a participação da Forças Armadas, integradas com outras instituições, oferecem as condições necessárias para que as eleições aconteçam de forma pacífica e eficiente.

No Centro de Operações Conjuntas (COC), localizado no Ministério da Defesa, e nos Comandos Conjuntos ativados pelo País, além dos militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, também trabalharam representantes do TSE, da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), e outros órgãos federais.

Todos os integrantes atuaram de forma coordenada, integrada e proativa, encontrando soluções para demandas decorrentes de uma operação de caráter nacional, que possibilitasse o direito ao voto a todos os brasileiros.

 Fotos: Sargento Alexandre Manfrim/MD

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