COBERTURA ESPECIAL - Eleições - Pensamento

07 de Setembro, 2018 - 17:00 ( Brasília )

Comentário Gelio Fregapani - Independência e Intolerância



Assuntos -   Independência e Intolerância


Nas vésperas da eleição a situação do nosso País é uma das piores da História – Déficit primário, desindustrialização, desemprego, desencanto, crise moral etc. Claro, continuamos com enorme potencial, mas sem brio, sem vontade e o potencial não significa poder, mas a esperança se renova quando surge um candidato que empolga as multidões – comprovadamente honesto e corajoso, apresenta propostas bem acolhidas por pessoas até então acovardadas e desarmadas por governos corruptos que vem de encontro as aspirações de um povo sedento de orgulho nacional e de lideres. Com a eleição praticamente garantida se esperava por um renascimento do País a curto prazo.

 

O sonho de um Brasil melhor foi posto em cheque por um atentado. Um militante esquerdista procura matar o candidato Jair Bolsonaro a golpes de faca.

 

Não há como afirmar se foi uma atitude individual, uma decisão de um grupo restrito ou orientação da cúpula de partidos oponentes, mas esse tipo de ação sempre foi usado por terroristas e tem o nome de “decapitação” que significa eliminar o líder adversário.

Estrategicamente, já esperávamos por alguma tentativa, mas supúnhamos que mesmo os comunistas mais fanáticos prefeririam lidar com Bolsonaro do que com o General Mourão e que isto desestimularia um atentado.  De qualquer maneira, os comunistas mais do que quaisquer outros, têm menos escrúpulos de praticarem assassinatos.

 

Se você gosta de História saberá o que aconteceu em todos os países em que os comunistas dominaram a mão armada e por aqui conhecerá a saga do assassinato dos camaradas durante o sono em 1935, mas caso você já esteja  beirando os 80 anos  não precisará recorrer à História;  você se lembrará das listas de pessoas a serem mortas sumariamente se vencessem  em 64. 

 

Num governo onde a corrupção alcançava níveis nunca vistos, entre outras mazelas, estávamos com a nossa gente acovardada. A comunicação do governo incentivava a não resistência à violência dos malfeitores, preparando a nação para render-se a qualquer ameaça como se a honra fosse sem importância.

 

Provavelmente visando impedir uma reação popular à futura imposição do sonho de esquerdistas fanáticos treinados em Cuba. Bolsonaro representava a resistência contra esse estado de coisas. Não admira que houvesse quem desejasse eliminá-lo.

 

Não sabemos ainda os desdobramentos desse atentado insano, mas entre os possíveis cenários elegemos como o mais provável que Bolsonaro se recupere seja eleito já em primeiro turno. Podemos ter certeza que procurará fazer o que disse que faria. No que depender de decreto presidencial acontecerá de imediato como a desburocratização e o corte de mordomias. O incentivo a resistência aos assaltantes, a fusão de Ministérios, o controle das ONGs, o corte ao exagero das áreas indígenas e dos atrasos causados pelos ambientalistas fanáticos.

 

Já outras medidas tais como a menoridade penal e mesmo a pena de morte, que dependem dos outros poderes poderão provocar divergências. Espera-se que o Legislativo seja sensível ao interesse nacional e sempre haverá o recurso a plebiscitos, mas quanto ao STF, cujos membros são nomeados sem se importarem com as aspirações populares nem com o interesse do País, chefiados por um petista militante, o choque é quase certo e poderá conduzir a uma intervenção constitucional.

 

Entretanto, sabemos que a economia está comprometida. De onde um novo Presidente conseguirá recursos para fazê-la funcionar?

 

Não será difícil para um presidente com coragem e sem compromissos de toma lá dá cá, pode começar pela redução do número de ministérios, pelos cortes dos financiamentos às ONGs, pelo corte de privilégios, pela privatização das Estatais não estratégicas, pela venda de centenas de prédios desnecessários e até pela abertura dos garimpos, os quais propiciariam as necessárias divisas e aliviariam de muito o desemprego.

 

Em seguida certamente haverá a retomada de obras de infraestrutura, dessas iniciadas e paralisadas e não concluídas, mas que criarão novas riquezas, o incentivo à indústria nacional, o que nos propiciará a autonomia, a riqueza e a independência.

 

Podem ser levantados outros cenários menos risonhos? – Certamente, mas não vamos tratar deles aqui.

 

Que Deus, nesta hora, propicie a recuperação do candidato da esperança.

 

Gelio Fregapani

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