COBERTURA ESPECIAL - Ecos - Guerras, Conflitos, Ações

27 de Maio, 2012 - 21:40 ( Brasília )

Rolling Thunder - 400.000 Motociclistas Desfilam em Washington


 
Milhares de motociclistas  se reuniram em  Washington, neste fim de semana, para as festividades dos Dia do veterano e em especial para o desfile  “Rolling Thunder”, que comemora 25 anos.

Este ano as festividades do “Memorial Day”  marcam o início das  comemorações do  50º Aniversário do fim do Conflito, que encerrou em  1975 com um balanço de  mais de 58.000 militares americanos  mortos e  304.000 feridos.

O nome “Rolling Thunder”, é oriundo da  Operação de Bombardeiros, em especial no início do envolvimento  americano no Sudeste Asiático,1965 até 1968..

De um pequeno grupo  de motociclistas, (cerca de 1.000 em na primeira), até os  400.000 que participaram hoje, segundo os organizadores, a homenagem acabou por extender-se  a todos os veteranos  de todas as guerras em  que participaram os Estados Unidos e não somente a do Vietnam.

O  ritual é sempre o mesmo.Os motociclistas, a maioria ex-combatentes do Vietnam em suas “Harley Davison”, se reúnem próximo ao prédio do Pentágono, na Virginia.

Dalí cruzam a ponte Memorial, que une o  cemitério de Nacional de Arlington (Virgínia)  com Washington, e terminam o desfile s cruzando o a área do  Mall no centro da cidade de Washington.

Com o “Memorial Day” começa a  temporada de verão nos Estados Unidos e as altas temperaturas de hoje animaram a todos de todas as idades a presenciar o desfile.

Solenidades desde a sexta-feira também envolvem a o Monumento para homenagear  os mortos da Guerra no Vietnã, inaugurado em 1982.

Nos mais de 10 anos da intervenção americana no Vietnã passaram por ali cerca de 2,59 milhões de  soldados americanos.
 
Em 2025 serão os 50 anos do fim da guerra do Vietnã e desde agora o Governo Federal americano  colocará em execução um programa de 13 anos de duração em associação com autoridades estaduais  e municipais e entidades privadas para honrar aos  que serviram em uma das missões mais difíceis  que já enfrentamo”, explicou a  Casa Branca.