Defesa
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Brasil
Compra Torpedos Mk-48
No
dia 28 Setembro 2005, a organização do governo
americano Defense Security Cooperation Agency(DSCA), notificou
o Congresso Americano de uma possível Foreign Military
Sale ao Brasil, de 30 torpedos MK 48 Mod 6 Advanced Technology,
assim como os equipamentos associados e serviços.
O valor total da venda, se todas as opções
forem exercidas, alcançará a soma de U$
60 milhões.
http://www.defesanet.com.br/marinha/mk-48_torpedo.htm
Para a ação do torpedo Mk-48 e uma seqüência
de fotos acesse:
http://www.defesanet.com.br/marinha/mk-48_torpedo_hit.htm
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Novos Contratos Al Yamamah?
Os
contratos Al Yamamah, segundo fontes inglesas, salvaram
a British Aerospace (BAE Systems) de uma dificílima
situação financeira. Assinados com a Arábia
Saudita, em 1986, previa a venda de 72 aviões Tornado
( versões IDS e ADV), 30 jatos Hawk e PC-9. Em
1993, seguiu-se o que foi chamado Al Yamamah 2, com mais
42 Tornado IDS. Ambos os contratos incluíam outros
equipamentos. A amplitude e extensão pode ser avaliada
com a informação, de que em 2005, a BAE
Systems tem cerca de 5.000 pessoas trabalhando na Arábia
Saudita. No dia 27Set05, o jornal Guardian anunciou que
está próximo o Al Yamamah 3, com a venda
de um número expressivo de jatos Typhoon. É
um movimento natural de reciclar os petroeuros (a Arábia
Saudita tem procurado receber em outras moedas que não
o dólar), acumulados com o brutal aumento do petróleo.
O anúncio também significa um duro impacto
para a Dassault, pois mais um mercado fecha-se ao Rafale.
http://www.defesanet.com.br/notas/saudi_typhoon.htm
Para
comparar o impacto das transferências devido ao
aumento do petróleo:
inglês: http://www.defesanet.com.br/energia/memri_saudi_revenues_e.htm
espanhol http://www.defesanet.com.br/energia/memri_saudi_revenues_es.htm
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Complexo Industrial-Militar
Brasileiro Move-se I
Ministro da Defesa concede Audiência para o Setor
- Fonte ABIMDE
No
último dia primeiro de setembro, os Presidentes
da FIESP, ABIMDE, SIMDE e COMDEFESA, foram recebidos em
audiência pelo Exmo. Sr. Ministro da Defesa, José
Alencar, em Brasília.
A
visita teve o intuito de cumprimentá-lo pela publicação
da Política Nacional da Indústria de Defesa
- PNID, em 19 de julho passado, além de apresentar
proposições para o fortalecimento do setor.
Em
oficio enviado às presidências da ABIMDE
e do SIMDE, o Sr. Ministro agradeceu a visita e comunicou
as ações:
Política
Nacional da Indústria de Defesa - Portaria Normativa
n°. 899/MD
Informou
que deseja continuar contando com a valiosa colaboração
das entidades para que a política, que foi
elaborada pelo SELOM/MD, alcance seus objetivos de fortalecimento
da Base Industrial de Defesa - BID.
Fortalecimento
do Setor
No
documento apresentado, na oportunidade, foram apontados
como temas básicos para o fortalecimento da BID:
Apoio à Exportação, Compre
Brasil, Distorções Tributárias,
Não Contingenciamento do Orçamento
das FAs e Restrições ao Comércio
com A.Latina e Central.
O
Sr. Ministro nos comunicou que enviou os pleitos para
o Presidente da República e aos Ministros de Estado
da Fazenda; e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio;
ao Secretário da Receita Federal e ao Presidente
do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social BNDES.
Complexo
Industrial-Militar Brasileiro Move-se II
Ao
refluxo da decisão do F-X e de projetos que não
avançam, nas três forças, algumas
empresas estão desativando ou pondo na geladeira,
antes de colocar definitivamente no freezer, suas atividades
no Brasil. Outras estão tomando o caminho do Chile.
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Mirages
III Param dia 31 Dezembro 2005
Mantendo
uma posição anunciada há muito, o
Comando da Aeronáutica, enfatiza que os Mirage
III, do 1º GDA, Base de Anápolis, serão
desativados em 31 de Dezembro de 2005. Entre o período
da desativação e a chegada do substituto
o Mirage 2000C/B, serão deslocados caças
F-5M para a base de Anápolis.
Missão
quase impossível será tirar do Congresso
a aprovação para o comprometimento financeiro
da aquisição, em tempo hábil, de
ter os aviões operando em Setembro 2006, para a
Cruzex, que será na região Centro-Oeste,
e desfile de Sete de Setembro. É necessário
que seja efetuado o "downpayment", que dará
a partida das ações necessárias de
revisão dos aviões pelo Armée de
l´Air. Ver nota abaixo "Os 1.000 dias de Bueno".
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Os
1.000 Dias de Bueno
Nelson During
Dos atuais comandantes militares, o mais controverso e
polêmico, é sem dúvida, o Tenente-Brigadeiro-do-Ar
LUIZ CARLOS DA SILVA BUENO, Comandante da Aeronáutica.
Ao assumir encontrou um Estado Maior dilacerado pelas
divergências originadas por cada projeto em curso
no seu comando. Divergências essas que imobilizaram
a FAB por vários anos, nas administrações
passadas.
Se
alguns projetos andaram outros evaporaram como o Programa
F-X, que gerou um amargo gosto de frustração,
a FAB partiu para uma solução temporária
a compra de 12 aviões Mirage 2000C/B do Le Armée
de l´Air. Antes de esperar críticas do público
interno, e que vieram em peso, pousou na Base de Anápolis
e explicou a decisão pessoalmente aos pilotos do
1º GDA. De quebra levou representantes da imprensa
e especialmente dos órgãos, que serão
fundamentais em pavimentar o caminho da aprovação
dessa compra, no governo e senado.
Após
partiu em uma missão de endomarketing, onde tem
reunido-se com os oficiais e graduados de cada base de
operações da FAB: Brasília, Natal,
Rio de Janeiro, Canoas, etc. Acompanhado por membro do
Alto Comando e receptivo a responder às indagações
sabendo que muitas questões ficarão sem
resposta.
A
lista de programas indicados na publicação
NOTAER 16-05, de 28SET05, é expressiva, em especial
pelo severo contingenciamento imposto, pela área
financeira em todo o período do governo. Transcrição
das aquisições ou modernizações:
.
aquisição de 12 aeronaves CASA 295, C-105;
· aquisição de 12 aeronaves MIRAGE-2000;
· aquisição de 10 aeronaves EMBRAER
145, C-99;
· aquisição de 7 aeronaves BRASÍLIA,
C-97;
· aquisição de 6 aeronaves BLACK
HAWK, H-60L;
· aquisição de 4 aeronaves GRAN CARAVAN,C-98B;
· aquisição de 1 aeronave AIRBUS,
VC-1A;
· modernização de 53 aeronaves A-1;
· modernização de 9 aeronaves ORION,
P-3B;
· modernização de 6 aeronaves BANDEIRANTE,
C-95B;
· manutenção dos contratos para a
modernização de 46 aeronaves F-5M;
·manutenção dos contratos aquisição
de 99 aeronaves SUPER TUCANO;
· aquisição de motores, rádios
de comunicação, assentos ejetáveis
e equipamentos de aviônica destinados às
aeronaves A-29; e
· aquisição de dois simuladores de
vôo das aeronaves A-29
Deve
ser informado que algumas dessas aquisições
ainda carecem do "downpayment" para serem concretizadas.
A
FAB vou mais de 400.000 horas nesses 1.000 dias ou 400
horas/vôo/dia. Nada mal para uma força que
tem boa parte de sua frota no chão, por motivos
técnicos e até às vezes ameaçada
de não ter combustível.
Aproveitando
cada oportunidade para comunicar-se com o público
interno, mas em especial com a Nação, a
FAB e seu Comandante têm sabido explorar as novas
ferramentas tecnológicas postas à disposição.
Porém, o mais importante é que está
sendo usada a velha, porém efetiva palavra do Líder.
Item tão em falta, em vários segmentos de
nossa sociedade, em particular na militar
A MISSÃO E OS MEIOS - Extrato do NOTAER 16-2005
http://www.defesanet.com.br/fab/1000_days_1.htm
A
Força Aérea Faz
http://www.defesanet.com.br/fab/1000_days.htm
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