Ao mesmo tempo, nos
dias 14 e 27 de dezembro, também eram anunciadas manobras
militares conjuntas China-Rússia. E como
resultado da visita do Ministro da Defesa Russo, Sergei Ivanov, à
China semanas antes, um possível acordo de armas que poderá alcançar
mais de 5 bilhões de dólares.
São respostas rápidas dos dois
países aos movimentos feitos pelos Estados Unidos e da União
Européia. A ingerência nos assuntos da Ucrânia, pelos Estados Unidos e
União Européia, o que afeta a Rússia, e a renovação ao
boicote de exportação de armas para a China, pela União
Européia.
O Mar
da China já vê uma crescente atividade militar. Para
citar desde 2000 temos o caso do EP-3 Aires, da US Navy, o
acidente com o submarino chinês e a invasão das águas territoriais
japonesas por um submarino chinês, quando o Presidente Hu
Jintao visitava o Brasil, em Novembro.
O documento japonês "National Defense Program Outline"
prevê:
-
Instalação de
sistemas anti-mísseis em 4 navios da Marinha
Japonesa
-
Menciona a
China como potencial inimigo e a Coréia do Norte como fator de
instabilidade
-
Prevê a ação no
exterior das Forças de Auto Defesa do Japão( continuidade da
ação no Iraque)
-
3 Baterias PAC3
no território japonês
O documento chinês "China's National Defense in 2004",
prevê:
-
Mundo
multipolar e globalização econômica
avança.
-
Crescente
impacto dos fatores militares nos assuntos internacionais e
de segurança nacional
-
Nova etapa da
corrida armamentista, centrada, na Revolução dos Assuntos
Militares (RMA), o que tem levado a muitos países a ajustar suas
estratégias de segurança e defesa
Em análise
do documento chinês, pelo China Daily,
transcrito pelo People´s Daily, aparece a
seguinte frase:
Se
adicionarmos a posição da Índia e Paquistão vemos que a complexidade
dos movimentos na região transcende a área e merece ser amplamente
estudada.
China issues
white paper on national defense
Documento na
íntegra editada por Defesanet em pdf 700kb
China - Russia
Larger Arms Deal Next