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Para
Observar?
A Operação Timbó
será o início
real
de um Comando
Combinado? |
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27
Junho Sexta-Feira 2003
.
Operação TImbó - Início do Comando
Combinado Amazônia
As Forças
Armadas Brasileiras estão realizando duante o período, de 23 a 27
de Junho, a Operação Timbó. A Operação é
conduzida pelo General-de-Exército Cláudio Barbosa de
Figueiredo, Comandante Militar da
Amazônia e do Comando Combinado
Amazônia. O Comando Combinado Amazônia
engloba, sob comando único, elementos ponderáveis da Marinha, do
Exército e da Força Aérea, que estão realizando diversas ações
militares na Amazônia Ocidental Brasileira.
Ouça o Gen Figueiredo (1,4MB WMP) www.defesanet.com.br/videos/figueiredo.mpg
Requer Windows Media Player ou compatível
Ministro Defesa Viegas fala sobre a Operação Timbó na
Câmara Federal -
Artigo
Detalhes no site do Exército www.exercito.gov.br/timbo.htm (
nota o provedor do Exército tem dado uma resposta extremamente lenta.
Contactado por Defesanet o setor responsável informou ter detectado o
problema e está procurando saná-lo )
EADS Apresenta Executivos
O
grupo europeu European Aeronautic Defence and Space Company -
EADS, apresentará sua nova estrutura para a América Latina e
o Brasil, dia 1° de julho, em Brasília DF. O conhecido executivo
Christian Grass foi nomeado Vice-Presidente Executivo
para a América Latina, estando baseado em São Paulo. Eduardo
Marson Ferreira é o diretor Geral da EADS Brasil
Ltda. A EADS hoje pode ser considarada como o segundo ou
terceiro grupo aeroespacial em atividade no Brasil - com 5,67%
das ações com direito a voto da EMBRAER, mais a participação na
HELIBRAS, que completa, em 2003, 25 anos de
atividades no Brasil. No final de 2002 foi
indicada como vencedora dos programas de modernização do avião de
patrulha marítima, conhecido como P3BR e 12 aviões de
transporte CASA C295, totalizando contratos no valor
de 600 milhões de dólares.
EMBRAER Primeiro, Agora a AIRBUS
Também nos EUA
Após
o anúncio da .EMBRAER, que escolheu
antigas instalações militares na cidade
de Jacksonville, Flórida, para a montagem de
aviões destinados ao mercado militar americano, a AIRBUS
segue o mesmo caminho. Em declarações ao jornal Wall
Street Europe representante da AIRBUS indica
que a empresa pensa em estabelecer instalações industriais nos
Estados Unidos, pelo sim pelo nao, pode ter sido uma
questão definitiva na perda do contrato de 100 aviões de
reabastecimento da
USAF. A vencedora foi a BOEING com
o B767 e um controvertido sistema de
leasing no valor de 16 bilhões de dólares.
Nota o jornal
Washington Pos¨t (26JUN03) traz artigo mencionando a preocupação
da indústria de defesa americana com as restrições ainda mais fortes,
impostas pelo Senado, para compras de equipamentos militares
extrangeiros, inclusive cita que pode ameaçar o programa Joint
Strike Fighter (JSF) veja Fearing a 'Buy
American' Law
45º Le Bourget - O
Avião foi Acessório
Nelson F.
During
O 45° Salão Aeroespacial de Le
Bourget, 15 - 22 Junho, apresentou um perfil diferente das
edições anteriores. Antes dos sistemas aeronáuticos: aviões
militares e civis, helcópteros, UAVS, componentes e equipamentos
outros pontos tomaram as
manchetes.
O primeiro
foi a continuação da disputa entre os Estados
Unidos, em particular do Secretário de Defesa
Rumsfeld com Governo Francês. Essa
dísputa levou a um boicote efetivo e na prática o banimento da
presença de autoridades militares e do governo americano
ao Salão. A presença média das grande empresas americanas (
Lockheed Martin, Boeing, Northrop Grumman),
que era de 300 a 500 pessoas foi reduzida a 1/3 desse número em média.
Isso não era novidade, pois Defesanet já tinha mencionado as
restrições impostas pelo governo americano à participação em Le
Bourget.( Ver
Artigo )
O segundo ponto em foco foi que as reuniões
acordos e promessas de casamento ou namoro entre as corporações
assumiram um papel primordial. Assim, fatos que apenas meses
antes seriam impensáveis foram realidades, como esses
exemplos;
O
CEO da DASSAULT AVIATION, Charles Edelstenne, em
entrevista para jornalistas brasileiros, em março 2003, falava
acremente dos russos, porém ao responder a uma pergunta de
Pedro Paulo Rezende, Correio
Braziliense, já mostrava preocupação com o futuro do mercado
de aviação executiva que significava 50% do futamento da companhia. Na
entrevista coletiva para a imprensa, em Le Bourget, anunciou a redução
de 50% na produção de jatos executivos.( Veja
Entrevista )
Porém, um
terceiro ponto cresceu durante o Salão de le Bourget e muito mais
após. A formação de uma posição americana - "We, Ours
Allies "maybe" Against the World". A posição
da própria EMBRAER, de estabelecer uma planta
industrial para atender o mercado americano, seguida pela
AIRBUS( ver notícia acima), e anterioremente pela
inglesa BAE Systems, a israelense
ELBIT, e muitas outras, mostra que as empresas
estão vinculando cada vez mais seu futuro ao mercado americano,
militar ou não.
Chega ao
ponto que a posição do governo e agora endossada pelo Congresso com a
votação do orçamento é uma ameaça aos próprios interesses da
indústria aeroespacial norte americana. O jornal
Washington Post, 26JUN03, comenta a precupação das
insdústrias com as restrições impostas à partiipação de empresas
e componentes não americanos, ameaça programas como o
Joint Strike Fighter - JSF.( Ver
Matéria )
Assim vemos
a indústria francesa e o segundo grupo aeroespacial do mundo, a EADS
estreitarem laços com os russos. A 45ª Edição de Le Bourget
significou um novo mundo de relações no campo aeroespacial
mundial
45º Le Bourget em Números
- Negócios anunciados 32 Bilhões versus 45 bilhões, em
2001, desse total, quase 20 bilhões são da
AIRBUS, com encomendas do A380 (Emirates, Korean
Air e Qatar Airways);
- A BOEING obteve contratos para 9 aviões
para a Korean Air, no valor de 1,5 Bilhão;
- 206 aviões na exposição versus 226, em 2001;
- 1700 expositores versus mais de 1800, em
2001.
O salão Aéreo de Le Bourget acontece
desde 1909, seis anos após ¨"o vôo" dos irmãos Wright e três após
o vôo do brasileiro Alberto Santos Dumont.
Defesa @ Net
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