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Próxima
Edição
Terça-feira, 28
Maio 2002
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Para
Observar?
Sale and
Deliver!
Vende e Entrega
! Era o que afirmavam membros da Lockheed Martin e
embaixada americana ao entregar os documentos à COPAC na
2ª Feira.
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24
Maio Sexta-Feira 2002
Acordo
Nuclear USA e Federação Russa
Moscou -24 Maio 2002- Texto do
Artigo 1 do acordo assinado hoje entre os Estados Unidos e a
Federação Russa : "Strategic Offensive Reductions":
Article
I
Each Party shall reduce
and limit strategic nuclear warheads, as stated by the President of
the United States of America on November 13, 2001 and as stated by the
President of the Russian Federation on November 13, 2001 and December
13, 2001 respectively, so that by December 31, 2012 the
aggregate number of such warheads does not exceed 1700-2200
for each Party. Each Party shall determine for itself the composition
and structure of its strategic offensive arms, based on the
established aggregate limit for the number of such
warheads.
Tradução
Defesanet
Cada Parte deverá reduzir
e limitar o número de ogivas nucleares estratégicas como afirmado pelo
Presidente dos Estados Unidos, em 13 Novembro 2001, e como
afirmado pelo Presidente da Federação da Rússia, em
13 Novembro 2001 e 13 Dezembro 2001 respectivamente, que
em 31 Dezembro 2012 o número total desta ogivas não
exceda a quantidade de
1700-2200 para cada Parte. Cada Parte deverá
determinar por si a composição e estrutura de suas armas estratégicas,
baseado no número limite agregado para o número dessas
ogivas.

AMRAAM Tilts Balance In Fighter
Competitions
Larry Dickerson Forecast
International www.forecast1.com Larry.Dickerson@forecast1.com
The change in US policy came
with the confirmation that Peru has already acquired an advanced
medium-range air-to-air missile from Russia -- the R-77 (AA-12
Adder). Although Peru procured only a small number of these
missiles and their operational status remains doubtful, it was enough
to overcome opposition in the US Congress to the sale of AMRAAM to
Latin America. Almost losing the Chilean aircraft contract over
the refusal to include AMRAAM in the deal also gave the United States
reason to rethink its policy.
Also, US
aircraft and missile firms have been putting more pressure on the Bush
administration and Congress to change their policy. Aircraft
manufacturers said they were being put at a disadvantage in Latin
American fighter competition due to export restrictions on
AMRAAM. They pointed out that Russia, France and Israel were all
offering advanced medium-range air-to-air missiles to Latin American
nations as part of their competition bids. Furthermore, the US
policy would not stop the introduction of these missiles into Latin
America, but would assure that the missiles were not American
made. The companies and other sources told the US government
that the restrictions on AMRAAM exports would likely mean that
American aircraft sold to Latin America would probably be armed with
foreign short- and medium-range air-to-air missiles -- probably
supplied by Israel.
The US is unlikely to
remove all restrictions on arms exports to Latin America.
Washington will likely remain reluctant to provide airborne stand-off
land-attack strike missiles, but could allow the export of such
weapons for use from naval surface combatants. The US will also
likely maintain its policy of not being the first introducing an
all-new weapon system into a region. At the least, the US will
be reluctant to be the first arms supplier to introduce an all-new
weapon system into a region.
Nota Defesanet: Atendendo a uma solicitação
de Defesanet o Analista Larry Dickerson enviou esse comentário .
Emitimos no original em inglês. Em 2001, Mr Dickerson , através
da Forecast International emitiu o report "AMRAAM Tilts
Balance In Fighter Competitions", mostrando a importância dos mísseis
BVR nas concorrências: Coréia do Sul, Chile, Brasil, etc. Um
resumo do report pode ser encontrado em : www.defesanet.com.br/noticia/missiles
VENDE E ENTREGA
Sale and
Defiver
Nelson F. During
No dia 20 de Maio, ao entregar os
documentos para a Comissão Para Avaliação do Caça (COPAC),
os membros da direção da Lockheed Martin, reforçados com a
presença de membros da Embaixada Americana, em Brasília, a expectativa
era enorme. Terminava o prazo de trinta dias para o Congresso
Americano se pronunciar contra, caso não concorda-se
com a venda das armas incluídas no pacote do F16 Fighting
Falcon para o Brasil. Comunicados ao Congresso Americano, em 18
de abril de 2002.
O slogan era : Sale and
Deliver. (Vende e Entrega). Uma mudança fundamental na posição
americana até então adotada, mesmo para aliados importantes
e em pontos quentes do mundo. O que pode parecer lógico no mundo
comercial no intricado mundo da política internacional e
relações militares não é. A posição americana até então podia ser de
três modos:
-
Não Vende;
-
Vende, mas não Entrega;
-
Vende e Entrega.
A mudança referente ao mísseis
AIM 120C AMRAAN, classe BVR (Beyond Vsual Range), que são um dos
itens chaves da proposta americana transcende a proposta feita para a
Força Aérea Brasileira .
As implicações
políticas e estratégicas americanas podem ser afetadas por essa
decisão. O anúncio da compra, pela Força Aérea do Chile, de
10 aviões F16 C/D Block 50/52, na Embaixada Americana, em
Santiago, no dia 30 de Dezembro de 2000, teve um fim imprevisto,
as declarações do embaixador
americano John O'Leary: "Não serão
fornecidos os mísseis AIM 120C".
Graças à persistência do General
Rios, comandante da FACh, as negociações prosseguiram e um ano após,
no dia 30 de janeiro de 2002, o contrato para a compra dos 10 aviões
foi assinado. Em uma entrevista coletiva durante a FIDAE, executivos
da Lockheed Martin fizeram jogo de retórica para explicar a razão da
não entrega dos mísseis com capacidade BVR.
Não se trata somente de mísseis
para combate aéreo, mas também de amas de precisão como
as bombas guiadas por laser ou GPS. Importância dessas armas pode
ser sentida na recente Operação CRUZEX.
Assim está posto que os todo
os concorrentes, estão colocando à disposição da FAB o seu
arsenal mais completo:
-
USA ( F16 Fighting Falcon) - AIM120C AMRAAM - +
30 km
-
França ( Mirage 2000BR) - MICA +50 km
-
Rússia ( Sukhoi 35 Super Flanker e MIG29 ) - R73
E +30km e R-27 80km ( nova versão)
O Gripen é compatível com
os Mísseis AIM 120 AmRAAM e a SAAB participa no desenvolvimento do
METEOR, futuro BVR europeu.
Os Mísseis BVR são uma arma
decisiva operando juntos com um avião AWACS tornam-se um fator
determinante da vitória em operações aéreas. A junção Mirage 2000-5.
radar RDY, Míssil MICA reproduziu nos céus do Brasil o mesmo que
aconteceu ano antes nos céus da Europa. O que levou o Brigadeiro
Baptista a afirmar:
" Os Franceses estão abatendo os nossos
aviões a cinqüenta milhas de distância ".
Fontes não confirmada da
Operação Cruzex indicam que a Força Aérea usada como OPFOR ( Força
Inimiga) é que teria sido eliminada nos primeiros dias da
Operação.
Leituras Complementares:
1- Recomendamos a leitura da Apresentação do
Tenente-Brigadeiro-do-Ar Reginaldo - Tecnologias Críticas - A
implicação de um desenvolvimento de mísseis e transferência de
tecnologia, em especial os slides 13 e 14
3- Operações Mirage 2000-5 + Mísseis
MICA + Radar RDY = 40 Vitórias
Defesa @ Net
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