Defesa @ Net
Ano IV-edição  15

 
 


  
 
Para  Observar
 
O programa F-X
 terá emocionantes lances em julho?
 

               22 Junho  Terça-Feira  2004

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ESGE  Palestra: "Reflexões sobre a Paralisia Estratégica nas Campanhas do Golfo e o Processo de Paz" 
    Qual a razão que as forças de Saddan Hussein praticamente não opuseram resistência às forças anglo-americanas no Iraque, em 2003?  Novos conceitos operacionais e doutrinários gerados na Guerra do Golfo, em 1991, e o emprego prático de teorias desenvolvidas pelo Coronel Warden (USAF) e outros pensadores impuseram um novo pensamento estratégico e operacional.
    Data:       24 Junho 2004
    Hora:       19:30 Horas às 22:30 Horas
    Local:      Hotel Embaixador - Rua Jerônimo Coelho, 354
    Informações Fone: 51 3311-4856 
 
XXI Encontro de Centros de Guerra Eletrônica das Forças  Armadas  -  28 Junho / 1º Julho 2004 - Salvador (BA)
Os Encontros de Guerra Eletrônica das Forças Armadas são realizados em sistema de rodízio( uma vez cada força armada) e têm por finalidade de servir de fórum de negociação, de cooperação e de apresentação de temas relevantes, em cumprimento à política de guerra eletrônica das Forças Armadas. Abordará as áreas de guerra Eletrônica, de Comando e Controle e de Análise Operacional
Informações e detalhes acesse: www.guerraeletronica.org

 I Workshop em Ensino Científico e Inovação Tecnológica e Conceptual na Área de Defesa   -  28 Junho / 1º Julho 2004 - Salvador(BA) 

O evento organizado pelo COMGAR, CTA, CAOSP, CIGE, ITA e Base Aérea de Salvador. O workshop tem como objetivo criar um ambiente adequado à troca de experiências entre setores da sociedade civil e militar interessados em ciência voltada às aplicações de Defesa, em consonância com a Política de Defesa Nacional. Serão reunidos, em um mesmo local, estudantes universitários, pesquisadores científicos, profissionais da indústria, professores e militares das três Forças Armadas.

Para informações e inscrição acesse www.guerraeletronica.org

Haiti: Uma questão de Comunicação

    Uma questão começa a surgir com o deslocamento das tropas brasileiras ao Haiti, a demanda por comunicação. Com os deslocamentos, que iniciaram em 28 Maio, aéreo e naval, e mais os embarques aéreos, do dia 31 Maio e os do dia 18 Junho e posteriores, o Brasil já tem a força de 1200 homens completa. Some-se parte dos navios que ainda permanecem em apoio, o número chega a 1600 pessoas.

    Como não há infra-estrutura no Haiti, a parte de comunicação deverá ser proporcionada pelos canais da força brasileira. Em um tempo de instantaneidade e on-line há uma procura muito grande das famílias por notícias de seus membros participando da MINUSTAH. Estará o Ministério da Defesa apto a atender essa demanda por notícias e contatos por comunicação dos dois lados. O não atendimento a essa demanda poderá ter um efeito danoso, e rápido, no moral da tropa e familiares.       

     


Blowback e a Lei do Abate  

Nelson Düring 

    O termo 'Blowback' foi criado por analistas americanos, para explicar as conseqüências imprevistas,  que afetavam o próprio Estado Unidos,  quando é empregado o poder militar daquele país.

    A Lei do Abate, como é convencionado chamar,  poderá ser um típico exemplo desse efeito no contexto nacional. Clamada pela imprensa, população e políticos como um ato de soberania.  

    Defesanet solicitou a um militar colombiano para descrever como é planejada e executada a segurança de bases aéreas naquele país. Mantemos no espanhol o texto para não alterar o significado.

Como é planejada e executada a segurança das bases da Força Aérea Colombiana? 

"La Fuerza Aerea de Colombia (FAC) tiene unas unidades de seguridad terrestre que antes se llamaban de Infantería de Aviación, pero que al ser reestructuradas pasaron a denominarse de Defensa y Seguridad de Bases. Son entrenados específicamente para prestar seguridad terrestre a las bases aéreas y otras instalaciones de la FAC.

 
Debido a las dimensiones del área a defender (en una base aérea con una pista de + 4000 metros + toda la zona circundante) la seguridad se concentra en la zona de hangares, comando y área administrativa y viviendas en guarnición (que es donde viven los militares con sus familias). Allí hay centinelas permanentemente, incluso uno o dos por avión, a los fines de evitar sabotajes.
 
Para cubrir toda el área de la pista se emplean elementos tecnológicos, por ejemplo hay algunos (pocos) radares antipersonal y detectores de movimiento, cámaras infrarrojas, y hay patrullas profusamente dotadas de NVG. La "guardia" (cuerpo de guardia) mantiene en alerta permanente una unidad de magnitud pelotón presta para la reacción inmediata, su composición aproximada es de 1-4-36, están dotados de armas varias al modo de una unidad de infantería convencional, poseen pues la fusilería, ametralladoras ligeras, lanzagranadas MGL, morteros tipo commando, lanzacohetes portátiles, fusiles Sniper, NVGs, y muchos radios, de corto alcance para el caso ya que su despliegue se limita a la periferia de la base.
 
Están dotados de vehículos terrestres, recientemente se recibieron unos Hummer que fueron modificados localmente adaptándoles ametralladoras y lanzagranadas Mk-19. Así que en caso de detectarse la presencia de incursores en el perímetro, o un ataque enemigo, la unidad de reacción inmediata se moviliza motorizada al punto específico y repele la amenaza o la contiene hasta que se activa el plan de reacción y contraataque que movilizaría a todo el personal a posiciones predeterminadas, curiosamente la prioridad no serían las viviendas en guarnición sino los aviones. Se espera que por cosas de la política un ataque no se concentraría en matar a los familiares de los pilotos sino en destruir a los aviones. Quiero decir que a pesar de que el sector de las viviendas sea protegido la mayoría de las tropas se usarán en la defensa de las aeronaves.
 
En 1992 se decidió que la FAC asumiera una responsabilidad en la lucha terrestre contraguerrillera, así algunos pelotones de la entonces Infantería de Aviación pasaron a ser entrenados en Tolemanida por el Ejército en contraguerrilla rural (en Tolemaida está la Escuela de Lanceros y la de Paracaidistas por ejemplo), en principio era un mínimo de una contraguerrilla por Base Aérea (luego eso se amplió), de ahí que hoy en día la propia FAC es la que efectúa los patrullajes y las operaciones de presencia y control militar de área en los municipios donde están sus bases, o en la parte de ellos que rodea a dichas bases aéreas.
 
Adicionalmente, la inteligencia de la Fuerza Aérea ha establecido importantes redes de inteligencia con los pobladores de las regiones próximas a sus instalaciones a los fines de detectar posibles infiltraciones o ataques con una alerta temprana suficiente. Además permanentemente se hacen acciones cívico-militares con la población local a los fines de ganarse sus mentes y corazones, se hacen mercados, fiestas, campañas medico - odontológicas y otras cosas, y se aprovecha para repartir volantes llamando a la colaboración con las autoridades y dando a conocer los números telefónicos de la base aérea invitando a denunciar cualquier irregularidad o cosa sospechosa.
 
Todo esto contribuye a la seguridad de las bases aéreas dentro de planes integrales de defensa que no se limitan a los tradicionales puestos fijos de centinelas.
   


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Editor Nelson F During - nelson_during@defesanet.com.br  
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