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Para
Observar
A Missão Haiti, que
começará na
próxima
semana, servirá de treinamento para futuras
ações no
Rio de Janeiro,
como afirma o Ministério da
Defesa? |
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Maio Quinta-Feira 2004
.
Golpe de Estado nos
Estados Unidos?
Artigos da imprensa
internacional falam da crescente dificuldade do Secretário de defesa
Donald Rumsfeld no trato com o seu corpo de oficiais.
Alguns jornais, como o The Guardian, mencionam Golpe de Estado Militar
em Washington. Em dezembro de 2002, o Professor e Analista
Estratégico Fernando G. Sampaio publicou o artigo: "Golpe
militar e ditadura religiosa nos EUA: um cenário
alternativo: uma análise séria sobre as possíveis
conseqüências de uma ação global contra o terrorismo e seus reveses
sobre a cultura ocidental".
Golpe militar e ditadura
religiosa nos EUA: um cenário alternativo
F-X Mais um Adiamento -
Novidade?
A reunião prevista para
acontecer na quarta-feira, do Presidente Luiz Inácio com o
ministro José Viegas, para definir uma pauta de assuntos, entre
eles o que fazer com o F-X foi cancelada no último momento. Assim
ficará para após o retorno do presidente de sua viagem à China,
prevista para 27 Maio. Como o ministro Viegas, sempre afirma,
que será no: primeiro mês, primeiro trimestre - a decisão
poderá ser no primeiro semestre.
F-X Perspectivas?
As mesmas............
A cada mês surge uma expectativa
para todos os envolvidos no processo do F-X ( fornecedores,
lobbistas, imprensa), que teremos uma decisão, Assim no
dia 22 Abril, Dia da Aviação de Caça, esperava-se uma
indicação. A última era de que, na reunião prevista para, o dia
19 Maio, entre o Presidente e o Ministro da Defesa haveria um sinal.
Ficou para após o retorno da viagem presidencial à China. Hoje
não se discute no Programa F-X, qual o melhor caça, porém se
haverá realmente o Programa como tal. Ou se a solução descrita por
Klécio Santo, jornal Zero Hora , em 08 Abril, será a realidade final.
Segundo informações recebidas por Defesanet as
informações da reportagem permanecem atuais, e são a
realidade de muitos protagonistas do Programa F-X.
Projeto de Veículo
Conjunto: Brasil e Argentina? II
O projeto
anunciado na reunião dos ministros Pampuro e Viegas, em Brasília, 10
Maio 2004, está baseado no projeto VELA (Vehículo
de Exploración Ligero de Asalto), do Exército
Argentino e estudos da Secretaria de Ciência e Tecnologia do
Exército Brasileiro. Será um veículo com estrutura tubular,
com tração 4x4, e que tem como finalidade apoiar as
operações de forças especiais e
aerotransportadas
http://www.defesanet.com.br/noticia/infobae4x4/
Para uma
foto do VELA acesse o site argentino
SAORBATS
http://www.saorbats.com.ar/GaleriaSaorbats/BAA/pages/VELA_jpg.htm
Para o antigo
projeto brasileiro CUTIA acesse o UFJF
Defesa 600kb
pdf
http://www.defesa.ufjf.br/fts/CUTIA.pdf
Operação Prata II
Segue na região sul do Brasil, até 21 Maio, a Operação
Prata II, realizada com a Argentina. A Operação Prata II insere-se em um
planejamento maior de treinamentos que prevê a execução de outros
exercícios, da mesma natureza, ao longo das fronteiras brasileiras com
outros países da América do Sul. Mais detalhes podem ser
acessados na página da FAB www.fab.mil.br/prata2
Missão Haiti:
Enfoques
Nelson Düring
Ler as
reportagens e entrevistas que são publicadas no: Brasil,
Chile, Argentina e também incluindo o Uruguai, sobre a
missão de Paz no Haiti, sob o mandato da ONU
verifica-se uma dissintonia. Cabe ao Brasil a função de
desafinado.
Vejamos as declarações que Defeanet tem coletado
nos órgão de imprensa:
"Uma das preocupações da Defesa é conquistar o
apoio dos haitianos, para que a tropa da ONU não seja vista como uma
força de repressão inimiga. Para cativar a população, os militares
prometem uma ação "cívico-social" no Haiti, como distribuição de
remédios e melhora da infra-estrutura.
No
Haiti, as tropas devem fazer operações semelhantes às que realizaria
no Rio, como patrulhamento, cerco a pontos importantes e controle do
vaivém de pessoas e veículos. Para o caso do Rio, a proposta da Defesa
era usar as tropas de forma ostensiva, com tanques nas ruas e vias
expressas, além de ocupar favelas -onde está o foco do crime
organizado, mas vivem milhares de cidadãos alheios ao tráfico de
drogas". Folha de São Paulo 16 Maio
04
No dia seguinte o
Ministro da Defesa da Argentina, José Pampuro,
anunciava em entrevista coletiva com a presença do Ministro
brasileiro José Viegas e a Ministra de Defesa do
Chile Michelle Bachelet Jeria:
" A pesar de que no lo
reconoció ayer en conferencia de prensa, el ministro de Defensa, José
Pampuro, admitió implícitamente que las tropas argentinas que actuarán
en Haití podrían entrar en combate, aunque aclaró que el riesgo de
pérdida de vidas 'es muy bajo' ".Infobae 18Mai04
"Más precisa, Bachelet
Jeria indicó que "Chile prefiere participar en Haití bajo el Capítulo
VII, ya que será necesario para la autodefensa y el desarme de grupos
de exterminio".Infobae18Mai04
Em Seminário,
na terça-feira, oficiais argentinos foram mais
detalhados:
"Otro hombre de la fuerza consultado
sobre si la misión debe ser de mantenimiento (capítulo VI) o
imposición (capítulo VII), cuestión que demora la firma del proyecto
por parte del Presidente, no puso reparos en esta diferencia porque
"todos nosotros estamos entrenados para la autodefensa y el combate.
No sería una novedad que tuviéramos que atravesar momentos
difíciles".Infobae 19maii04
É evidente que
o jogo burocrático/diplomático entre os Capítulos VI
(Manutenção de Paz) ou VII (Imposição de Paz), não ajudará as tropas
brasileiras, quando essas estiverem no terreno. Digam os uruguaios que
travaram pesados combates no Congo, no ano passado. Está sendo a
montagem da estrutura da Força Brasileira, equipada com armamentos
bélicos, que possam garantir a integridade dos soldados, e quando
for necessário impor à força a sua missão? Sem
falar na questão de sobrevivência no campo, como possíveis ataques,
que põem ser perpetrados contra as tropas, ou demonstrações de
força necessárias.
As
experiências passadas do Brasil, em Missões de Paz, não é válida
para o Haiti. No passado recente, as maiores
operações aconteceram em um ambiente amigável e com pontos de
interação com a população local, tais como: língua e costumes(
Angola, Moçambique e Timor Leste). Essas condições não
se repetirão agora.
Qual a razão da
diferença de visão dos nossos parceiros nessa missão? O Chile já está
operando no Haiti e tem uma visão dos fatos do campo. A Argentina teve
um envolvimento na Croácia(1992-1995), Kosovo(desde 1998) e
Iraque-Kuwait (1992-2003). Tem experiência em missões de manutenção e
imposição de paz, em regiões com conflitos políticos, religiosos e
raciais, ambiente mais próximo do que será encontrado no
Haiti.
Considerar a Missão
de Paz no Haiti, como um treinamento para futuras ações no Rio de
Janeiro, implica em desconhecer alguns princípios básicos, que fazem
as duas operações serem totalmente diferentes. Estão todas as
variáveis da operação consideradas pelo Ministério da Defesa,
Comandos do Exército e Marinha (Corpo de Fuzileiros Navais)? Ou será
apresentada( a missão), somente como necessária a uma
aspiração de ser membro permanente do Conselho de
Segurança?
Coube ao Brasil
e honra de comandar essa Missão de Paz e os desafios desse
comando são os mesmos, pela magnitude e complexidade, que
enfrentou o então General Mascarenhas de Morais, ao lançar a FEB
na Itália em 1944.
Haiti é treinamento para o Rio de
Janeiro http://www.defesanet.com.br/haiti/fsp16mai04a
Veículos que estão sendo
enviados ao Haiti pelas Forças Brasileiras 900kb pdf
http://www.defesanet.com.br/haiti/veiculos/haiti.pdf
Defesa @ Net
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