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Edição 16 Setembro 2005

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Leitura Recomendada: Teoria da Mentira



Chamamos a atenção de nossos leitores para o importante texto do Professor Fernando G. Sampaio, intitulado "Teoria da Mentira", que foi publicado, em 27 de dezembro de 2001, e que consideramos de enorme atualidade para atual crise política que vive o Brasil.

Diz o texto que "governar é fazer crer", frase que é atribuída historicamente a Maquiavel.

Depois da explanação sobre a natureza da mentira, seja na propaganda, seja na política, o texto do Professor Sampaio analisa de forma notável , o que ele chama de "sistema operacional da mentira.

Não deixe de ler a integra deste texto instigante

Teoria da Mentira - Texto em pdf - 50kb
http://www.defesanet.com.br/esge/teoria_mentira.pdf


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Missão do TC Marcos César Pontes em Risco

Para que a missão do astronauta brasileiro, o tenente-coronel Marcos César Pontes, ocorra em 2006, ida à International Space Station, ele deve começar o treinamento, até o dia 27 de setembro, na Star City, arredores de Moscou. Os russos queriam que Pontes cumprisse um treinamento de 18 meses, depois caiu para 13 meses, e após considerar que o Pontes já é astronauta da NASA, aceitaram fazer o esquema dos 6 meses. O problema agora é com o presidente Sérgio Gaudenzi, da Agência Espacial Brasileira obter os recursos. Assim poderíamos ter um brasileiro no espaço em Abril-Maio de 2006.

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Katrina: o Previsível no Imprevisível I

As manchetes da imprensa, aparentando surpresa, ao focar os conflitos, roubos e demais distúrbios na região atingida pelo Furacão Katrina, em especial na cidade de New Orlean, como um fato novo na história americana. Como isso pode acontecer aqui? Se olharmos de forma histórica o que aconteceu segue o padrão como o dos tumultos raciais, de Los Angeles, em 1992. Em 6 dias: 50 mortos, 4.000 feridos e 12.000 pessoas presas, com perdas estimadas de um U$1 bilhão.

Katrina: o Previsível do Imprevisível II

A única certeza, nos momentos em que a estrutura de autoridade não é exercida, é de que o conflito potencial, receios, medo e pânico afloram. Certamente uma lição que deve estar sendo estudada por Bin Laden.

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Complexo Industrial-Militar Americano em Pânico I

O Secretário de Defesa americano Donald Rumsfeld prometeu que transformaria a estrutura militar americana. Após vazar para a imprensa, em outubro de 2004, alguns rascunhos do que seria o Quadrennieal Defense Review, as decisões que afetarão a estrutura militar para os anos futuros deixa o complexo militar industrial mais do que nervoso. Como o QDR será focado no orçamento, os programas mais caros e complexos começam a correr riscos de serem cortados. Assim nessa semana a Lockheed Martin saiu a campo, na Air Force Association’s 2005 Air & Space Conference and Technology Exposition, para defender o F/A-22 Raptor e o F-35 JSF. Inclusive acenando com possíveis países interessados no F/A-22.
Leia as matérias:
LOCKHEED MARTIN Produces World's only 5th Generation Fighters
Lockheed Martin produz os Únicos Caças de 5ª Geração do Mundo

Complexo Industrial-Militar Americano em Pânico II

Na dança das cadeiras parece que o Programa Aerial Common Sensor(ACS) está indo para o vinagre. Seria um programa conjunto US Army e US Navy, porém a última prefere viabilizar o Multi-mission Maritime Aircraft (MMA), sucessor do P-3 Orion, que usará a plataforma B-737. A USAF canta a sereia de incorporar as funções do ACS ao Programa E-10A Multisensor Command and Control Aircraft ( MC2), que substituirá o EC-135, E-3 AWACS e E-8 J-STARS. Porém o Pentágono acha que essas funções podem ser realizadas por satélites. No fim está a EMBRAER, com o mico de ter um avião, em que o US Army colocou 150 % da capacidade do ERJ.


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Afinal o quê Fazemos no Haiti?


Nelson During



O Exército e o Corpo de Fuzileiros Navais preparam o quarto contingente, que será embarcado ao Haiti, em Dezembro, e participará da Missão de Paz (MINUSTAH), naquela país, coordenada pela ONU.

Serão até o fim do anos mais de 6.000 membros das Forças Armadas, Exército e Fuzileiros Navais participantes da MINUSTAH, desde junho de 2004, e se considerarmos FAB, Marinha mais o envolvimento das cadeias logísticas do Exército, serão certamente, mais de 10.000 homens.

Algumas ausências são notadas. Uma é a do Ministro da Defesa, a entrevista para a Folha de São Paulo, domingo (11SET05), não teve uma única palavra sobre a sua agenda de ministro da Defesa. Bem das suas outras agendas falou bastante.

Outra ausência é de uma política de comunicação. Até o momento o Ministério da Defesa segue a política de "Mulher de Malandro", aquele órgão de imprensa, que mais detrata ou é contra a participação do Brasil no Haiti, tem preferência.

Em parte seguido pelo Exército, que acostumou-se, a ficar passivo à avalanche de críticas, justas ou injustas, que lhe são dirigidas.

Permanecerão as autoridades militares inertes frente ao carnaval político-ideológico que é feito em relação à participação das forças militares brasileiras no Haiti?




 
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