Defesa @ Net
Ano IV-edição  09

 
 


  
 
Para  Observar
 
Leia a entrevista do Brigadeiro Bueno concedida em 13ABR04 ao visitar o V COMAR.
Para ler e analisar.
 

               15 Abril  Quinta-Feira  2004

Tecnologia & Defesa 99 - Já nas Bancas
 
DEFESANET recomenda a leitura atenta da entrevista do Tenente-Brigadeiro-do-Ar Luiz Carlos da Silva Bueno, Comandante da Aeronáutica, que  aborda  diversos projetos da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira. Leitura que dá algumas luzes sobre a FAB pós F-X.
 
 
Inspeções Nucleares ou ................... I
 
Qual a diferença do artigo do jornal canadense National Post,  OUT02,  e do americano Washington Post, de 04ABR04? Os dois artigos tratam dos programas nucleares do Brasil e outros projetos estratégicos.. A única diferença é de que, no primeiro, o ataque é direto, enquanto no segundo é sutil. No primeiro o jornal canadense explicitamente busca vincular a Embraer a projetos de desenvolvimentos de mísseis e atividades nucleares brasileiras. O objetivo? Prejudicar ou embaralhar as ações da empresa brasileira na Organização Mundial de Comércio(OMC), na disputa que as duas empresas travavam na época sobre os o mercado de jatos regionais. .
 
 
Inspeções Nucleares ou ................... II
 
Se no primeiro artigo o objetivo era o contencioso sobre os aviões regionais qual o objetivo do ataque atual do iniciado pelo WP e seguido pela imprensa americana? Como pano  de fundo suspeitas sobre o atual governo brasileiro, porém o alvo número um é sem dúvida deslocar a empresa brasileira da participação do Programa Aerial Common Sensor(ACS). Segundo Defesanet obteve de fontes americanas é certa a vitória do sistema desenvolvido pela: Lockheed Martin, Harris e Embraer. Contra o outro sistema desenvolvido pela NorthropGrumman. Qual o interesse de deslocar a Embraer, que fornecerá as plataformas do EMB145 para o sistema? A intenção de salvar a empresa americana Gulfstream. O jato brasileiro é mais barato, adaptado a esse tipo de missão e já teve um longo trabalho de integração e de componentes eletrônicos e compatibilidade eletromagnética,  e alem disso tem uma rede de apoio mundial.     
 
Inspeções Nucleares ou ................... III
 
A decisão que está para ser anunciada nas próximas semanas tem esse round travado, o avião da Gulfstream é mais caro e seria necessário um aumento de custos no projeto. Então criamos uma questão com o Brasil, por tabela envolve a EMBRAER e a desqualificamos nesse programa. Certamente será possível, pois com a voluntariosa ajuda do governo brasileiro, em ser o parceiro ideal do inimigo nessa dança de cartas marcadas.  
 
Para detalhes sobre o Programa ACS  www.defesanet.com.br
 
Custo do F-35 Joint Strike Fighter Aumenta 22,6%

05 Abril 2004 -Bloomberg News Dallas Times -  A Lockheed Martin Corp. apresentou uma avaliação revisada dos custos do Programa Joint Strike Fighter. São mais US$ 45 bilhões – um aumento de  22,6 %  – desde 2003, informou o Pentágono nessa segunda-feira. O programa chega ao custo de US$244 bilhões – incluindo pesquisa, desenvolvimento para a aquisição de 2,457 aviões – o valor original era US$199 bilhões. O aumento segundo as projeções da  Lockheed são o custo da mão de obra direta e o rateio dos custos indiretos, além do atraso de um ano no cronograma do programa

O valor de US$14 bilhões em novos custos é atribuído ao custo mão de obra e US$ 7,5 bilhões, na extensão do programa de  11 anos para 12 anos no cronograma de desenvolvimento. A primeiras entregas devem acontecer em 2007 e não 2006, para garantir a meta de redução de peso do avião.

O programa objetiva construir três modelos de avião para a US Air Force, US Navy, Marine Corps e a  British Royal Navy, com  80 % de partes comuns. O Pentágono gastou US$ 9 bilhões, até  30 Setembro 2003, no desenvolvimento do. F35 Joint Strike Fighter.

Nota Defesanet- O consórcio de produção do JSF envolve além dos EUA e Inglaterra como líderes do desenvolvimentos, outros países como: Itália, Austrália, Holanda, Noruega e também a busca de países asiáticos como Cingapura.  

Russos Seguem os Conceitos do JSF para o Caça de 5ª Geração

     Fidae- Fontes russas confirmaram para Defesanet que os trabalhos iniciados no desenvolvimento do Caça da Quinta Geração, que está sendo conduzido pela Sukhoi segue o padrão de desenho do JSF. Deverá ter dimensões reduzidas e tanto quanto possível o máximo de itens comuns nas diversas versões. Os trabalhos estão em estudos preliminares, com avaliações em túneis de vento para definir a melhor alternativa entre os projetos propostos.


Cancelado o F-X e o Futuro?

Nelson During

 

    A notícia exclusiva de Klécio Santos, de  Zero Hora, de 08 Abril 04, amplificada por Defesanet repercutiu com a intensidade esperada. Ligações nervosas de Konsolmosnk on Amur à Fort Worth, Londres à Linkoping indicam a dificuldade do mercado aeronáutico mundial e como está difícil vender aviões de alta performance militar.

 

    Mais difícil entender os movimentos do governo brasileiro. As declarações do ministro José Viegas, na noite de quinta-feira, após reunião com o Presidente, foram no tradicional viés diplomático: a decisão do F-X sairá nas próximas semanas, nesse ano, e talvez podemos afirmar no primeiro mandato do Presidente Luis Inácio.

 

No artigo 'Um novo tempo para o F-X',  publicado no dia 15 JUL 2003, Cosme Degenar escrevia o texto abaixo:

"Também no mercado há quem acredite no cancelamento do processo ou na mudança de suas regras. Na verdade, o Comando da Aeronáutica mantém essa janela aberta e pode alterar o processo de seleção, conforme suas necessidades, interromper as tratativas com qualquer ofertante, em qualquer fase do processo de seleção, encerrar o processo de seleção como um todo e tratar individualmente qualquer empresa ofertante, ou procurar alternativas para a aquisição de aeronaves de superioridade aérea, caso o governo julgue que os resultados finais do processo de seleção não atenderam às exigências técnicas, logísticas ou industriais ou que as ofertas não estão adequadas às verbas disponíveis. As empresas que participam do processo sabem disso."

        Assim o Programa de Atualização de aviões disponíveis para o 'Fill Gap', foi atualizado há cerca de 45 dias. Se ficava a cargo de cada competidor propor uma solução, a ação da FAB sinalizava que o programa estava enfrentando dificuldades junto ao governo.

        Mais crítico é a situação dos atuais programas, em particular o F5BR que avança cautelosamente, limitado pelo fluxo de recursos, obstaculizado pela área econômica do governo. Nesse ponto não precisamos detalhar pois o próprio Tribunal de Contas da União(TCU), foi lapidar em seus relatório. Como vemos o tempo não passa. http://www.defesanet.com.br/dn/04DEZ03.htm

        Em entrevista transcrita por Defesanet o Brigadeiro Luiz Carlos da Silva Bueno coloca algumas luzes e muitas interrogações .

 

Entrevista Brigadeiro Bueno  www.defesanet.com.br/fx/brigbueno

Um novo tempo para o F-X  ( 15 Julho 2003 )

http://www.defesanet.com.br/noticia/fabgapIV/espera.htm  

 


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Editor Nelson F During - nelson_during@defesanet.com.br  
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