A posição do então
recém eleito presidente Luis Inácio ao
estabelecer o combate à FOME, como sua
política de governo número 1, tem desdobramentos não
previstos. Países membros da União Européia estão constrangidos
e seus emissários já mandaram sinais, que poderão não apoiar suas
indústrias, com a enfase anterior. Pelo menos
na fase inicial de governo o projeto FX poderá estar na
geladeira.
FX - Notícia 2
A passagem da definição
para do avião para o próximo governo pode levar a uma outra
crise no programa. Alguns dos pressupostos básicos, como: offsets,
transferência de tecnologia e parcerias industriais poderão mudar
totalmente nos próximos meses. As mudanças que podem
ocorres nos programas: JSF ( consórcio
internacional liderado pelos Estados Unidos e
Inglaterra), Eurofighter( inglaterra, Alemanha,
Itália e Espanha) e F/B 22 Raptor . E outro ponto
importante é que estará surgindo a terceira geração FX, como modelos
aperfeiçoados dos atualmente competindo: F16C/D
Block 60, Enhanced Gripen ( maior
autonomia), Mirage 2000 plus ( incorporando
definitivamente sistemas do Rafale), Sukhoi 35 (
avanços da quinta geração atualmente em desenvolvimento pela
empresa Sukhoi)
FX - notícia
3
Discretamente
a maior briga no momento passa a ser pelas ofertas de leasing ou outra
alternativa para os Mirage III do 1º GDA de Anápolis. Das propostas
até o momento:
Após a análise da equipe técnica da FAB, que
foi à Israel, e um bom parecer o Kfir C10 começou a ser olhado
com menos restrições. O novo governo ao estabelecer suas políticas
proritárias alterou sensivelmente a avaliação, que o Alto Comando
da FAB tinha da emergência de uma solução intermediária. Se no passado
era uma necessidade agora passou a ser urgência
Ministro da
Defesa
Nelson
During
A
Força Aérea Brasileira (FAB), deu um salto em qualidade e sofisticação
operacional ao realizar a A escolha do novo
ministério por um governo recém eleito é sempre cheio de curiosidades,
em especial por um governo que é feito de alianças. Um ministério
aos poucos está tornando-se emblemático - O Ministéio da
Defesa.
Após
anos de aproximação com os militares e com um discurso
nacionalista, que inclusive teve de ser retificado horas após a sua
eleição, o Presidente Luis Inácio encontra cada vez
mais dificuldades em definir um nome para esse ministério. Sua
preferência pessoal era de um militar, nesse caso os dois preferidos o
Brigadeiro Ferolla do STM . e o General
Lessa, ex Comando Militar da Amazônia, e Presidente do Clube
Militar. porém acessores fizeram ver ao futuro presidente que os
demais paises tem civis na condução do Ministéio da Defesa. Embora o
General Lessa tenha conversado com a equipe de transição, no dia 19 de
novembro, a hipótese de um militar está descartada.
A
segunda linha de escolha: um civil leva a dois parâmetros: do PT ou de
um partido aliado. Aqui as notícias tem sido simplesmente confusas.
Candidatos já indicados: Vice-presidente José
Alencar, Senador José Sarney, Deputados
José Genoino, Aldo Rabelo e
Chinaglia. Tão rápido como anunciados os
vice-presidente José Alencar e o Senador José Sarney desmentiram o
interêsse no Ministério. A competção, se há, ficou com os deputados
Aldo Rarabelo (PCdo B-SP) e Jose Genoino (PT-SP).Quanto ao último sua
passagem como guerrilheiro e que entrou em combate contra as forças
militares pode levar a um constrangimento e até veto de seu
nome.
O
Deputado Aldo Rabelo, teve destacada atuação na
Presidência da Comissão de Relações Exteriores e Defesa
Nacional da Câmara dos Deputados. Pleitea, e seu partido
lhe dá apoio, porém o PT está inclinado a lhe dar o Ministério dos
Esportes.
O que
leva a boa parte dos nomes não querem a sua indicação? Avaliação de
que as promesas de campanha não poderão ser cumpridas. Possibilidade
de uma reestruturação mais profunda nas Forças Armadas? As
indefinições do Governo Fernando Henrique Cardoso, na
área militar, deixam uma pesada herança para o futuro ministro. A
nova Política de Defesa Nacional, com a redefinição
de funções dos militares e de cada força, que os Comandos Militares,
em especial o Exército, não concordaram. E
lógico questão de verbas para as forças, porém com um caixa
minguado e uma preferência de goveno para a atividade social ficará
pouca margem de manobra para o futuro Ministro da
Defesa.
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