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Próxima
Edição
Quinta-feira, 06
Junho 2002
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Para
Observar?
A semana promete
ser cheia de lances tanto na Copa do Mundo, como em
Brasília, DF, no Programa
FX. |
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03 Junho
Segunda-Feira 2002
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Entrevista com
Dr Luiz Camargo - Rosoboronexport- detalhes da oferta do Sukhoi
35
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Palestra. BLINDADOS NO BRASIL
UM LONGO E ÁRDUO APRENDIZADO 1921 - 2002 - Prof. Expedito
Bastos
- Deutsche U-BOOT now German
Subs
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Países de Língua Portuguesa realizarão Exercício
de Forças Especiais no Brasil - Felino
2002
Palestra:BLINDADOS NO BRASIL UM LONGO E ÁRDUO
APRENDIZADO 1921 - 2002
O colaborador de Defesanet,
Professor Expedito Carlos Stephani Bastos,
Pesquisador de Assuntos Militares do Centro de Pesquisas Sociais da
UFJF. Coordenador do Núcleo de Estudos Estratégicos do Instituto
Histórico e Geográfico de Juiz de Fora.
Proferirá palestra, no dia
05 de junho de 2002 (Quarta-feira), 14:00hs, no
Auditório da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São
Paulo), Av. Paulista 1313,São Paulo ( SP).
Promoção: ACADEMIA
BRASILEIRA DE ENGENHARIA MILTAR. Presidente:
Contra-Almirante Engº Naval YAPERY TUPIASSU DE BRITTO
GUERRA.

Novo impulso na cooperação Países
Luso-Brasileiro Lisboa 29 Maio
2002- O ministro da Defesa português,
Paulo Portas, ao encerrar o encontro dos oito Estados
membros, afirmou que a "projeção moderna da língua portuguesa,
espaços, valores e interesses que se expressam em português, passam
por um investimento político, seguro e forte na
CPLP". O Centro de Análise Estratégica para os
Assuntos de Defesa da Comunidade dos Países de
Língua Portuguesa (CAE/CPLP), cujo estatuto foi
aprovado nesta reunião, tem sede em Maputo e terá núcleos subsidiários
nas capitais dos restantes países membros. Paulo
Portas explicou que com este centro, já existente, a Comunidade dos
Países de Língua Portuguesa disporá de uma componente que permitirá
comparar doutrinas, trocar informação e estudar ações conjuntas.
Escusou-se a comentar os investimentos neste Centro, que são uma
"matéria reservada". O exercício militar da CPLP
"Felino 2002", que será realizado no Brasil
em Outubro - e do qual já circula um logotipo, com um lince
no centro, circundado pelas bandeiras dos membros, não incluindo ainda
o Timor - é uma ação de forças especiais que se destina a
testar o avanço da inter-operacionalidade das respectivas
forças. Paulo Portas, instado pela
Agência Lusa a esclarecer a criação de uma eventual e hipotética Força
da CPLP, disse que "não foi tomada qualquer decisão sobre a matéria e
que se alguma vez o for, será decidida pela vontade dos Estados
membros". Os ministros da Defesa da CPLP acordaram na realização em
S. Tomé e Príncipe da VI Reunião Ministerial, em Maio de 2003.
Fonte Jornal de Notícias Lisboa 29 Maio
2002
Deutsche U-BOOT now German
Subs
Bruxelas - 30 Maio
2002- A
Comissão Européia aprovou nessa data a compra do
Estaleiro Howaldtswerke-Deutsche Werft
(HDW), líder mundial na produção de submarinos
propulsão à diesel, pelo Banco Americano Bank One
Corporation. A Comissão
de Investigação verificou se o Bank One tem alguma ligação com
indústrias de defesa dos Estados Unidos, o que não
pode ser identificado, e também não foi verificado se
posteriormente poderá haver alguma ligação relacionada com essa
compra. Pelo
presente acordo o Bank One Corporation adquire 75% do estaleiro HDW,
líder mundial na produção de submarinos com propulsão convencional,
também produz navios de superfície para a Marinha Alemã e outras ao
redor do mundo.Os demais 25% permanecerão coma empresa Babcock
Borsig. Comentário
Defesanet- A produção dos submarinos de propulsão
convencional pela Alemanha, foi um dos maiores sucessos de exportação
no pós guerra, em especial na área de defesa. O outro sucesso foi
os carros de combate Leopardo 1 e 2 e a formação do
Clube Leopardo. O Brasil comprou os IKL, desenvolvidos pelo oficina de
projetos Ingenieur Kontor Lübeck (IKL) e
produzidos, em especial, pelos
estaleiros HDW. Executivo representante
das Indústrias de defesa Alemã expôs para Defesanet, que a longo prazo
a tendência era " perda do controle" das principais indústrias.
Falando no inicio de abril, quando recém tinha sido anunciado o acordo
HDW e o Bank One. Esperava desanimado, que no futuro as fábricas
de blindados em especial a KraussMaffeiWegmann ( Carros de Combate
Leopardo 2), também sejam comprados
pelos americanos. Ruim? O pior virá pois também prevêem que a
indústria aeroespacial será absorvida, só que agora pelo seu sócio na
EADS, e no caso sem pagar um tostão. A compra da HDW pelo Bank One é
emblemática. Não comprou uma, mas duas importantes tecnologias de
submarinos convencionais. No ano de 2001 a HDW tinha adquirido a
sueca Kockums. Recentemente a Suécia teve de agir
energicamente para impedir, que as hélices do
submarino Classe Collins, sendo construídos na Suécia e
Austrália, não fossem "inspecionadas" nos Estados Unidos. Previa-se
que o objetivo era de os americanos conhecerem o perfil de
desenho das hélices. O Brasil adquiriu quatro submarinos IKL
1400, Classe TUPI. Um produzido na Alemanha e outros três produzidos
no Brasil. O Último o Tikuna está em fase final de acabamento no
Arsenal do Rio de Janeiro. Em tempo - ao fechar esse boletim também
foi anunciado que a HDW tinha adquirido a Hellenic
Shipyards -
Grécia.
Detalhes sobre a Oferta Sukhoi 35 Super
Flanker
Entrevista com o
Dr Luíz Camargo - Representante Rosoboronexport
Nelson F. During
Defesanet - Qual é expectativa para a
definição do Programa FX?
Dr Luiz Camargo- Enorme e com
confiança pois certamente o Su35 Br, o Super Flanker, é de longe, o
melhor candidato pois não somente apresenta uma inalcançável
superioridade técnica como sua proposta de offset também de longe
supera todas as demais. Por ela a Avibrás se tornará de imediato e de
fato, uma opção muito real de uma indústria de aeronáutica militar
verdadeiramente nacional para a FAB, como haverá uma garantia muito
sólida de perfeita manutenção e completo serviços de pós-venda Essa
era, antigamente, uma preocupação freqüentemente exacerbada pelos
nossos concorrentes. A produção e exportação da aeronave e , note-se
com particular atenção, de seus armamentos, sob a orientação e
supervisão da Aeronáutica também está nos planos. A proposta de offset
da Rosoboronexport cobre também extensivamente a área aeroespacial.
Isto deve ser notado com bastante ênfase. Por último, mas não menos
importante, observamos que dos 5 concorrentes no programa FX,
somente a Rosoboronexport, como empresa estatal, é suportada por
um Estado, o Estado Russo. Assim a solidês da garantia de plena e
perfeita execução do Contrato, é absoluta.
Defesanet - O Senhor pode detalhar mais esse
ponto?
Dr Luiz Camargo - A
Rosoboronexport é imune a todas as aflições que podem, e
freqüentemente ocorrem com as empresas privadas. Não sofre aflições
financeiras e nem restrições ao fornecimento de armas avançadas. E,
além disso, o seu offset pode cobrir qualquer área, todas as
tecnologias russas de todos os campos podendo se tornar disponíveis
para fins de offset. Isso não é de maneira alguma possível para
industrias que exclusivamente são fabricantes de aviões. Essa natureza
de Estatal também se reflete no baixo preço cotado, pois o Estado não
carrega certos custos que pesam sobre as indústrias privadas e
as suas aspirações de lucro não são desmensuradas e não são
ditadas pelas pressões de ambiciosos acionistas e banqueiros.
Defesanet - Como o Projeto Sukhoi 35
contribuiria para a indústria aeroespacial brasileira? Dr Luiz
Camargo - Um de nossos concorrente fala muito em como
será bom para a industria brasileira de aviões se ela ganhar a
concorrência, em particular, a grande transferência de tecnologia que
ocorreria. Bem, industria brasileira mesmo é a Avibrás que tem
controle acionário 100% brasileiro. No caso do concorrente, o seu
parceiro estaria transferindo tecnologia para ele mesmo. E o Brasil
real, como fica? Além disso, se o avião oferecido não é
reconhecidamente moderno, que tecnologia seria essa? Nossa proposta
prevê mais transferência de tecnologia do que qualquer outra proposta
e, tecnologia atualíssima.. E, como já disse ante, não nos
restringimos `a tecnologia aeronáutica mas sim a todo o espectro de
tecnologias disponíveis na Rússia para os mais variados campos da
atividade humana.. E, nunca é demais relembrar,oferecemos os melhores
preços e condições . Não somos banqueiros nem especuladores
financeiros,.
Defesanet - E quanto ao poderio aéreo e
capacidade, como o Su35 contribuirá?
Dr Luiz Camargo - Quanto ao
poderio aéreo que o Su35 traria ao Brasil parece-me que o país não tem
que andar curvado para disfarçar seu tamanho, potencial e suas
responsabilidades natas correspondentes. Pode e deve assumir seu papel
e sua posição manifesta. Não há do que recear. Todo brasileiro
aspira a isso e todos suportarão nossa Força Aérea e nosso Governo no
que fizerem para a realização dos nossos sonhos que vêm desde a
infância ,de um país certamente pacífico, mas realmente livre e
poderoso.
Defesanet - Para clarear melhor a posição do
representante da Rosoborexport veja o artigo sobre o perfil das
exportações russas e a atuação da
Rosoboronexport.
www.defesanet.com.br/noticia/themoscowtimesport
Defesa @ Net
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